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Dissertação de Mestrado
DOI
10.11606/D.8.2018.tde-12122018-171954
Documento
Autor
Nome completo
Carolina Cordeiro Mazzariello
E-mail
Unidade da USP
Área do Conhecimento
Data de Defesa
Imprenta
São Paulo, 2017
Orientador
Banca examinadora
Simoes, Julio Assis (Presidente)
Almeida, Heloisa Buarque de
Paiva, Vera Silvia Facciolla
Terto Junior, Veriano de Souza
Título em português
Sexualidade e prevenção do HIV/Aids entre jovens gays numa favela de São Paulo
Palavras-chave em português
HIV/Aids
Homossexualidade
Jovens
Prevenção
Sexualidade
Resumo em português
A partir de uma pesquisa etnográfica realizada em uma comunidade popular na cidade de São Paulo, este trabalho objetivou analisar as experiências socioculturais e os valores que norteiam o exercício da sexualidade e das práticas afetivas entre um grupo de jovens gays (na faixa entre 18 e 28 anos de idade). Mais especificamente, buscou compreender como tais valores socioculturais influenciam o modo como se dão as escolhas e o cuidado com a saúde referente às práticas preventivas ao HIV/Aids. O texto aborda as dificuldades enfrentadas por estes jovens em relação ao exercício da sexualidade relacionado ao processo de coming out no ambiente familiar. Processo que implica a reorganizacao dos vinculos e é marcado por sentimentos de vergonha, culpa e medo, elementos que dificultam a autonomia e a gestão dos corpos associados à sexualidade e afetividade. Aborda ainda, como a escola é ao mesmo tempo um espaço de trocas, aprendizado, de descoberta e encontro com os pares, mas também um ambiente muitas vezes hostil e marcado pela violência homofóbica. Entretanto, mesmo diante das disparidades de abordagens e conteúdos, muitas vezes insuficientes, a escola revelou-se como o local privilegiado para o aprendizado sobre sexualidade e doenças sexualmente transmissíveis. Por fim, trata das decisões relativas à prevenção ao HIV/Aids. Vale pontuar que persiste a ideia do sexo como força instintiva e o desejo como algo incontrolável. E que ainda que eles demonstrem medo em relação à Aids, o sexo sem preservativo é recorrente, principalmente com parceiros em que a confiança se revela, noção baseada principalmente no tempo em que se conhece o parceiro. Geralmente as decisões por usar ou não preservativo são tomadas em silêncio, o que indica dificuldade por parte deles em abordar a questão. Apesar dos recursos limitados e um sentimento geral de desamparo e insegurança, esses jovens têm encontrado, no entanto, uma maneira de garantir seu direito ao exercício da sexualidade.
Título em inglês
Sexuality and HIV/Aids prevention among young gay men at Heliópolis community, São Paulo 
Palavras-chave em inglês
HIV/Aids
Homosexuality
Prevention
Sexuality
Young
Resumo em inglês
Based on an ethnographic research carried out in a popular community located in the city of São Paulo, Brazil, this research aims to analyze the sociocultural values and experiences that serves as a guide to affective and sexual practices within a group of young lower-class Brazilian gays (aged between 18 and 28-years-old). More specifically, this study shows how such sociocultural values influence the way these young gays chose to take care of their health in relation with HIV/Aids prevention. The text deals with the difficulties faced by these young people in relation to the exercise of sexuality related to process coming out in the family environment. A process the involves reorganization of the bonds and marked by feelings of shame, guilt and fear, elements that hinder the autonomy and the management of the bodies associated with sexuality and affectivity. It also addresses how school is at the same time a space of exchange, learning, discovery and meeting with peers, but also an environment often hostile and marked by homophobic violence. However, even in the face of disparate approaches and content, often insufficient, the school proved to be the privileged place for learning about sexuality and gender, and also about HIV and sexually transmitted diseases. Finally, it addresses how the decisions about HIV/AIDS prevention are taken. It is worth pointing out that persists the idea of sex as an instinctive force and desire as something uncontrollable. And that even if they show fear in relation to AIDS, sex without a condom is recurrent, especially with partners whom the idea of confidence is revealed, a notion based mainly on the amount the time which the partner is known. Usually the decisions to use or not condoms are taken in silence, which indicates a difficulty for them to approach the question. Despite limited resources and a general feeling of helplessness and insecurity, these young people have found nevertheless a way to guarantee their right to the exercise of sexuality.
 
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Data de Publicação
2018-12-12
 
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