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Dissertação de Mestrado
DOI
10.11606/D.5.2013.tde-26032013-131125
Documento
Autor
Nome completo
Letícia Fuganti Campos
E-mail
Unidade da USP
Área do Conhecimento
Data de Defesa
Imprenta
São Paulo, 2012
Orientador
Banca examinadora
Falcão, Mário Cícero (Presidente)
Carvalho, Werther Brunow de
Gallacci, Clery Bernardi
Título em português
A influência da aditivação do leite humano no crescimento bacteriano in vitro
Palavras-chave em português
Aditivo de leite humano
Lactoferrina
Leite humano
Resumo em português
INTRODUÇÃO: A lactoferrina disponível no leite materno desempenha função imunológica e protege recém-nascidos de infecções por se ligar ao ferro e privá-lo de bactérias patogênicas, o que resulta em atividade bacteriostática contra organismos patogênicos ferro dependentes. A utilização de aditivo de leite materno suplementado com ferro poderia prejudicar os efeitos protetores da lactoferrina e aumentar os riscos de infecção em recém-nascidos. OBJETIVO: Comparar o crescimento bacteriano no colostro puro versus colostro com aditivo de leite materno suplementado com ferro. MÉTODO: O crescimento bacteriano de Escherichia coli, Staphylococcus aureus e Pseudomonas aeruginosa foi comparado em 78 amostras de colostro puro ou colostro com aditivo do leite humano suplementado com ferro. Para análise qualitativa, discos de papel filtro foram imergidos nas amostras de leite materno puro ou leite materno com aditivo suplementado de ferro e incubados por 48 horas em placas de Petri contendo 101 Unidades Formadoras de Colônia por ml (UFC/ml) de cada cepa de bactérias. Para a análise quantitativa, 1ml de cada cepa de bactérias contendo 107 UFC/ml foi homogeneizado com 1ml de colostro puro ou colostro com aditivo do leite humano suplementado com ferro e semeado em placa de Petri. O número de UFC/ml foi contado após 24 horas de incubação a 37oC. RESULTADOS: A análise qualitativa não mostrou diferença no crescimento bacteriano. Na avaliação quantitativa, o crescimento de Escherichia coli no colostro puro foi de 29.4 ± 9.7 x 106CFU/ml e no colostro com aditivo de leite materno suplementado de ferro foi de 31.2 ± 10.8x 106CFU/ml, com diferença na média de crescimento de 1.9 ± 4.9 x 106CFU/ml (p = 0,001). O crescimento bacteriano nas cepas de Staphylococcus aureus e Pseudomonas aeruginosa no colostro puro e no colostro com aditivo de leite materno não apresentou diferença estatística. CONCLUSÃO: O acréscimo de aditivo de leite materno suplementado com ferro nesta concentração reduziu a ação bacteriostática contra Escherichia coli
Título em inglês
A influência da aditivação do leite humano no crescimento bacteriano in vitro
Palavras-chave em inglês
Breastfeeding
Human milk fortifier
Lactoferrin
Resumo em inglês
BACKGROUND: Lactoferrin in human breast milk has been shown to protect newborns from infection by binding to iron and depriving it from pathologic bacteria that need iron to proliferate. If iron-enriched fortifier is added to breast milk, it might impair the protective effect of lactoferrin and increase the risk of infection in newborns. OBJECTIVE: To compare bacterial growth in pure colostrum versus colostrum with human milk fortifier containing iron. METHODS: The growth of Escherichia coli, Staphylococcus aureus and Pseudomonas aeruginosa in 78 samples of pure colostrum or of colostrum with added human milk fortifier containing iron was compared. For qualitative analysis, filter paper discs were immersed in samples from each group and incubated for 48 hours with 101Colony Forming Units/ml of each strain. For quantitative assessment, 1 ml of each strain containing 107Colony Forming Units/ml was homogenized with 1 ml of either colostrum or colostrum with human milk fortifier, seeded into a Petri dish, and incubated at 37oC. Twenty-four hours later the number of Colony Forming Units was counted. RESULTS: Qualitative analysis showed no difference in bacterial growth. In the quantitative evaluation, Escherichia coli growth in the pure colostrum group was 29.4 ± 9.7 x 106CFU/ml while in the human milk fortifier group it was 31.2 ± 10.8x 106CFU/ml; the difference between average growth was 1.9 ± 4.9 x 106CFU/ml (p = 0.001). There were no differences in Staphylococcus aureus and Pseudomonas aeruginosa growth. CONCLUSION: Addition of iron at this concentration reduced breast milk bacteriostatic action against Escherichia coli
 
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Data de Publicação
2013-04-01
 
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