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Dissertação de Mestrado
DOI
10.11606/D.8.2009.tde-01122009-113401
Documento
Autor
Nome completo
Adilson Prizmic Momce
E-mail
Unidade da USP
Área do Conhecimento
Data de Defesa
Imprenta
São Paulo, 2009
Orientador
Banca examinadora
Martin, Andre Roberto (Presidente)
Doro, Norma Marinovic
Moraes, Antonio Carlos Robert
Título em português
Nacionalismos dos Eslavos-do-sul de 1848 aos dias de hoje: um estudo sobre a relação entre espaço, identidade e poder
Palavras-chave em português
Estado-Nação
Iugoslávia
Multiétnico
Nacionalismo
Territorialidade
Resumo em português
Esta dissertação reflete sobre os motivos da integração e desmembramento de povos que produzem um espaço comum. Verificam-se aspectos comuns da ideologia iugoslavista do século XIX com as políticas nacionalistas do século XX, visando manifestações de poder comprometidas com a criação de Estados independentes. Sustenta-se que os partidos nacionalistas, antes da 1ª Guerra Mundial, não se rotulavam como partido dos trabalhadores, nem levantavam a bandeira socialista. Além disso, os mentores da unificação dos povos suleslavos almejavam o desenvolvimento comercial e industrial de suas regiões, mas não recebiam apoio das potências européias, nem eram liderados ou financiados por uma elite burguesa. Tentamos demonstrar que, neste primeiro momento do nacionalismo, os eslavosdo- sul realizaram sua união muito mais por iniciativa própria contra a política do Vaticano; contra o atraso feudal; contra a aculturação germânica, e que as intervenções externas favoráveis à formação de Estados eslavos nos Bálcãs foram relevantes somente com o descrédito socialista, uma vez que o Estado iugoslavo não proporcionou a democrática participação entre seus concidadãos nas atividades políticas e econômicas, ensejando o separatismo ultranacionalista. A morte do marechal Tito, em 1980, ressuscitou a intolerância de croatas e eslovenos em relação à centralização governamental dos dirigentes sérvios, os quais não souberam articular uma flexibilização política. É neste segundo momento que as potências internacionais realizaram intervenções concretas a favor da dissidência dos demais nacionalismos latentes, entre os eslavos-do-sul, que acabaram ganhando vida própria, respaldando os emblemas de espaço produzido por cada nacionalidade individualizada, no fundo, uma exploração ideológica de líderes locais formadores de opinião pública, os quais encontraram respaldo no interesse das potências ocidentais em se expandir no Leste Europeu e liquidar o socialismo. Considerando a formação do Estado, seja iugoslavo, sérvio, croata, etc., este estudo expõe a influência política pela ideologia do nacionalismo, mesmo com toda diversidade de religião, de tamanho do espaço compartilhado por comunidades multiétnicas, de diferentes credos e que usam diferentes línguas, na construção de uma nação. Não se questiona aqui a invenção de identidades ou recriação de nações, implicando alteração de territórios e de Estado. Importa verificar se o nacionalismo é um elemento perene de poder, na medida em que sempre pode ser acionado como estratégia política capaz de formar e destruir Estados.
Título em inglês
Nationalism of the Slavs-the-South, 1848 to today: a study on the relationship between space, identity and power
Palavras-chave em inglês
Multiethnic
Nation State
Nationalism
Territoriality
Yugoslavia
Resumo em inglês
This essay reflects on the reasons for integration and disintegration of peoples who have a common area. Checks commonalities between the ideology of the nineteenth century Yugoslavia and the nationalist policies of the twentieth century, to understand the manifestations of power committed to the creation of independent States. Argues that the nationalist parties, before the First World War, is a not labeled as a party of workers, and raised the flag socialist. Also, the mentors of the unification of South Slavic peoples aim the development of its commercial and industrial regions, but not received support from European powers, nor were led or financed by the bourgeois elite. We tried to demonstrate that in this first moment of nationalism, the Slavs of the south-union held their own for much against the policy of the Vatican, against feudal backwardness, against acculturation Germanic, and that external interventions in favor of the formation of the Slavs in the Balkans were relevant only to discredit socialist, since the State did not provide the Yugoslavian democratic participation among citizens in their political and economic activities, shares rise separatist groups ultranationalists. In the federative socialist system, from the Second World War, the Marshal Tito fought against the domination of the Nazis and Soviets and won power by forcing a 'hybridization' of the South Slavs, in order to eliminate cultural differences in their territory. The death of this leader, in 1980, raised the intolerance of Croats and Slovenes on the centralized government of Serbian leaders, who have not articulated a flexible politics. This is the second time that the powers held international assistance to promote the secession of the other latent nationalism, which eventually gained a life of its own, backed emblems of space produced by each individual nationality, basically, an ideological exploitation of local leaders shapers of public opinion, which found support in the interest of Western powers in expanding in Eastern Europe and still socialism. Whereas the formation of the State, is Yugoslavian, Serbian, Croatian, etc.., this study exposes the political influence by the ideology of nationalism, even with all diversity of religion, size of space shared by multiethnic communities of different faiths and that use different languages, in building a nation. Question here is not the invention or recreation of identities of nations, involving change of state and territory. It verifys that nationalism is a perennial power in that it can always be executed as a political strategy capable of forming and destroy States.
 
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Data de Publicação
2009-12-02
 
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