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Dissertação de Mestrado
DOI
10.11606/D.6.2013.tde-18062014-121255
Documento
Autor
Nome completo
Rubens Landin
E-mail
Unidade da USP
Área do Conhecimento
Data de Defesa
Imprenta
São Paulo, 2013
Orientador
Banca examinadora
Giatti, Leandro Luiz (Presidente)
Cutolo, Silvana Audrá
Sinisgalli, Paulo Antonio de Almeida
Título em português
Mudanças climáticas, impactos urbanos e a capacidade de adaptação: um estudo crítico sobre a inserção do Setor Saúde na Política de Mudança do Clima do Município de São Paulo
Palavras-chave em português
Mudanças Climáticas
Políticas Públicas
Saúde
Resumo em português
A cartografia atual de nossas metrópoles tem origens históricas perturbadoras e disputadas por interesses hegemônicos capazes de se apoderarem de forma desigual do território. A urbanização da Cidade de São Paulo é caracterizada por um processo de construção social excludente e de supressão da maioria, que inviabilizou a criação de um modelo espacial urbano coletivamente mais justo. Embora a constância dos eventos climáticos extremos e as transformações ambientais sejam um componente a mais no desequilíbrio entre o espaço urbano construído e o ajuste ao ambiente, as consequências colhidas hoje não são apenas resultado da diagnosticada mudança climática em curso. Na verdade, ela potencializa os déficits que por anos acumularam-se ao produzir um espaço urbano que relevou fatores ambientais em sua gestão, construção e planejamento. Como estratégia de enfrentamento, o Município de São Paulo criou, em 2009, a Política Municipal de Mudança do Clima, cujo objetivo principal é alcançar a estabilização das concentrações de gases de efeito estufa na atmosfera, em um nível que impeça uma interferência antrópica perigosa no sistema climático. Esta dissertação teve como objetivo analisar a Política Municipal de Mudança do Clima a partir da inserção do Setor Saúde e de ações intersetoriais decorrentes. Utilizou-se como metodologia o modelo de Análise de Conteúdo. Concluiu-se ser refutável a hipótese da pesquisa em que se afirmava que o Setor Saúde teria suas atribuições restritas para realizar o monitoramento da qualidade do ar. Ao contrário, observou-se um redirecionamento de suas ações, em que se estabeleceu uma relação dialética intersetorial positiva, nutrindo-se, na fase de implementação, de novas forçantes políticas, tangenciando e agregando potencialidades e vulnerabilidades restritas a outras políticas já existentes e, com isso, ampliando suas dimensões no sentido da prevenção e promoção da saúde.
Título em inglês
Climate change impacts and urban adaptability: a critical study of the insertion of the Health Sector in Climate Change Policy in São Paulo
Palavras-chave em inglês
Climate Change
Health
Public Policies
Resumo em inglês
The current cartography of our metropolis has disturbing historical origins disputed by hegemonic interests able to unevenly seize the territory. The urbanization of the city of São Paulo is characterized by a process of social exclusion and suppression of the majority, which made unfeasible the creation of an urban spatial model collectively fairer. Although constancy of extreme weather events and environmental transformations are another component in the unbalance between the urban built environment and natural environment, the consequences obtained today are not only a result of the diagnosed climate change in progress. In fact, this maximizes the deficits which accumulated for years to produce an urban space that relented environmental factors in their management, construction and planning. As a coping strategy, the municipality of São Paulo created in 2009, the Municipal Policy on Climate Change, whose main objective is to achieve stabilization of greenhouse gases concentrations in the atmosphere at a level able to prevent dangerous anthropogenic interference in the climatic system. This dissertation aimed to analyze the Municipal Policy on Climate Change from the insertion of the Health Sector and derived intersectoral actions. The Content Analysis model was used as methodology. It is concluded that the research hypothesis, which stated that the health sector would have their attributions restricted to perform the monitoring of air quality, was refutable. Instead, there was a redirection of their actions, in which a dialectical intersectoral positive relationship was established, supporting, in the implementation phase, new political forcings, adding capabilities and vulnerabilities restricted to other existing policies and with it, enlarging its dimensions towards prevention and health promotion.
 
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RubensLandin.pdf (2.03 Mbytes)
Data de Publicação
2014-09-09
 
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