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Dissertação de Mestrado
DOI
10.11606/D.5.2000.tde-19012006-110855
Documento
Autor
Nome completo
Marta Mitiko Deguti
Unidade da USP
Área do Conhecimento
Data de Defesa
Imprenta
São Paulo, 2000
Orientador
Banca examinadora
Sipahi, Aytan Miranda (Presidente)
Martinelli, Ana de Lourdes Candolo
Silva, Luiz Caetano da
Título em português
Esteato-hepatite não alcoólica: avaliação clínica, laboratorial, histopatológica e pesquisa de mutações do gene HFE: casuística de um centro de referência
Palavras-chave em português
FATORES DE RISCO
HEPATITE/diagnóstico
HEPATITE/etiologia
HEPATITE/fisiopatologia
MUTAÇÃO
Resumo em português
A esteato-hepatite não alcoólica (EHNA) consiste em esteatose e inflamação lobular hepática, em indivíduos não alcoolistas. Ocorre associada a obesidade, hiperlipidemia, diabetes mellitus, sexo feminino, medicamentos e ‘bypass’ jejunoileal. Recentemente, a sobrecarga de ferro, secundária a mutações no gene HFE da hemocromatose hereditária, também vem sendo evidenciada nos pacientes com EHNA do sexo masculino, não obesos e não diabéticos. O presente estudo, envolvendo pacientes com EHNA do Ambulatório de Gastroenterologia do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, teve como objetivos traçar seu perfil clínico, laboratorial e histopatológico, pesquisar a presença de mutações do gene HFE, buscar associações entre esses resultados e rever a literatura a respeito. Trinta e dois indivíduos foram caracterizados quanto a 14 aspectos clínicos, 12 parâmetros laboratoriais e 11 variáveis histopatológicas. Em 31 destes pesquisaram-se as mutações C282Y e H63D pela técnica de PCR-RFLP, utilizando-se as enzimas de restrição SnaB I e Bcl I, respectivamente. As idades variaram entre 32 e 76 anos, com média de 49,2 anos. Sexo feminino (59%), obesidade (50%), hiperlipidemia (53%) e diabetes mellitus (31%) ocorreram em taxas inferiores às das primeiras séries publicadas. Outras condições encontradas foram uso de amiodarona e prednisona, inalação de substâncias químicas industriais e enterectomia extensa. As etnias branca (72%) e asiática (12%) ocorreram em percentagens maiores que da população geral; ao contrário, a negra (ausente) e mulatos (12%), em menores. A fibrose perivenular ocorreu em todos os casos, proporcional ao grau de atividade necroinflamatória. Os hialinos de Mallory foram identificados em 78% dos casos, mas a siderose em apenas 9%. Cerca de dois terços da casuística não apresentou queixas relacionadas ao aparelho digestivo. Dentre as enzimas hepáticas, a ALT foi a que se alterou com maior freqüência e magnitude, e a relação AST/ALT foi menor que dois em todos os casos. As incidências das mutações pesquisadas corresponderam às da população geral. A sobrecarga de ferro em sangue periférico não se correlacionou estatisticamente com a agressão histológica, nem com a presença das mutações. EHNA é um diagnóstico que engloba múltiplas condições, mas, na população estudada, não houve associação com a sobrecarga de ferro hepático, tampouco com as mutações conhecidas do gene HFE.
Título em inglês
Non-alcoholic steatohepatitis: clinical, laboratory, histopathologic evaluation and search for mutations in the HFE gene: casuistic from a reference center.
Palavras-chave em inglês
HEPATITIS/diagnosis
HEPATITIS/etiology
HEPATITIS/physiopathology
MUTATION
RISK FACTORS
Resumo em inglês
Non-alcoholic steatohepatitis (NASH) consists of steatosis and hepatic lobular inflammation in non-alcoholic individuals. It occurs in association to obesity, hyperlipidemia, diabetes mellitus, female sex, drug therapy and jejunoileal bypass. Recently, iron overload, secondary to mutations in the HFE gene in hereditary hemochromatosis has also been evidenced in nonobese, non-diabetic male patients with NASH. This study involves patients with NASH from the outpatient clinic of Hospital das Clinicas of the University of São Paulo School of Medicine, and its objective was to define patients’ clinical, laboratory and histological profiles and search for mutations in the HFE gene, compare results for associations and review the literature. Thirtytwo individuals were characterized for 14 clinical features, 12 laboratory parameters and 11 histopathological variables. The C282Y and H63D mutations in 31 of these individuals were searched using PCR-RFLP techniques, using restriction enzymes SnaB I and BcI I, respectively. Age varied from 32 to 76 yrs old, with an average of 49,2 yrs. Female sex (59%), obesity (50%), hyperlipidemia (53%) and diabetes mellitus (31%) had a lower incidence than those in the first series in the literature. Other features observed were amiodarone and prednisone use, inhalation of industrial chemical substances and extensive enterectomy. Its incidence was higher among Caucasians (72%) and Asians (12%) than in the general population, contrary to other ethnic types such as Black (absent) and Mulattos (12%) which presented lower incidences. Perivenular fibrosis was present in all cases, proportional to the degree of necroinflammatory activity. Mallory’s hyalines were identified in 78% of the cases, but hepatic siderosis was identified in only 9%. Around two-thirds of the casuistic did not have abdominal complaints. Among the hepatic enzymes, ALT was the most frequently altered with the highest magnitude and the AST/ALT ratio was < 2 in all cases. The incidence of the mutations studied was similar to those found in the general population. The iron overload in peripheral blood was neither statistically correlated to the histological aggression, nor to the presence of mutations. NASH diagnosis depends on multiple features, but in the population studied, there was no association with hepatic iron overload as well as with the known mutations in the HFE gene.
 
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Data de Publicação
2006-02-08
 
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