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Dissertação de Mestrado
DOI
10.11606/D.5.2012.tde-20062012-164737
Documento
Autor
Nome completo
Cristina Mendes Gigliotti Borsari
E-mail
Unidade da USP
Área do Conhecimento
Data de Defesa
Imprenta
São Paulo, 2012
Orientador
Banca examinadora
Nomura, Roseli Mieko Yamamoto (Presidente)
Benute, Glaucia Rosana Guerra
Vazquez, Mônica Lopez
Título em português
Aborto provocado: vivência e significado. Um estudo fundamentado na fenomenologia
Palavras-chave em português
Aborto
Aborto espontâneo
Aborto provocado
Culpa
Existencialismo
Fenomenologia
Pesquisa qualitativa
Resumo em português
Introdução: O aborto é assunto bastante polêmico e ainda muito estigmatizado pela sociedade brasileira. Seja aborto espontâneo ou provocado, apresenta repercussões emocionais ambivalentes para as mulheres que o vivenciam. Este estudo trata do tema aborto em um contexto plural e multifacetado, com o objetivo de identificar e analisar a vivência e o significado do aborto provocado enquanto fenômeno existencial concreto na vida da mulher, e comparar com mulheres que tiveram o aborto espontâneo. Método: Trata-se de estudo quali-quantitativo em que foram entrevistadas mulheres com diagnóstico de aborto atendidas em dois hospitais públicos da cidade de São Paulo no período de julho de 2008 a março de 2010. Para fins de análise qualitativa foram incluídas as 11 mulheres que provocaram aborto e para análise quantitativa, foi realizado estudo caso controle comparando-se com 22 que sofreram aborto espontâneo. As 11 mulheres que provocaram aborto foram entrevistadas em profundidade e os dados analisados qualitativamente com embasamento teórico Fenomenológico-Existencial. Resultados: As mulheres do grupo com aborto provocado, em relação ao grupo com aborto espontâneo, apresentaram menor escolaridade sendo mais freqüente o nível fundamental (82% vs. 36%, P=0,04); menor renda familiar (mediana, R$1000 vs. R$1400, P=0,04); menor renda pessoal (mediana, R$200 vs. R$333, P=0,04), maior frequência de sentimentos negativos na suspeita (82% vs. 22%, P=0,004) e na confirmação (72% vs. 22%, P=0,03) da gravidez. Na análise qualitativa fenomenológica, foram revelados nos discursos das mulheres cinco temáticas: percepção do conflito, a culpa como recurso de enfrentamento, identidade parental, relações afetivas fragilizadas e significado do aborto provocado (desamparo, sofrimento e dor). Um tema único e maior prevaleceu no discurso de todas as mulheres que provocaram o aborto as relaçoes afetivas fragilizadas e a culpa, entendendo-se este tema como a essência da vivência das mulheres que provocaram o aborto. Conclusão: Este estudo permitiu lançar um novo olhar, um recorte da vivência de mulheres menos favorecidas que se utilizaram de serviços públicos de saúde em momento de sofrimento diante da experiência do aborto provocado, e os sentimentos de relacionamentos fragilizados associados à culpa ressaltam como significados da vivência dessas mulheres
Título em inglês
Induced abortion: experience and meaning. A study based on phenomenology
Palavras-chave em inglês
Abortion
Existencialism
Guilt
Induced abortion
Miscarriage
Phenomenology
Qualitative research
Resumo em inglês
Introduction: The abortion subject is very controversial and still much stigmatized by the Brazilian society. Is miscarriage or induced abortion, shows ambivalent has emotional repercussions for women who experience. This study addresses the abortion issue in a plural and multifaceted context, aiming to identify and analyze the experience and meaning of abortion as the concrete existential phenomenon in women's lives, and to compare with women who had spontaneous abortion. Method: This is a qualitative and quantitative study based upon interviews with women diagnosed as abortion treated at two hospitals in São Paulo in the period July 2008 to March 2010. For purposes of qualitative analysis were included the 11 women who had an abortion and for quantitative analysis was conducted case-control study compared yourself to 22 who suffered miscarriage. The 11 women who had induced abortion were interviewed in depth and analyzed qualitatively with theoretical background Existential-Phenomenological. Results: The women in group with induced abortion in compared to those with spontaneous abortion, had less education and are more frequent in primary level (82% vs. 36%, P=0,04); lower family income (median $580 vs. $812, P = 0.04), lower personal income (median, $115 vs. $193, P = 0.04), higher frequency of negative feelings in the suspicion (82% vs. 22%, P = 0.004) and confirmation (72% vs. 22%, P = 0.03) of pregnancy. In phenomenological qualitative analysis, were revealed in the discourses of women at five themes: the perception of conflict, guilt as a means of coping, parental identity, vulnerable emotional relationships and meaning of abortion (abandonment, pain and suffering). The single theme and more prevalent in discourse of all women who had an induced abortion - the guilt and vulnerable affective relationships, understanding of this as the essence of the experience of women who had an induced abortion. Conclusion: This study has generated a new look, a clipping of the experience of disadvantaged women who used public health services in moment of suffering in the face of experience of abortion, and feelings of guilt associated with vulnerable relationships stand out as meanings of experiences of these women
 
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Data de Publicação
2012-06-26
 
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