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Dissertação de Mestrado
DOI
Documento
Autor
Nome completo
Luiz Claudio Portnoi Baran
E-mail
Unidade da USP
Área do Conhecimento
Data de Defesa
Imprenta
São Paulo, 2019
Orientador
Banca examinadora
Ventura, Dora Selma Fix (Presidente)
Costa, Marcelo Fernandes da
Henriques, Leonardo Dutra
Passos, Saulo Duarte
Título em português
Relação entre a infecção gestacional por Zika vírus (ZIKV) e alterações na acuidade visual e desenvolvimento visual em bebês e crianças de duas coortes: Jundiaí e Rio de Janeiro
Palavras-chave em português
Acuidade Visual
CAT
Desenvolvimento
Teste dos Cartões de Acuidade de Teller
Zika vírus
ZIKV
Resumo em português
O Zika virus (ZIKV) é um flavívirus, tal qual o virus da dengue e, assim como esse, também é transmitido pelos mosquitos do gênero Aedes, especialmente o Aedes aegipty Restrito ao continente africano até 2007, o ZIKV chegou as Américas em 2013, com os primeiros registros brasileiros da infecção datando de 2014 - 2015. Em 2016, a OMS classificou o surto de ZIKV como Emergência de Saúde Mundial. O ZIKV pode acarretar na Sindrome Congênita do ZIka Vírus (SCZ) em bebês que sofreram infecção gestacional. Além da manifestação mais temida e marcante, a microcefalia, e de demais danos neurológicos, a SCZ tem sido principalmente associada com anomalias visuais e oftalmológicas. Entretanto, poucas informações se encontram disponíveis na literatura sobre o impacto da infecção por ZIKV nas funções visuais e desenvolvimento visual em crianças sem microcefalia. Pouco se conhece também do impacto da infecção em diferentes populações brasileiras, de localidades distintas. Dessa forma, o presente trabalho se propôs a preencher essa lacuna, avaliando a acuidade visual (AV) e desenvolvimento da acuidade visual em crianças expostas gestacionalmente ao ZIKV, utilizando-se o Teste dos Cartões de Acuidade de Teller (CAT). As crianças avaliadas vieram de duas populações distintas da região Sudeste do Brasil, a cidade de Jundiaí (SP) e a cidade do Rio de Janeiro (RJ). A Coorte Zika Jundiaí foi composta de 118 crianças divididas entre grupo controle saudável (ZC) com 63 crianças, grupo experimental, dividido em dois subgrupos, baseado em exame de RT- qPCR, sorologia ou avaliação clínica, o subgrupo Exposto (ZE) com 23 crianças, em que apenas as mães tiveram infecção confirmada por ZIKV e o subgrupo Infectado (ZI), com 24 crianças no qual mãe e criança tiveram infecção confirmada. Oito crianças formaram o grupo Controle Postivo (M), com crianças com microcefalia em decorrência de outras causas. A Coorte IFF Fiocruz Rio de Janeiro foi composta de 32 crianças, todas com infecção confirmada pelo ZIKV (ZI), por exame de RT-qPCR, sorologia ou avaliação clínica. Os resultados do presente trabalho mostram que a exposição gestacional ao ZIKV, na ausência de infecção, parece não ter efeito sobre a AV ou seu desenvolvivemento. No entanto, quando ocorre infecção gestacional por ZIKV, pode haver prejuízos à AV mesmo quando a criança não apresenta anomalias neurológicas e/ou oftalmológicas aparentes. Esse trabalho, entretanto, concorda com estudos anteriores que mostram uma maior chance de haver perdas de AV concomitantementes a um comprometimento cognitivo e/ou oftalmologico. As análises do subgrupo ZI de Jundiaí dão suporte a noção de que crianças gestacionalmente infectadas por ZIKV tendem a apresentar um desenvolvimento anormal (mais lento) da AV. Esse achado, se reproduzido, possuí repercussões mais gerais, dado que quaisquer danos à função visual podem indicar deficiências no sistema nervoso central. Assim sendo, tais achados tem importantes repercussões na saúde pública. Além disso, as taxas diferentes de danos à AV, bem como de incidência de microcefalia e comprometimento oftalmológico entre as populações estudadas neste trabalho, apoiam a hipótese da existência de demarcadas diferenças regionais entre as linhagens de ZIKV circulantes no país, assim como de diferenças de suscetibilidade de hospedeiros entre as populações estudadas
Título em inglês
Not informed by the author
Palavras-chave em inglês
Development
TAC
Teller Acuity Cards Test
Visual Acuity
Zika virus
ZIKV
Resumo em inglês
The Zika virus (ZIKV) is a flavivirus, such as the dengue virus, and like the dengue virus is also transmitted by the Aedes osquitoes, especially the Aedes aegipty Restricted to the African Country until 2007, the ZIKV arrived in the Americas in 2013, with the first brazillian cases of the infection dating to 2014 - 2015. In 2016, WHO classified the ZIKV spread as a World Health Emergency. The ZIKV, in gestationally exposed children, can lead to Congenital Zika Syndrome (CZS). Beyond its most marked and feared manifestation, microcephaly, and its other neurological damages, CZS is mostly associated with visual and ophthalmologic anomalies. However, little information is available on the literature about the impact of the ZIKV infection in the visual function and on the visual development in infected children without microcephaly. Little is also known about the impact of the infection in different brazillian populations from distinct areas. With that in mind, the present work intends to fill this gap in literature, evaluating the visual acuity (VA) and visual acuity development in children gestationally exposed to the ZIKV, using the Teller Acuity Cards Test (TAC). The evaluated children were from two different populations of the Southeast region of Brazil, the city of Jundiaí (SP) and the city of Rio de Janeiro (RJ). The Zika Jundiaí Cohort was composed of 118 children divided between the healthy control group (ZC) with 63 children and the experimental group, divided in two subgroups based on RT-qPCR, sorology or clinical evaluation, the Exposed subgroup (ZE) with 23 children, which only the mothers had ZIKV confirmed and the Infected subgroup (ZI), with 24 children, wich both mother and children had ZIKV confirmed infection. Eight children formed the Positive Control Group (M), composed of children with microcephaly due to other causes. The IFF Fiocruz Rio de Janeiro Cohort was composed of 32 children, all with confirmed ZIKV infection (ZI), either by RT-qPCR/sorology exam or by clinical evaluation. The results of the present work show that ZIKV exposition in absence of infection, does not seem to affect VA or its development. However when theres a gestational ZIKV infection, it may lead to VA damages even when the children does not show any apparent neurologic/ophtalmologic anomalies. This work, nonetheless, is in agreement with former studies that show a higher chance of VA losses when the children also have cognitive and/or ophtalmologic deficits. The Jundiaí ZI Subgroup analisies support the notion that ZIKV gestationally infected children tend to have an abnormal (slower) VA development. This finding, if replicated, has more general repercussions given that any visual function damages may indicate central nervous system deficiencies. Thus, these findings have important repercussions in the public health area. Furthermore, the different rates of VA damages as well as the different rates of microcephaly incidencies and ophthalmologic deficits between the populations studied in this work support the hypothesis of marked regional differences between the brazillian ZIKV strains, as well as host suscepitibilitiess differences between the studied populations
 
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baran_corrigida.pdf (2.73 Mbytes)
Data de Publicação
2019-05-30
 
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