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Tese de Doutorado
Documento
Autor
Nome completo
Marie Jesie Carrillo Barrera
E-mail
Unidade da USP
Área do Conhecimento
Data de Defesa
Imprenta
São Paulo, 2017
Orientador
Banca examinadora
Sousa, Regina Marcia Cardoso de (Presidente)
Nogueira, Lilia de Souza
Padilha, Katia Grillo
Valenzuela, Paulina Fabiola Bravo
Whitaker, Iveth Yamaguchi
Título em espanhol
Deterioro fisiopatológico y mortalidad, de pacientes críticos adultos sometidos a traslado por móviles del servicio de atención médica de urgencia del área metropolitana, Santiago de Chile
Palavras-chave em espanhol
Cuidados críticos
Servicios médicos de emergencia
Transferencia de pacientes
Transporte interhospitalario
Resumo em espanhol
Introducción: El transporte interhospitalario de los pacientes graves, conlleva un riesgo de deterioro y muerte, es necesario conocer los factores que intervienen en este riesgo para evitar daños en estos temas. Objetivo: Identificar los factores predictivos de deterioro fisiopatológico durante el traslado y muerte ocurrida durante las primeras 24 horas posterior al transporte interhospitalario, de pacientes adultos transferidos a Unidades de Paciente critico (UPC). Método: Se realizó un estudio de cohorte prospectivo en una muestra de 3629 pacientes trasladados a UPC por las unidades de móviles del Servicio de Atención Médica Sistema de Urgencia (SAMU) en el área metropolitana, Santiago de Chile. El deterioro de los transportados fue identificado por el resultado de la Puntuación de Escala Rápida de Emergencia (REMS) al principio y al final del transporte. Se utilizó la regresión logística múltiple para identificar los modelos de predicción de la muerte, deterioro fisiopatológico y deterioro fisiopatológico seguido de la muerte. Resultados: La mayoría de los transportados eran hombres (61,9%), con una edad media de 57 años (sd = 17,4), el REMS inicial promedio fue de 7,1 (sd = 4,4) y el final de 7,4 (sd = 4,7). De los transportados el 35,4% tenían comorbilidades y en 54,4% la causa de la atención urgente era cardiovascular, soporte hemodinámico durante el transporte era necesaria en el 15,6% de la muestra y ventilatorio en el 26,4%. La transferencia predominaba entre los hospitales terciarios (77,7%) siendo la principal razón la falta de camas de UPC en estos hospitales (54,7%). La trayectoria promedió 17,3 (sd = 15,2) Km y la duración fue de 53,3 (sd = 29,0) minutos. El promedio del tiempo de espera después de la solicitud del transporte fue de aproximadamente una hora. La mortalidad fue del 4,5% y el deterioro fisiopatológico se produjo en el 24,4% de los transportados. Las siguientes condiciones del inicio del transporte permanecieron en los modelos: para muerte - origen hospital terciario (OR=0,358; IC95%=0,255-0,503), el uso de soporte hemodinámico (OR=2,561; IC95%=1,787-3,671), Saturación de oxígeno (SatO2) (OR=0,933; IC95%=0,912-0,955) y REMS (OR=1,139; IC95%=1,096-1,184); para deterioro fisiopatológico - origen hospital terciario (OR=0,698; IC95%=0,575-0,847), el tiempo de espera (OR=0,985; IC95%=0,980-0,990), duración del transporte (OR=0,995; IC95%=0,992-0,998), el sexo femenino (OR=1,334; IC95%=1,134-1,569), el uso de soporte hemodinámico (OR=1,694; IC95%=1,364-2,090) y la ventilación (OR=2,399; IC95%=1,697-3,392 para el bolsa manual y OR=2,084; IC95%=1,425-3,047 para el ventilación mecánica), SatO2 (OR=0,946; IC95%=0,928-0,964), la Escala de Coma de Glasgow (ECG) (OR=0,961; IC95%=0,932-0,991) frecuencia respiratoria (FR) (OR=1,025; IC95%=1,012-1,039), la presión arterial sistólica (PAS) (OR=0,997; IC95%=0,994=1,00) y REMS (OR=0,951; IC95%=0,923- 0,979); para deterioro fisiopatológico y muerte - hospital terciario de origen (OR=0,449; IC95%=0.270-0.748), el uso de soporte hemodinámico (OR=4,462; IC95%: 2.636-7.551), el soporte ventilatorio con la bolsa manual (OR=2,650; IC95%=1,557-4,513), SatO2 (OR=0,908; IC95%=0,883-0,934) y PAS (OR=0,990; IC95%=0,982-0,999). Conclusión: Hubo factores de protección para el transporte de pacientes, como el hospital de origen nivel terciario y la SatO2 inicial alta, el uso de soporte hemodinámico fue un factor de riesgo. Para deterioro fisiopatológico, con o sin resultado de muerte, una PAS alta fue un factor protector y el uso de bolsa manual para la ventilación fue un factor de riesgo. Para los que tenían sólo deterioro fisiopatológico, el nivel de ECG alto, con un tiempo de espera más largo y la duración de la transferencia eran factores protectores, el sexo femenino fue un riesgo y la FR y la ventilación mecánica. El REMS mas elevado fue un factor de protección para deterioro fisiopatológico y riesgo para muerte.
