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Dissertação de Mestrado
DOI
10.11606/D.58.2012.tde-18092012-160925
Documento
Autor
Nome completo
Lívia Alves Corrêa Moretti
E-mail
Unidade da USP
Área do Conhecimento
Data de Defesa
Imprenta
Ribeirão Preto, 2012
Orientador
Banca examinadora
Consolaro, Alberto (Presidente)
Martins Junior, Walter
Salata, Luiz Antonio
Título em português
Microtopografia de implantes de titânio com diferentes tratamentos de superfícies à microscopia eletrônica de varredura e de força atômica
Palavras-chave em português
implantes dentários
MEV
MFA
superfície de implante
Resumo em português
INTRODUÇÃO: A qualidade da interface osso-implante pode ser influenciada diretamente pela rugosidade da superfície e determina a forma como as células interagem, aderem-se e fixam-se a ela, podendo potencializar e encurtar o tempo de osseointegração. Este estudo propôs-se analisar qualitativamente a topografia e arquitetura de diferentes superfícies de implantes dentários, compará-las, descrevê-las e correlacioná-las com os possíveis eventos moleculares e celulares iniciais da osseointegração. MATERIAIS E MÉTODOS: cinco implantes com diferentes tratamentos de superfície foram analisados em três diferentes áreas: apical, região de roscas (topos, flancos e vales) e região cervical por microscopia eletrônica de varredura (MEV) e topo do ápice em microscopia de força atômica (MFA). RESULTADOS: as superfícies dos implantes NanoTite®, SLA® e Xive® TG plus, no MEV, são semelhantes pelo seu aspecto de lacunas, diferindo no plano superficial; a superfície do implantes TiUnite® apresenta características coraliformes/vulcanoides, enquanto a do implante Exopro® apresenta estrias em formas de pequenos sulcos. A rugosidade média (Ra) à MFA, apresentou-se maior no implante TiUnite®, seguido pelos implantes Xive®TG plus, NanoTite®, Exopro® e SLA®. A área analisada se restringe a pequenos pontos (nanométricos), que não possibilita uma visão panorâmica de todas as estruturas (micrométricas), e consequentemente não permite uma real comparação da rugosidade. CONCLUSÕES: a metodologia ideal para análise das superfícies com o objetivo de compreender como as células às colonizam e se aderem deve ser em escala micrométrica, destacando-se à MEV em detrimento da MFA. As duas metodologias, MEV e MFA, são fundamentais na análise de superfície de implantes dentários, porém devem ser conjuntamente e/ou simultaneamente empregadas. A MFA parece ser a mais adequada para estudos que visem a interação da superfície dos implantes com estrutura de nível molecular e à MEV, no nível celular. Cada tratamento de superfície promove um tipo específico de topografia, cujos benefícios moleculares, teciduais e clínicos devem ser estudados caso a caso.
Título em inglês
Microtopography of titanium implants with different surface treatments scanning in electronic microscopy and atomic force microscopy
Palavras-chave em inglês
AFM
dental implants
implant surface
SEM
Resumo em inglês
Introduction: Bone-implant interface quality may be influenced by surface roughness and determines how cells interact, cling to and fix to, therefore can enhance and shorten the time for osseointegration. This study aims to analyze qualitatively the topography and architecture of different dental implants surfaces, to compare and describe them. MATERIALS AND METHODS: five implants with different surface treatments were evaluated in three different areas: apical, region of threads (tops, sides and valleys) and cervical region by scanning electron microscopy (SEM) and atomic force microscopy (AFM), correlating the possible molecular and cellular initials events of osseointegration. RESULTS: the surfaces of the implants NanoTite®, SLA® and ® Xive® TG plus, in the SEM, are similar by their appearance of gaps, although they differ in surface plane; the surface of TiUnite® implants have features such as corals and/or volcanos, while the implant Exopro ® has stretch marks in form of small grooves. The average roughness (Ra) to the AFM, appeared higher in TiUnite ® implant, followed by Xive® TG plus NanoTite®, Exopro® and SLA® implants. The area analyzed in the AFM, is restricted to small points (nanometrics), and do not allow denote a panoramic view of all structures (micrometrics), not allowing a real comparison of surface roughness. CONCLUSIONS: the optimal methodology for surfaces analysis with the objective of understanding how the cells colonize and fix to dental implants should be in the micrometer scale, highlighting the SEM over AFM. The AFM seems to be most suitable for studies aiming the interaction of the implant surface with molecular-level and SEM at the cellular level. Each treatment promotes a specific surface topography whose benefits molecular, tissue, and clinical should be studied separately.
 
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Data de Publicação
2013-02-08
 
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