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Tese de Doutorado
DOI
10.11606/T.8.2015.tde-29092015-125546
Documento
Autor
Nome completo
Daniel Quaresma Figueira Soares
E-mail
Unidade da USP
Área do Conhecimento
Data de Defesa
Imprenta
São Paulo, 2015
Orientador
Banca examinadora
Brandão, Eduardo (Presidente)
Cacciola, Maria Lucia Mello e Oliveira
Giacoia Junior, Oswaldo
Ramos, Flamarion Caldeira
Santana, Kleverton Bacelar
Título em português
Nietzsche e a autossuperação da filosofia da vontade: uma interpretação sobre o papel da recepção de Schopenhauer no percurso da obra nietzschiana
Palavras-chave em português
Nietzsche
Schopenhauer
Vida
Vontade
Vontade de potência
Resumo em português
Esta tese aborda alguns aspectos da recepção de Schopenhauer durante o percurso da obra de Nietzsche, procurando compreender sobretudo o papel desempenhado pelo autor de O mundo como vontade e representação no desenvolvimento do pensamento nietzschiano. A primeira parte analisa o período de juventude da obra nietzschiana, almejando evidenciar uma peculiaridade na relação de filiação existente entre o jovem filólogo e seu denominado educador. A aparente simplicidade da relação entre um discípulo e seu mestre, sugerida pela constatação de que Nietzsche assume grande parte da doutrina schopenhaueriana durante este período de sua obra, torna-se problemática ao percebermos uma diferença crucial de posicionamento ante a questão fundamental proposta por Schopenhauer e recebida por Nietzsche como orientadora de seu pensamento: a questão do valor da vida. Esta análise insere-se numa reflexão sobre a própria concepção de filosofia. Já na segunda parte, trata-se de abordar o período intermediário da obra de Nietzsche, procurando matizar a conhecida ruptura nietzschiana em relação a Schopenhauer durante este período. O intuito principal desta parte é expor como, ao mesmo tempo em que passa a rejeitar e tecer diversas críticas à doutrina schopenhaueriana, Nietzsche permanece ainda orbitando no horizonte daquela questão fundamental proposta por Schopenhauer. Na terceira parte, procura-se demonstrar como Nietzsche efetua uma autossuperação da filosofia da vontade ao elaborar uma nova concepção do querer, na medida em que a noção de vontade de potência é erigida tendo como pano de fundo o questionamento de um pressuposto velado que sustentava a filosofia de Schopenhauer. A partir dessa nova compreensão do querer, Nietzsche é capaz tanto de reelaborar algumas noções que apareciam desde o início de sua trajetória quanto de formalizar o derradeiro papel de Schopenhauer na constituição de seu próprio pensamento: para isso, será necessária uma contextualização e depuração daquela questão fundamental.
Título em inglês
Nietzsche and the overcoming of the philosophy of will: an interpretation of the role of Schopenhauer's reception in the course of Nietzsche's work
Palavras-chave em inglês
Life
Nietzsche
Schopenhauer
Will
Will to power
Resumo em inglês
This thesis deals with some aspects of Schopenhauers reception during the course of Nietzsches work, aiming mainly at understanding the role played by the author of The World as Will and Representation in the development of Nietzschean thought. The first part analyzes the period of the youth of Nietzschean work, intending to evince a peculiarity in the relation of filiation existing between the young philologist and his so-called educator. The apparent simplicity of the relation between a learner and his master, suggested by the verification that Nietzsche largely assumes Schopenhauerian doctrine during this period of his work, becomes problematic as we notice a crucial difference of position when facing the fundamental question proposed by Schopenhauer and received by Nietzsche as a guideline for his thought: the question of the value of life. This analysis is part of a reflection on the conception of philosophy itself. The second part approaches the middle period of Nietzsches work, looking for the nuances of the known Nietzschean rupture in relation to Schopenhauer during this period. The main goal of this part is to show how, while rejecting and criticizing Schopenhauerian doctrine, Nietzsche continues to orbit in the horizon of that fundamental question proposed by Schopenhauer. In the third part, we seek to demonstrate how Nietzsche overcomes the philosophy of Will as he elaborates a new conception of will; the notion of will to power is built having as background the questioning of a hidden presupposition that held Schopenhauers philosophy. From this new way to understand the will, Nietzsche is able to re-elaborate some notions that were present since the beginning of his work and to formalize the last role of Schopenhauer in the constitution of his own thought: for this, it will be necessary to contextualize and depurate that fundamental question.
 
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Data de Publicação
2015-09-29
 
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