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Dissertação de Mestrado
Documento
Autor
Nome completo
Natalia Cristina Reinaldo Mariano
E-mail
Unidade da USP
Área do Conhecimento
Data de Defesa
Imprenta
Bauru, 2015
Orientador
Banca examinadora
Soares, Simone (Presidente)
Almeida, Ana Lúcia Pompéia Fraga de
Guiotti, Aimée Maria
Título em português
Impacto das disfunções orofaciais na qualidade de vida de pacientes com e sem fissuras labiopalatinas
Palavras-chave em português
Fissura labial
fissura palatina
qualidade de vida
Resumo em português
O presente estudo avaliou as disfunções orofaciais em pacientes com e sem fissuras labiopalatinas e correlacionou com qualidade de vida. Foram selecionados 120 pacientes, de 35 a 65 anos do Hospital de Reabilitação de Anomalias Craniofaciais/USP e da Faculdade de Odontologia de Bauru FOB/USP. Os pacientes selecionados foram divididos em 2 grupos: grupo controle (GC) e grupo fissura (GF): 60 pacientes em cada grupo (30 homens e 30 mulheres). Cada paciente passou por uma entrevista e por uma avaliação clínica, através dos instrumentos NOT-S (disfunção orofacial) e SF-36 (saúde relacionada a qualidade de vida). A pontuação foi obtida e tabulada para cada instrumento específico. O teste estatístico de Mann-Whitney foi aplicado para avaliar grupos e gêneros no desempenho de NOT-S e SF-36 e o Teste Qui-quadrado associou o desempenho entre NOT-S, nos gêneros e grupos. Para correlacionar os instrumentos utilizou-se o Coeficiente de correlação de Spearman. Nível de significância de 5% foi adotado para todos os testes estatísticos. O índice de concordância intra-examinador foi K=0,63. Ao avaliar os valores de NOT-S entre os grupos, houve diferença estatisticamente significativa para os gêneros (p<0,001), entretanto quando avaliou-se os gêneros no mesmo grupo não houve diferença. Na avaliação do desempenho dos domínios de NOT-S entre GC e GF, houve diferença estatística ao associar os grupos nos domínios II (p=0,021), IV (p<0,001) e VI (p=0,002) na entrevista, e em todos os domínios do exame (p<0,001). Na avaliação dos domínios do SF-36 com os grupos observou-se médias de valores maiores em todos os domínios, com diferença estatística para: estado geral de saúde (p=0,003), aspectos físicos (p=0,014), aspectos sociais (p<0,001), e vitalidade (p=0,006). Ao associar o questionário SF-36 entre os gêneros e os grupos houve diferença estatística para o gênero feminino nos seguintes domínios: estado geral de saúde (p=0,002), aspectos sociais (p=0,003) e vitalidade (p=0,036). Na correlação entre os domínios de SF-36 e NOT-S para o grupo GC verificou-se diferença estatística apenas para o domínio estado geral de saúde (p=0,047). No grupo GF observou-se que houve correlação do NOT-S com SF-36 nos seguintes domínios: estado geral de saúde (p=0,004), limitação por aspectos emocionais (p=0,028) e vitalidade (p=0,05), ou seja, quanto menor o valor de NOT-S, melhor o estado geral de saúde, limitação por aspectos emocionais e vitalidade. Conclui-se que a prevalência da disfunção orofacial em pacientes com fissura labiopalatina é maior que em pacientes sem fissura labiopalatina; que a disfunção orofacial impacta negativamente a qualidade de vida dos pacientes com fissura nos domínios: estado geral de saúde, limitação por aspectos emocionais e vitalidade e que há diferença na prevalência da disfunção orofacial entre os gêneros para os pacientes com e sem fissura labiopalatina.
Título em inglês
Impact of orofacial dysfunctions on quality of life of patients with or without cleft lip and palate
Palavras-chave em inglês
Cleft lip
cleft palate
quality of life
Resumo em inglês
This study assessed the orofacial dysfunctions in patients with and without cleft lip and palate and correlated with quality of life. We selected 120 patients, 35-65 years Anomalies Rehabilitation Hospital Craniofacial / USP and Bauru Dental School FOB/USP. The selected patients were divided into 2 groups: control group (CG) and fissure group (GF): 60 patients in each group (30 men and 30 women). Each patient underwent an interview and a clinical evaluation through NOT-S instruments (orofacial dysfunctions) and SF-36 (health related quality of life). The score was obtained and tabulated for each specific instrument. The statistical test of Mann-Whitney was applied to evaluate groups and genres in performing NOT-S and SF-36 and the chi-square test associated performance between NOT-S, the genres and groups. To correlate the instruments we used the Spearman correlation coefficient. 5% significance level was adopted for all statistical tests. The intra-examiner agreement index was K=0.63. When evaluating the NOT-S values between the groups, there were statistically significant differences for sexes (p<0.001), however when we evaluated the genders in the same group there was no difference. In performance evaluation of areas of NOT-S between GC and GF, was no statistical difference by associating groups in areas II (p=0.021), IV (p<0.001) and VI (p=0.002) in the interview, and in all areas of the test (p<0.001). In the evaluation of the SF-36 with the groups observed average higher valuesin all areas, with statistical difference for: general health (p=0.003), physical (p=0.014), social functioning (p<0.001), and vitality (p=0.006). By associating the SF-36 questionnaire between genders and groups was no statistical difference for females in the following areas: general health (p=0.002), social functioning (p=0.003) and vitality (p=0.036). The correlation between the domains of SF-36 and NOT-S for the control group there was significant difference only for the domain general health (p=0.047). In GF group we noted that there was correlation NOT-S with SF-36 in the following areas: general health (p=0.004), role emotional (p=0.028) and vitality (p=0.05) that is, the lower the value of NOT-S, better general health, role emotional and vitality. It concludes that the prevalence of orofacial dysfunctions in patients with cleft lip and palate is higher than in patients without cleft lip and palate; the orofacial dysfunctions adversely impacts the quality of life of patients with cleft in the areas: general health, role emotional and vitality and that no difference in the prevalence of orofacial dysfunctions between genders for patients with and without cleft lip and palate.
 
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Data de Publicação
2016-03-09
 
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