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Dissertação de Mestrado
DOI
10.11606/D.8.2015.tde-19102015-134911
Documento
Autor
Nome completo
So Yamashiroya
E-mail
Unidade da USP
Área do Conhecimento
Data de Defesa
Imprenta
São Paulo, 2015
Orientador
Banca examinadora
Morales, Leiko Matsubara (Presidente)
Ikeda, Sumiko Nishitani
Mukai, Yuki
Título em português
Autonomia na aprendizagem da língua japonesa além da sala de aula: um estudo de caso de estudantes universitários na cidade de São Paulo
Palavras-chave em português
Aprendizagem de língua fora da sala de aula
Autonomia
Educação continuada
Japonês como língua estrangeira
Recursos de aprendizagem
Resumo em português
Esta dissertação tem como objetivo investigar a aprendizagem de estudantes universitários de japonês como língua estrangeira (JLE) e sua autonomia fora da sala de aula no contexto da cidade de São Paulo. Levando em consideração que a aprendizagem de língua tem o caráter contínuo ao longo da vida, o aprendiz precisa desenvolver a capacidade de dirigir seu estudo por conta própria, ou seja, autonomia. Enquanto essa concepção indica um atributo do aprendiz, sua prática pode ser restrita por fatores externos como o ambiente e a relação com outras pessoas. A fim de pôr qualquer ação em prática que visa à promoção da autonomia do aprendiz, faz-se necessário reconhecer formas e ambientes reais em que a aprendizagem se concretiza. No geral, o aprendiz tende a realizar atividades com sua língua-alvo fora da sala de aula por sua iniciativa, e para desenvolver sua proficiência nesse contexto, ele precisa gerenciar seu estudo. Partindo-se dessa perspectiva, fora da sala de aula é uma situação em que permite observar a autonomia do aprendiz uma vez que há certo grau de liberdade de dirigir sua aprendizagem. A pesquisa teve a natureza qualitativa com dados qualitativos e quantitativos, e configurou-se como estudo de caso. Os participantes foram trinta estudantes no total, de uma disciplina da língua japonesa (LJ) de nível básico do curso de habilitação na língua de uma instituição de ensino superior, localizada na cidade de São Paulo. Para a coleta de dados, foram utilizados instrumentos; observação de aulas, questionário para todos os estudantes, entrevista para sete estudantes e diário de estudo para três estudantes. Para a análise, os dados foram identificados, descritos e interpretados. Os resultados apontam que os estudantes desenvolviam várias atividades utilizando a LJ além da sala de aula por sua iniciativa, principalmente as receptivas no domínio pessoal. Na maioria das atividades de interação, amigos e colegas de estudo foram interlocutores. Apesar da ampla disponibilidade de recursos para a aprendizagem da LJ na cidade graças à imigração japonesa e ao intercâmbio econômico e comercial com o Japão, os estudantes tenderam a utilizar recursos e meios digitais como sites da internet, redes sociais e chat. Embora muitas atividades fossem realizadas principalmente pelo interesse cultural, alguns alunos tentaram compreender o conhecimento obtido durante aulas, aplicando-o nas atividades fora do contexto da instituição educacional intencionalmente. Verificou-se também o esforço de uma estudante para procurar oportunidades de interagir com falantes da LJ no domínio público e profissional.
Título em inglês
Autonomy in Japanese language learning beyond the classroom: a case study of undergraduate students in the city of São Paulo
Palavras-chave em inglês
Autonomy
Japanese as a foreign language
Learning resources
Lifelong learning
Out-of-classroom language learning
Resumo em inglês
This thesis aims at investigating the learning of undergraduate students of Japanese as foreign language and their autonomy beyond the classroom in the city of São Paulo. Considering that language learning is a lifelong activity, a learner needs to develop the capacity to direct your study on your own, namely, autonomy. While this concept indicates an learner's attribute, its practice can be restricted by external factors such as his environment and relationship with other people. In order to put into practice any action in pursuit of this capacity, it is essential to comprehend real forms and environments in which learning occurs. Generally speaking, the learner tends to realize activities using his target language outside the classroom taking his initiative, and so as to develop his proficiency in this context, he needs to administrate his study under his own direction. From this perspective, it can be said that it is a situation in which allows us to observe the learner autonomy because there is a certain degree of freedom to direct his own study. This research was qualitative treating both qualitative and quantitative data, and its approach was case study. The participants were thirty undergraduate students in total of a Japanese language basic level subject of the language course in the city of São Paulo. For the data collection, the instruments such as classroom observation, questionnaire for thirty students, interview for seven students and learning diary for three students were employed, and for the analysis, the data was identified, described and interpreted. The results point out that the students developed various activities using Japanese beyond the classroom, especially that of reception in the personal domain. In many cases of interaction, friends and classmates were their interlocutors. Regardless of wide range of variety of resources available to Japanese language learning in the city due to the Japanese immigration to Brazil and economic relationship with Japan, these students tended to use digital resources and medias such as internet sites, social networking services and chat. Although most activities were held primarily because of their interest in Japanese culture, some participants sought to comprehend the linguistic knowledge acquired in the classroom, using it in those out-of-classroom activities. Among the student's attempts to use the language, it was observed that a student looked for opportunities to interact with Japanese speakers even in the public and professional domains.
 
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Data de Publicação
2015-10-19
 
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