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Tese de Doutorado
DOI
10.11606/T.8.2013.tde-24092013-102013
Documento
Autor
Nome completo
Breno Viotto Pedrosa
E-mail
Unidade da USP
Área do Conhecimento
Data de Defesa
Imprenta
São Paulo, 2013
Orientador
Banca examinadora
Mamigonian, Armen (Presidente)
Contel, Fabio Betioli
Eufrasio, Mario Antonio
Pereira, Raquel Maria Fontes do Amaral
Pereira, Sérgio Luiz Nunes
Título em português
Entre as ruínas do muro: a história da geografia crítica sob a ótica da ideia de estrutura 
Palavras-chave em português
Estruturalismo
Geografia crítica
História da geografia
Marxismo
Século XX
Resumo em português
Esta tese busca analisar a história da geografia crítica na França e nos Estados Unidos, principalmente através da concepção de estrutura. A partir de uma compreensão preliminar dos geógrafos anarquistas do século XIX, seguimos para a análise do marxismo e do debate sobre o materialismo geográfico entre geopolíticos e intérpretes do pensamento marxiano na geografia. Após a limitação da possibilidade histórica do desenvolvimento de uma geografia de esquerda na Alemanha, nos voltamos para a análise da geografia francesa que interage com o marxismo devido à resistência ao nazismo e à necessidade de emancipar-se de algumas concepções do pensamento vidaliano. Acompanhamos, então, o rico desenvolvimento da geografia de esquerda como as análises de geografia urbana e econômica, assim como a introdução da temática do subdesenvolvimento. A geografia de esquerda desacelera-se com a crise do marxismo e a ascensão da nova geografia. Contudo, pouco tempo depois, o descrédito da geografia quantitativa, o contexto mundial de lutas revolucionárias e os eventos de maio de 68 fazem surgir a geografia crítica. No caso francês, exploramos as relações entre a geografia de esquerda e o surgimento da geografia crítica; para os Estados Unidos, tentamos demonstrar como alguns de seus desenvolvimentos originam-se da nova geografia quantitativa. Através do estruturalismo althusseriano e os intelectuais que o atacaram, surge o processo de transformação epistemológica e de instituicionalização em que geógrafos outrora marginalizados começam a integrar a academia e desfrutar de um grande capital cultural. No entanto, a institucionalização representa a normatização e a desradicalização. A ascensão do pós-modernismo conjuntamente ao esmorecimento do marxismo em âmbito internacional faz com que o projeto da geografia crítica altere-se profundamente, abrindo precedentes para a consolidação cada vez mais intensa do pós-estruturalismo no final da década de 1980.
Título em inglês
Among the ruins of the wall: the history of the critical geography under the perspective of the idea of structure
Palavras-chave em inglês
Critical geography
History of geography
Marxism
Structuralism
Twentieth century
Resumo em inglês
This thesis analyzes the history of critical geography in France and the United States, primarily through the conception of the structure. Our approach will preliminary understand the nineteenth-century anarchist geographers followed by the analysis of marxisms rise and geographical materialism debate among geopoliticals and interpreters of Marxian thought in geography. After the impossibility to develop a left geography in Germany, we turn to the analysis of French geography interacts with marxism tied to the resistance to nazism and the need to emancipate itself from some conceptions of Vidal de la Blache thought. We see the rich development of left geography in his urban and economic analysis, as well in introducting the theme of underdevelopment. The left geography decelerates with the crisis of marxism and the rise of new geography. However, shortly after the discrediting of quantitative geography, the global context of revolutionary struggles and the events of May 68 give rise to critical geography. In the french case, we explore the relations between the left geography and the emergence of critical geography, and explaning about United States we tried to demonstrate how some of their new developments came from quantitative geography. Through the althusserian structuralism and his criticals is possible to see the epistemological and institutional transformations in which geographers formerly marginalized begin to integrate the university and enjoy a great cultural capital. However, institutionalization is normalization and deradicalization. The insurgency of postmodernism with the demise internationally marxism makes changes in critical geography setting precedents for increasingly consolidation of post-structuralism in the late 1980s.
 
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Data de Publicação
2013-09-24
 
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