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Tese de Doutorado
DOI
10.11606/T.5.2006.tde-01062007-105149
Documento
Autor
Nome completo
Sima Esther Ferman
E-mail
Unidade da USP
Área do Conhecimento
Data de Defesa
Imprenta
São Paulo, 2006
Orientador
Banca examinadora
Odone Filho, Vicente (Presidente)
Cristofani, Lilian Maria
Ferreira, Carlos Gil Moreira
Tone, Luiz Gonzaga
Vaz, Flavio Adolfo Costa
Título em português
Análise de sobrevida de pacientes pediátricos portadores de rabdomiossarcoma: 18 anos de experiência do Instituto Nacional de Câncer - RJ
Palavras-chave em português
Criança
Estadiamento de neoplasias
Prognóstico
Rabdomiossarcoma
Resumo em português
INTRODUÇÃO: Rabdomiossarcoma (RMS) representa o sarcoma de partes moles mais freqüente da infância, havendo poucas informações a seu respeito em países em desenvolvimento. OBJETIVOS: Estudar o perfil demográfico, social, clínico, biológico e patológico de pacientes portadores de rabdomiossarcoma tratados em uma instituição brasileira. Estimar a probabilidade acumulada de sobrevida global (SG) e de sobrevida livre de eventos (SLE) em 60 meses, assim como identificar fatores prognósticos. CASUÍSTICA E MÉTODOS: Foram analisados retrospectivamente 163 pacientes, no período de 1986 a 2004, que receberam tratamento multimodal seguindo orientações do protocolo Intergrupo para RMS III e IV. O estudo do percentual de positividade nuclear da miogenina foi realizado em 85 casos. RESULTADOS: As localizações da doença mais freqüentes foram cabeça e pescoço em 73 (44,7%), extremidade em 28 (17,2%), trato geniturinário em 25 (15,3%) e retroperitônio em 14 (8,6%) pacientes. O subtipo histológico foi embrionário em 99 (60,75%) pacientes e alveolar/sarcoma indiferenciado em 65 (38,7%). Foi observada positividade nuclear da imunoistoquímica com miogenina (> 75% das células) em 80% dos casos com RMS alveolar. O tamanho tumoral foi > 5 cm em 89%, com invasividade (T2) em 80,4% e comprometimento de linfonodos regionais em 45 (27,6%) pacientes. A maioria dos pacientes encontrava-se nos grupos clínicos III (49,1%) e IV (39,3%). O estado nutricional foi avaliado com o percentil do índice de massa corporal (IMC), sendo encontrado baixo peso (< 10º percentil) em 49 (30%) pacientes. Com tempo mediano de seguimento de 32 meses, as probabilidades acumuladas de SG e SLE para o grupo todo foram 48,6% e 42,2%, respectivamente. Nos pacientes com GC I + II a SLE foi de 73,3%; naqueles com GC III foi 57,5% e nos com GC IV foi 14,9% (p = 0,001). Na análise univariada, a SG em 60 meses foi influenciada negativamente por idade < 1 ano e maior ou igual a 10 anos, cor da pele preta, doença metastática (GC IV), um ou dois e mais sítios de metástases, local do tumor primário em extremidade, linfonodo N1 ou NX, invasividade e subtipo histológico alveolar. Na análise multivariada, foram fatores prognósticos Resumo independentes para SG: idade < 1 ano (p = 0,022) e maior ou igual a 10 anos (p = 0,069), um ou dois e mais sítios de metástase (p < 0,001) e percentil do IMC menor ou igual a 10 (p = 0,027); para SLE, IMC menor ou igaul a 10º percentil (p = 0,036) e presença de linfondo regional N1 e NX (p < 0,001); para SLE nos pacientes sem metástases, IMC menor ou igual a 10º percentil (p = 0,003) e presença de linfondo regional N1 (p = 0,003) e NX (p = 0,002). O tamanho tumoral, apesar de não ter entrado no modelo multivariado, foi um dos fatores prognósticos mais importantes. O estudo da positividade da miogenina não teve significado prognóstico. CONCLUSÕES: Esses resultados sugerem que além das características da doença, fatores nutricionais e socioeconômicos devem ser considerados no planejamento do tratamento e na análise de fatores prognósticos. Doença metastática está associada a prognóstico reservado. Investir no diagnóstico precoce é fundamental.
Título em inglês
Survival analysis in pediatric patients with rhabdomyosarcoma: 18-year experience at the National Cancer Institute - RJ
Palavras-chave em inglês
Child
Neoplasm staging
Prognosis
Rhabdomyosarcoma
Resumo em inglês
INTRODUCTION: Rhabdomyosarcoma (RMS) represents the most frequent soft tissue tumor in childhood. There are few reports on this disease in developing countries. PURPOSE: To analyze demographic, socio-economic, clinical, biological and pathological variables at a Brazilian institution. To estimate overall survival (OS) and event-free survival (EFS) in 60 months and identify prognostic factors. CASUISTICS AND METHODS: One hundred and sixty-three patients with rhabdomyosarcoma who had received multimodal treatment according to Intergroup protocols for rhabdomyosarcoma - IRS III and IV -were retrospectively analyzed from 1986 to 2004. The nutritional status was evaluated with the body mass index (BMI) percentile and less than 10 was considered low weight. Immunohistochemistry with myogenin was performed in 85 patients for the percentage of nuclear positivity. RESULTS: The frequent primary sites in patients were head and neck in 73 (44.7%), extremity in 28 (17.2%), genitourinary tract in 25 (15.3%) and retroperitoneum in 14 (8.6%). The histological subtype was embryonal in 99 (60.75%) and alveolar in 65 (38.7%) patients. Nuclear positivity for myogenin (> 75%), was observed in 80% of alveolar RMS patients. Tumor size > 5 cm was seen in 89%, invasivity (T2) in 80.4% and regional lymph node involvement in 45 (27.6%) patients. Most patients were in clinical groups (CG) III (49.1%) and IV (39.3%). The BMI was below the 10th percentile in 49 (30%) patients. With a median follow-up of 32 months, estimated OS and EFS for the whole group were 48.6% and 42.2%, respectively. The EFS for patients in CG I + II, III and IV was 73.3%, 57.5% and 14.9%, respectively (p = 0.001). Univariate analysis showed that OS in 60 months was adversely influenced by age < 1 year and maior ou igual a 10 year, black skin, metastatic disease, one or two and more metastatic sites, extremity as primary site, lymph node N1 or NX, invasivity, and histological subtype alveolar. Multivariate analysis showed that independent prognostic factors for OS were age < 1 year (p = 0.022) and maior ou igual a 10 years (p = 0.069), one or two and more metastatic sites (p < 0.001), BMI percentile menor ou igual 10 (p = 0.027); independent prognostic factors for EFS were BMI < 10th percentile (p = 0.036) and the presence of regional lymph node N1 e NX (p < 0.001); for EFS in Summary non-metastatic patients, BMI < 10th percentile (p = 0.003) and the presence of regional lymph nodes N1 (p = 0.003) and NX (p = 0.002). Tumor size was one of the most important factors, although not selected for the multivariate model. The positivity of myogenin had no prognostic significance. CONCLUSIONS: The results of this study suggest that besides disease characteristics, nutritional and socio-economic factors should be considered in planning treatment and in the analysis of prognostic factors. Metastatic disease is associated with bad prognosis. All efforts should be taken to provide early diagnosis.
 
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simaestherferman.pdf (1.18 Mbytes)
Data de Publicação
2007-06-22
 
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