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Tese de Doutorado
DOI
10.11606/T.5.2007.tde-28052007-145033
Documento
Autor
Nome completo
André Sobierajski dos Santos
E-mail
Unidade da USP
Área do Conhecimento
Data de Defesa
Imprenta
São Paulo, 2007
Orientador
Banca examinadora
Scaff, Milberto (Presidente)
Conforto, Adriana Bastos
Corrêa Neto, Ylmar
Machado, Luis dos Ramos
Pizzichini, Emílio
Título em português
Validação da escala de avaliação da qualidade de vida na doença cerebrovascular isquêmica para a língua portuguesa
Palavras-chave em português
Acidente cerebrovascular/rehabilitação
Estudos de validação
Fatores socioeconômicos
Qualidade de vida
Reprodutibilidade dos testes
Resumo em português
Introdução: A medida da qualidade de vida relacionada à saúde vem se tornando um modelo importante de avaliação em muitos estudos clínicos. Especial consideração deve ser dada à doença cerebrovascular por ser freqüente e de graves conseqüências físicas, sociais, familiares e econômicas. No Brasil não dispomos de um instrumento específico de avaliação da qualidade de vida validado para uso em pacientes com doença cerebrovascular isquêmica. Este estudo avaliou as medidas psicométricas do instrumento de avaliação da qualidade de vida específico para a doença cerebrovascular do tipo isquêmico, adaptado transculturalmente para a língua portuguesa (Stroke specific quality of life scale, SS-QOL). Metodologia: Foram avaliados 50 pacientes com história de doença cerebrovascular do tipo isquêmico, com idade superior a 45 anos e com evolução clínica superior a 3 meses da data do íctus, assistidos no Centro Catarinense de Reabilitação em Florianópolis, Santa Catarina. O instrumento SS-QOL foi aplicado em duas entrevistas com intervalo médio, entre elas, de 2 a 4 semanas. Paralelo a esta medida, foram aplicados, na primeira entrevista, os instrumentos: índice Barthel, inventário de depressão de Beck, escala de doença cerebrovascular do Instituto Nacional de Saúde dos Estados Unidos da América (NIHSS) e o estudo de resultados médicos - versão curta de 36 itens (SF-36). A avaliação da confiabilidade (estabilidade e consistência interna) do SS-QOL foi testada por meio da análise do coeficiente de confiabilidade, com o modelo teste-reteste, e do valor alfa de Cronbach. A validação do constructo e de critério foi estabelecida através da correlação linear entre os resultados obtidos para cada domínio e os resultados obtidos nas medidas escolhidas como padrão ouro para aquele domínio medido pelo coeficiente de correlação de Pearson (r). A capacidade discriminativa do constructo foi testada comparando o escore médio do SS-QOL entre os pacientes que referiam alteração da qualidade de vida e os pacientes que não referiram alteração da qualidade de vida em relação à época antes do infarto cerebral. Ela também foi avaliada comparando o escore médio do SS-QOL em relação à gravidade clínica da doença medida pela escala NIHSS e pelo grau de incapacidade funcional avaliado pela escala de Rankin modificado. Resultados: O SS-QOL, versão para a língua portuguesa, apresentou boa aceitabilidade, não tendo informações perdidas nem porcentagem aumentada de respostas com efeito teto ou solo. A confiabilidade do instrumento foi considerada excelente, com coeficiente de correlação intraclasse de 0,95 (p < 0,001) e o valor alfa de Cronbach de 0,98 (p < 0,001). O grau de correlação linear dos domínios do SS-QOL com as demais medidas escolhidas para cada domínio foi considerado de razoável a moderadamente elevado, com valor de r variando de 0,42 a 0,91 (p < 0,01). O SS-QOL mostrou capacidade discriminativa adequada ao detectar diferenças estatisticamente significantes no escore médio dos pacientes que referiram alteração da qualidade de vida e dos que não alegaram alteração da qualidade de vida em relação a antes de a doença ter ocorrido e no escore médio dos pacientes com doença considerada leve em relação aos pacientes com doença considerada moderada (p < 0,001). A análise de variância revelou diferenças estatisticamente significantes no escore médio dos pacientes estratificados pelo grau de incapacidade funcional (p < 0,01). Conclusão: O SS-QOL, adaptado para a língua portuguesa, apresentou medidas psicométricas consideradas satisfatórias, estando adequado para a utilização como uma ferramenta de avaliação da qualidade de vida em pacientes com doença cerebrovascular na prática médica diária ou em estudos clínicos.
Título em inglês
Validation of the stroke specific quality of life scale to Portuguese language
Palavras-chave em inglês
Cerebrovascular disorders/rehabilitation
Quality of life
Socioeconomic factors
Test reliability
Validation studies
Resumo em inglês
Introduction: Measurement of health related quality of life has become an important evaluation model in many clinical studies. Special consideration must be given to the cerebrovascular disease because it is frequent and has serious physical, social, familial and economic consequences. We do not have, in Brazil, a specific instrument to evaluate health related quality of life validated for stroke patients. This study evaluates psychometric measures of the stroke specific quality of life scale cross-culturally adapted to Portuguese language (SS-QOL). Methodology: We evaluated 50 stroke patients, admitted to the Centro Catarinense de Reabilitação in Florianópolis, Santa Catarina, older than 45 years old with time of lesion superior to 3 months. The SS-QOL was applied in two interviews with average interval, between them, of 2 to 4 weeks. Parallel to the instrument, we applied, in the first interview, the Barthel index, Beck depression inventory, National Institute of Health stroke scale (NIHSS) and the Medical outcome study - short version of 36 items (SF-36). The SS-QOL reliability evaluation (stability and internal consistency) was tested with the analysis of the stability coefficient with test-retest model, and the Cronbach?s alpha value. The construct and criterion validation was established by comparing the linear correlation between the results for each domain and the results of the chosen gold standard measures for that domain measured with Pearson correlation coefficient (r). The discriminant capacity was tested comparing the SS-QOL mean scores of patients who referred changes in the quality of life and those that did not refer it in relation to the prestroke period. It was also evaluated comparing the SS-QOL mean score in relation to disease clinical gravity measured with the NIHSS and the degree of functional incapacity evaluated by Rankin modified scale. Results: The SS-QOL, Portuguese language version has good acceptability. It does not have missing data or increased percentage of ceiling or floor effect. The stability was considered excellent with intraclass correlation coefficient of 0,95 (p < 0.001) and the Cronbach?s alpha value of 0,98 (p < 0,001). The degree of linear correlation of the SS-QOL domains with the chosen measures for each domain was considered reasonable to moderately high with r values varying from 0,42 to 0.91 (p < 0,01). The SS-QOL presented suitable discriminant capacity detecting differences, statistically significant, in the mean score of patients who had referred changes in the quality of life and those that did not refer it in relation to the prestroke period and in the mean score of patients with mild stroke and those with moderate stroke. The variance analysis showed statistically significant differences in the mean score of patients stratified by the functional incapacity degree (p < 0.01). Conclusion: The SS-QOL, adapted to Portuguese language, had psychometric measures considered satisfactory. It is suitable to use as a tool of quality of life evaluation in patients with stroke in the daily clinical practice or clinical studies.
 
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Data de Publicação
2007-06-01
 
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