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Dissertação de Mestrado
DOI
10.11606/D.8.2014.tde-03102014-171112
Documento
Autor
Nome completo
Fabiola Fernandez Adechedera
E-mail
Unidade da USP
Área do Conhecimento
Data de Defesa
Imprenta
São Paulo, 2014
Orientador
Banca examinadora
Kanzepolsky, Adriana (Presidente)
Gasparini, Pablo Fernando
Vidal, Paloma
Título em espanhol
Fabio Morábito: poéticas del vaivén. Extranjería, lengua y memoria.
Palavras-chave em espanhol
Autobiografía
Extranjería
Lengua
Memoria
Viaje
Resumo em espanhol
El presente trabajo propone un análisis de la obra poética de Fabio Morábito, conformada por sus tres primeros poemarios titulados: Lotes baldíos, De lunes todo el año y Alguien de lava y del libro de relatos También Berlín se olvida. El primer capítulo se centra en la identificación de los mecanismos de aparición y funcionamiento de la memoria biográfica dentro del discurso lírico, de la apropiación del español como lengua extranjera y de la escritura, así como de la configuración del espacio de la extranjería como lugar de enunciación. La identificación de una primera persona discursiva, que traza el itinerario de las diversas lenguas y ciudades que componen su relato de vida, nos permite realizar una lectura autobiográfica centrada en la discusión sobre la correspondencia entre el yo real y el yo lírico. Seguidamente, analizamos la configuración de la extranjería como lugar de enunciación y de la lengua extranjera como herramienta. El desplazamiento geográfico, la migración, la elección y conquista de una lengua que no es la propia, hacen de Morábito un sujeto nacido en y como un extranjero que, como tal, se apropia de su escritura y de su pasado con una lengua, el español, que no le pertenece por entero. El segundo capítulo tiene como objetivo el análisis del corpus narrativo. También Berlín se olvida se compone de breves relatos que narran las experiencias cotidianas vividas en el transcurso del año de estadía del escritor en esa ciudad. De esa forma, proponemos una reflexión sobre la condición de extranjería como ámbito de la enunciación y como clave para pensar en los mecanismos de autorepresentación del yo en el discurso narrativo y del funcionamiento de la memoria biográfica que en él aparece. Finalmente, se desarrolla una lectura dialógica entre la narrativa y la poesía, basada en la correspondencia entre el lugar de enunciación de cada discurso y también en la reiterativa aparición de ciertas imágenes sobre las cuales parece fundamentarse buena parte del universo literario del autor: el tránsito entre lo fluctuante (el mar, el río, el agua) y lo sólido (el muro, la piedra, la tierra baldía) en devaneo entre las ciudades, las lenguas, los viajes y las mudanzas. Conjuntamente, la reflexión sobre la lengua y sobre el propio proceso de escritura presente en los textos poéticos y narrativos nos permiten configurar un mapa de lectura, una especie de ars poética del autor fundamentada en estos tránsitos
Título em português
Fabio Morabito: poéticas do vaivém: estrangeiro, língua e memória
Palavras-chave em português
Autobiografia
Estrangeiridade
Língua
Memória
Viagem
Resumo em português
O presente trabalho propõe uma análise da obra poética de Fabio Morábito, composta dos seus três primeiros livros de poemas intitulados: Lotes Baldíos, De lunes todo el año y Alguien de lava e do livro de relatos También Berlín se olvida. O primeiro capítulo centra-se na identificação dos mecanismos de aparecimento e funcionamento da memória biográfica dentro do discurso lírico, da apropriação do espanhol como língua estrangeira na qual os textos estão escritos e da configuração do espaço da estrangeiridade como um lugar de enunciação. A identificação de uma primeira pessoa textual, que traça o itinerário das diversas línguas e cidades que compõem seu relato de vida, permite uma leitura autobiográfica centrada na discussão em torno da correspondência entre o eu real e o eu lírico. Seguidamente, analisa-se a configuração da estrangeiridade como lugar de enunciação e a língua estrangeira como ferramenta. O deslocamento geográfico, a migração, a eleição e a conquista de uma língua que não é a própria, como ferramenta com a qual recorda e reconstrói sua historia de vida fazem, desse autor um sujeito nascido em e como um estrangeiro que, como tal, apropria-se de sua escrita e de seu passado, com uma língua, o espanhol, que é sua ainda que não por inteiro. O segundo capítulo centra-se na análise do corpus narrativo. Tambien Berlín se olvida se compõe de breves relatos que narram às experiências cotidianas vividas no decorrer do ano de estadia do escritor nessa cidade. Dessa maneira, se propõe uma reflexão sobre a condição de estrangeiridade como âmbito de enunciação e como uma chave para pensar nos mecanismos de autorrepresentação do eu no discurso narrativo e da memória biográfica que nele aparece. Finalmente, se desenvolve uma leitura dialógica entre a narrativa e a poesia, baseada na correspondência entre o lugar de enunciação de cada discurso e, também, no reiterado aparecimento de certas imagens sobre as quais parece fundamentar-se grande parte do universo literário do autor; o trânsito entre o flutuante (o mar, o rio, a água) e o sólido (o muro, a pedra, o terreno baldio) em devaneio entre as cidades, as línguas, as viagens e a mudança. Conjuntamente, a reflexão sobre a língua e sobre seu próprio processo de escrita presente nos textos poéticos e narrativos nos permitem configurar um mapa de leitura, uma espécie de ars poética do autor fundamentada nesses trânsitos
 
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Data de Publicação
2014-10-03
 
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