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Tese de Doutorado
DOI
10.11606/T.8.2014.tde-02072014-112830
Documento
Autor
Nome completo
Maria Clara Sales Carneiro Sampaio
E-mail
Unidade da USP
Área do Conhecimento
Data de Defesa
Imprenta
São Paulo, 2013
Orientador
Banca examinadora
Machado, Maria Helena Pereira Toledo (Presidente)
Albuquerque, Wlamyra Ribeiro de
Dantas, Monica Duarte
Gomes, Flavio dos Santos
Schwarcz, Lilia Katri Moritz
Título em português
Não diga que não somos brancos: os projetos de colonização para afro-americanos do governo Lincoln na perspectiva do Caribe, América Latina e Brasil dos 1860
Palavras-chave em português
Africanos e afrodescendente
Escravidão e emancipação
História Atlântica
História da América Latina
História do Brasil Império
História do Caribe
História dos Estados Unidos
Mundos do trabalho
Raça e construção nacional
Relações internacionais
Resumo em português
No início da Guerra da Secessão (1861-1865), os Estados Unidos promoveram negociações internacionais que pretendiam transferir seus afrodescendentes, em diversas condições de escravidão e liberdade para diversos países independentes da América Latina e possessões coloniais no Caribe. Ainda que tais negociações não tenham resultado de fato na realocação de homens e mulheres afro-americanos, as trocas diplomáticas, bem como outras fontes documentais, revelaram interessantes debates sobre escravidão, raça, construção nacional e o trabalho dependente no pós-abolição, que fazem do tema uma espécie de microcosmo que abrange questões substanciais que marcaram as mudanças nos mundos do trabalho no século XIX. Os projetos de colonização, como então foram chamados, para população afroamericana foram propostos e negociados por Washington com os seguintes países e colônias abrangidos pelo presente trabalho: Brasil, Equador, atual Panamá (pertencente, à época, à atual Colômbia), Costa Rica, Nicarágua. Honduras, El Salvador, Guatemala, Jamaica, Belize (Honduras Britânicas), Guiana Britânica, Suriname (colônia da Holanda), na ilha dinamarquesa de Santa Cruz, Haiti e Libéria.
Título em inglês
Não diga que não somos brancos: projects of colonization for African-Americans of Lincoln's government in the perspective of the Caribbean, Latin America and Brazil in 1860
Palavras-chave em inglês
Africans and African descendents
Atlantic history
Diplomacy
History of 19th century Brazil
History of the Caribbean
History of the United States
Labor
Latin American history
Race and nation building
Slavery and abolition
Resumo em inglês
In the early years of its Civil War, the United States Government proposed to resettle African- Americans throughout Latin America and the Caribbean. Though these schemes did not ultimately come to fruition, the intentions of the United States and the responses of negotiating nations reflected broader debates on slavery, race, nation building and indenture labor in the post abolition era. These colonization projects, as they were then called, aimed to resettle African-Americans in countries such as Brazil, Ecuador, present-day Panama, Costa Rica, Nicaragua, Honduras, El Salvador, Guatemala, Jamaica, present-day Belize, British Guiana, Surinam, St. Croix Island, Haiti and Liberia.
 
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Data de Publicação
2014-07-02
 
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