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Tese de Doutorado
Documento
Autor
Nome completo
Eduardo Baptista
E-mail
Unidade da USP
Área do Conhecimento
Data de Defesa
Imprenta
São Paulo, 2018
Orientador
Banca examinadora
Rodrigues, Marcelo Bordalo (Presidente)
Aihara, André Yui
Ferreira Neto, Arnaldo Amado
Lucato, Leandro Tavares
Título em português
Acurácia da ressonância magnética na detecção de roturas e de instabilidade na porção intra-articular do tendão da cabeça longa do bíceps braquial em pacientes submetidos a reparo do manguito rotador
Palavras-chave em português
Articulação do ombro
Imagem por ressonância magnética
Ruptura
Sensibilidade e especificidade
Tendões
Variações dependentes do observador
Resumo em português
A literatura a respeito da capacidade da ressonância magnética em avaliar as afecções do tendão da cabeça longa do bíceps é escassa, a despeito da importância destas condições na gênese da dor e da disfunção do ombro. O objetivo primário deste estudo foi analisar o desempenho diagnóstico da ressonância magnética na detecção de roturas e de instabilidade na porção intra-articular deste tendão, comparando os achados de imagem com os dados de cirurgia artroscópica (padrão de referência). Foram objetivos secundários determinar as reprodutibilidades intraobservador e interobservador, avaliar a capacidade da ressonância magnética em classificar os tipos de rotura, avaliar a acurácia da associação entre alterações tendíneas e roturas do manguito rotador na instabilidade, além de pesquisar fatores preditores da acurácia da ressonância magnética. Foi realizado estudo transversal, com segmentos retrospectivo e prospectivo. Os critérios de inclusão foram indicação de cirurgia artroscópica do ombro para reparo do manguito rotador e exame de ressonância magnética préoperatória. Os critérios de exclusão foram: manipulação cirúrgica pregressa no ombro estudado; exames com imagens de má qualidade; intervalo entre exame pré-operatório e procedimento cirúrgico superior a um ano; indicação de técnica cirúrgica por via aberta. Foram estudados 100 ombros de 98 pacientes, operados consecutivamente de abril de 2013 a março de 2017 (47 meses). Todos os pacientes realizaram ressonância magnética de 1,5 Tesla em nossa instituição, sem utilização de contraste intra-articular. Todas as cirurgias foram realizadas pelos mesmos 3 cirurgiões, com 10 a 12 anos de experiência em cirurgia do ombro e cotovelo. Dois radiologistas, com 4 e 8 anos de experiência na área musculoesquelética, avaliaram as imagens de todos os exames, de forma independente e sem conhecimento prévio dos resultados intra-operatórios. Os mesmos casos foram revistos por um dos radiologistas, 4 meses após a primeira análise. Nossos resultados demostraram desempenho diagnóstico moderado da ressonância magnética para detecção de roturas do bíceps, com sensibilidades entre 71,1% a 73,3%, especificidades de 72,7% e acurácia entre 72 e 73%. A reprodutibilidade interobservador foi substancial (coeficiente Kappa de 0,62 a 0,69) e a reprodutibilidade intraobservador foi substancial ou quase perfeita na avaliação das roturas (coeficiente Kappa de 0,74 a 0,82). Houve correlação moderada entre os métodos para classificar o tipo de rotura (coeficiente Kappa de 0,38 a 0,47). Quando consideradas roturas completas, foram calculadas especificidades entre 75,0% e 95,7%, porém sensibilidades de 55,6% a 66,7%. Para o diagnóstico de instabilidade, observa-se sensibilidade de 52,4% a 59,1%, especificidade de 70,5% a 84% e acurácia de 64,4% a 69,5%. A avaliação combinada do deslocamento tendíneo e das roturas do manguito rotador resultou em sensibilidades de 17,5% a 47,7% e especificidades de 72,7% a 90,7%. A reprodutibilidade interobservador foi substancial (coeficiente Kappa de 0,59 a 0,7) e a reprodutibilidade intraobservador foi substancial ou quase perfeita (coeficiente Kappa de 0,76 a 0,80) para avaliação de instabilidade. Não identificamos fatores preditores para acurácia da ressonância magnética na pesquisa dessas afecções
Título em inglês
Accuracy of magnetic resonance imaging in the detection of tears and instability in the intra-articular portion of the long head of biceps tendon in patients undergoing rotator cuff repair
Palavras-chave em inglês
Magnetic resonance imaging
Observer variation
Rupture
Sensitivity and specificity
Shoulder joint
Tendons
Resumo em inglês
There is paucity of literature regarding the performance of magnetic resonance imaging to assess long head of the biceps tendon disorders, despite the importance of such disorders in the genesis of pain and shoulder dysfunction. The primary objective of this study was to analyze the diagnostic performance of magnetic resonance imaging in the detection of tears and instability of the intra-articular portion of this tendon, comparing imaging findings with data from arthroscopic surgery (reference standard). Secondary objectives were to determine intraobserver and interobserver reproducibility; to evaluate the capability of MRI to classify types of tears; to evaluate the accuracy of the association between tendon displacement and rotator cuff tears to predict instability; to investigate predictive factors of magnetic resonance accuracy. A cross-sectional study was carried out, with retrospective and prospective segments. Inclusion criteria were indication of arthroscopic shoulder surgery for rotator cuff repair and preoperative magnetic resonance imaging. Exclusion criteria were: previous surgical manipulation in the studied shoulder; poor quality images; interval between preoperative examination and surgical procedure above one year; and indication of open surgical technique. We studied 100 shoulders of 98 consecutively operated patients from April 2013 to March 2017 (47 months). All patients underwent magnetic resonance imaging at our institution, using a 1.5 Tesla scanner, without use of intra-articular contrast. All surgeries were performed by the same 3 surgeons, with 10 to 12 years of experience in shoulder and elbow surgery. Two radiologists, with 4 and 8 years of experience in musculoskeletal radiology, evaluated the images independently and without previous knowledge of the intraoperative results. The same cases were reviewed by one of the radiologists, 4 months after the first analysis. Our results demonstrated a moderate diagnostic performance of MRI to detect biceps tears, with sensitivities between 71.1% and 73.3%, specificities of 72.7% and accuracy between 72 and 73%. Interobserver reproducibility was substantial (Kappa coefficient ranged from 0.62 to 0.69), and intraobserver reproducibility was substantial or almost perfect (Kappa coefficient ranged from 0.74 to 0.82). There was moderate correlation between the methods when classifying the type of tear (Kappa coefficient ranged from 0.38 to 0.47). Regarding full-thickness tears, specificities were calculated between 75.0% and 95.7%, but sensitivities from 55.6% to 66.7%. For the diagnosis of instability, sensitivity was from 52.4% to 59.1%, specificity was from 70.5% to 84% and accuracy was from 64,4% to 69,5%. The combined evaluation of tendon displacement and rotator cuff tears resulted in sensitivities from 17.5% to 47.7% and specificities from 72.7% to 90.7%. Interobserver reproducibility was substantial (Kappa coefficient ranged from 0.59 to 0.7), and intraobserver reproducibility was substantial or almost perfect (Kappa coefficient ranged from 0.76 to 0.80) for instability assessment. We did not identify predictive factors for magnetic resonance imaging accuracy in the assessment of these conditions
 
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EduardoBaptista.pdf (4.07 Mbytes)
Data de Publicação
2019-04-17
 
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