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Dissertação de Mestrado
DOI
10.11606/D.5.2015.tde-26102015-144810
Documento
Autor
Nome completo
Tania Pereira
E-mail
Unidade da USP
Área do Conhecimento
Data de Defesa
Imprenta
São Paulo, 2015
Orientador
Banca examinadora
Gomez, Maria Valeria Schmidt Goffi (Presidente)
Ribeiro, Flávia Giuli Santi Martins
Tsuji, Robinson Koji
Título em português
Ocorrência de atraso no desenvolvimento das funções auditivas e de perdas auditivas no monitoramento de crianças com indicador(es) de risco para deficiência auditiva
Palavras-chave em português
Criança
Diagnóstico precoce
Fatores de risco
Monitoramento
Perda auditiva
Saúde da criança
Resumo em português
Introdução: A preocupação com a audição não deve cessar ao nascimento com a triagem auditiva neonatal, considerando-se que qualquer criança pode desenvolver uma perda auditiva progressiva ou apresentar risco para alteração do processamento auditivo. Alguns recém-nascidos podem passar na triagem auditiva, mas necessitam de monitoramento periódico até os três anos de idade, por apresentarem risco para aparecimento tardio de perda auditiva neurossensorial ou condutiva, requerendo avaliação pelo menos a cada seis meses até os três anos. Objetivo: Determinar a ocorrência de atraso no desenvolvimento das funções auditivas e de perdas auditivas no monitoramento de crianças com indicadores de risco para deficiência auditiva, após perda auditiva descartada na triagem auditiva neonatal ou no processo diagnóstico. Método: Estudo retrospectivo das avaliações audiológicas longitudinais realizadas até setembro de 2009, nas crianças nascidas entre maio 2002 e dezembro 2008 e incluídas em um Programa de Acompanhamento do Desenvolvimento Auditivo realizado em uma instituição filantrópica no munícipio de Jundiaí-SP. Fizeram parte da casuística 1.175 crianças incluídas no Programa de Acompanhamento que apresentaram emissões otoacústicas evocadas por estímulos transientes presentes na triagem auditiva neonatal universal ou que tiveram o diagnóstico de deficiência auditiva descartado após realização do Potencial Evocado Auditivo de Tronco Encefálico, e que apresentavam um ou mais indicadores de risco para deficiência auditiva, considerando as publicações Joint Committee on Infant Hearing (2007), COMUSA e critérios próprios do programa. Foram coletadas informações das avaliações realizadas nas idades de quatro, seis, nove, 13, 18, 24 e 36 meses, sendo que aos quatro meses foi realizada uma avaliação social e orientações sobre as etapas do programa, atendimento este realizado por uma assistente social. Os demais atendimentos foram executados sempre pela mesma fonoaudióloga, incluindo as avaliações audiológicas. Em cada etapa foi aplicado protocolo de investigação audiológico de acordo com a faixa etária, envolvendo avaliação instrumental e de localização sonora, pesquisa das emissões otoacústicas, medidas de imitância acústica, audiometria tonal com reforço visual e audiometria condicionada. Resultados: A porcentagem de atraso puramente no desenvolvimento das funções auditivas variou de 2,7% na etapa de avaliação dos nove meses de idade a 11,7% na etapa dos 18 meses e, em conjunto com outras alterações detectadas, esta variação aumentou para 3,9% aos nove meses a 23,2% nas avaliações realizadas aos 36 meses. Foram diagnosticadas 38 crianças com perda auditiva, sendo 27 casos condutivos, seis do tipo neurossensorial, dois mistos, e três casos com perda auditiva em 6 e 8 k Hz, com prevalência de grau leve. Conclusão: O monitoramento auditivo permitiu o diagnóstico de alterações no desenvolvimento das funções auditivas, acuidade auditiva e alterações timpanométricas. Quanto às perdas auditivas detectadas, a maior ocorrência foram perdas de grau leve, sendo que muitas delas poderiam ter passado despercebidas, acarretando, assim, em prejuízos no processo de aprendizado da linguagem oral e escrita
Título em inglês
Occurrence of delayed auditory function development or hearing loss in the monitoring of children with risk factors to hearing loss
Palavras-chave em inglês
Child
Child health
Early diagnosis
Hearing loss
Monitoring
Risk factors
Resumo em inglês
Introduction: The concern with the hearing should not stop at birth with the neonatal hearing screening because any child may develop a delayed or progressive hearing loss, or present a risk for auditory processing disorder. Some newborns may pass the hearing screening, but require periodic monitoring until the age of three due to the risk of lateonset sensorineural or conductive hearing loss, requiring an assessment at least every six months. Objective: To determine whether there is an auditory function delay or hearing loss in children with hearing loss risk factors after passing the neonatal hearing screening or the diagnosis process. Methods: Retrospective study of longitudinal audiologic evaluations, performed until September 2009, of children who were born between May 2002 and December 2008, and who were included in the program of auditory development accompaniment. We included in this study, 1.175 children with risk indicators according to the JCIH (2007), COMUSA and some institutional criteria, who passed the neonatal hearing screening with present transient evoked otoacoustic emissions or failed the screening, but had the hearing loss discarded with a present auditory brainstem. Data from the assessments performed at four, six, nine, 13, 18, 24 and 36 months were collected. The appointment at four months of age was performed by a social worker, when the routine and objectives of the program were presented. All the other appointments were given by an audiologist, who performed all the assessments. Evaluations involved age-appropriate tests including behavioral audiometry, sound localization, otoacoustic emissions, acoustic immittance measures, visual reinforcement audiometry and conditioned audiometry. Results: The percentage of delayed auditory function development in isolation ranged from 2.7% at the ninemonth evaluation to 11.7% at the eighteen-month evaluation, and when it occurred in association with other abnormalities, such variation increased to 3.9% at the nine-month evaluation to 23.2%, at the 36-month assessment. Hearing losses were detected in 38 children, including 27 conductive losses, six sensorineural, 3 with hearing loss in 6 k and 8 kHz and 2 mixed, mainly mild hearing losses. Conclusion: Auditory monitoring showed to be an important tool to detect subtle hearing abnormalities such as those found in the auditory development, auditory accuracy and tympanometric alterations. We observed that if we had not monitored these children, most of the hearing losses would not have been identified, since the degree of hearing loss was mild. Therefore, it would have significantly affected those children´s linguistic and educational skills
 
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TaniaPereira.pdf (3.12 Mbytes)
Data de Publicação
2015-10-26
 
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