Título em português
Deterioração fisiopatológico e mortalidade de pacientes críticos adultos submetidos a traslado inter hospitalar por unidades móveis do Serviço de Atenção Médica de Urgência da área metropolitana, Santiago de Chile
Palavras-chave em português
Cuidados críticos
Serviços Médicos de Emergência
Transferência de pacientes
Transporte inter hospitalar
Resumo em português
Introdução: O transporte inter hospitalar de pacientes graves, implica em risco de piora e morte dos transportados sendo necessário conhecer os fatores envolvidos neste risco para evitar danos a esses sujeitos. Objetivo: Identificar os fatores preditivos de piora das condições fisiológicas durante o traslado e morte até 24 horas após o transporte de adultos transferidos a Unidades de Pacientes Críticos (UPC). Método: Realizou-se um estudo de coorte prospectivo, em uma amostra de 3629 trasladados a UPC por unidades de suporte avançado do Sistema de Atención Médica de Urgencia (SAMU) da área Metropolitana, Santiago de Chile. A piora dos transportados foi identificada pelo resultado do Rapid Emergency Medicine Score (REMS) no início e termino do transporte. A regressão logística múltipla foi utilizada para identificar modelos preditivos para morte, piora e piora seguida de morte. Resultados: A maioria dos transportados eram homens (61,9%), media de idade de 57 anos (dp=17,4), o valor médio do REMS inicial foi de 7,1 (dp=4,4) e final de 7,4 (dp=4,7). Dos transportados 35,4% apresentava comorbidades e em 54,4% a causa de atenção de urgência foi cardiovascular. O apoio hemodinâmico durante o transporte foi necessário em 15,6% da amostra e o ventilatório em 26,4%. Predominou a transferência entre hospitais terciários (77,7%) sendo o principal motivo a falta de leitos de UPC nesses hospitais (54,7%). O trajeto foi em média de 17,3 (dp=15,2) Km e a duração foi de 53,3 (dp=29,0) minutos. O tempo médio de espera após solicitação do transporte foi de aproximadamente uma hora. A mortalidade foi de 4,5% e a piora ocorreu em 24,4% dos transportados. As seguintes condições do início do transporte permaneceram nos modelos: para morte - hospital de origem terciário (OR=0,358; IC95%=0,255-0,503), uso de apoio hemodinâmico (OR=2,561; IC95%=1,787-3,671), Saturação de oxigênio (Sat O2) (OR=0,933; IC95%=0,912-0,955) e REMS (OR=1,139; IC95%=1,096-1,184); para piora - hospital de origem terciário (OR=0,698; IC95%=0,575-0,847), tempo de espera (OR=0,985; IC95%=0,980-0,990), duração do transporte (OR=0,995; IC95%=0,992-0,998), gênero feminino (OR=1,334; IC95%=1,134-1,569), uso de apoio hemodinâmico (OR=1,694; IC95%=1,364-2,090) e ventilatório (OR=2,399; IC95%=1,697-3,392 para bolsa manual e OR=2,084; IC95%=1,425-3,047 para ventilação mecânica), SatO2 (OR=0,946; IC95%=0,928-0,964), Escala de Coma de Glasgow (ECG) (OR=0,961; IC95%=0,932-0,991), frequência respiratória (FR) (OR=1,025; IC95%=1,012-1,039), pressão arterial sistólica (PAS) (OR=0,997; IC95%=0,994-1,00) e REMS (OR=0,951; IC95%=0,923-0,979); para piora seguida de morte - origem de hospital terciário (OR=0,449; IC95%=0,270-0,748), uso de apoio hemodinâmico(OR=4,462; IC95%=2,636-7,551), apoio ventilatório com bolsa manual (OR=2,650; IC95%=1,557-4,513), SatO2 (OR=0,908; IC95%=0,883-0,934) e PAS (OR=0,990; IC95%=0,982-0,999). Conclusão: Foram fatores protetores para o transporte dos pacientes a origem de hospital terciário e a SatO2 inicial elevada, o uso de apoio hemodinâmico foi fator de risco. Para piora, seguida ou não de morte, PAS mais elevada foi fator protetor e uso de bolsa manual para ventilação foi risco. Para os que apresentaram somente piora a ECG elevada junto ao maior tempo de espera e duração da transferência foram fatores protetores, sexo feminino foi risco, assim como FR elevada e ventilação mecânica. O REMS mais elevado foi um fator de proteção para piora e risco para morte.
 
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Data de Publicação
2017-11-16
 
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