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Dissertação de Mestrado
DOI
10.11606/D.47.1998.tde-03112005-221529
Documento
Autor
Nome completo
Ianni Régia Scarcelli
Unidade da USP
Área do Conhecimento
Data de Defesa
Imprenta
São Paulo, 1998
Orientador
Banca examinadora
Fernandes, Maria Ines Assumpcao (Presidente)
Mello, Sylvia Leser de
Patto, Maria Helena Souza
Título em português
O movimento antimanicomial e a rede substitutiva em saúde mental: a experiência do município de São Paulo 1989 - 1992
Palavras-chave em português
distúrbios mentais
hospitais psiquiátricos
movimentos sociais
pessoal da saúde mental
Pichon-Rivière Enrique 1907-
psicologia social
saúde mental
Resumo em português
O presente trabalho tem por objetivo refletir sobre a atuação/inserção dos trabalhadores em saúde mental na implantação da rede substitutiva de saúde mental do município de São Paulo, entre os anos de 1989 e 1992. A discussão, orientada pelas contribuições da Psicologia Social como descrita por Pichon-Rivière, apoia-se em dados coletados a partir da observação grupos de supervisão clínica/institucional. Estes grupos são parte do Projeto de Formação Permanente em Recursos Humanos na Área de Saúde Mental, resultado do convênio entre a Prefeitura do Município de São Paulo e a Universidade de São Paulo (PMSP/USP), através do termo aditivo entre Secretaria Municipal de Saúde e Instituto de Psicologia (SMS/PST-IPUSP), cuja realização se deu paralelamente à implantação da rede referida. Ressignificar e construir/superar limites conceituais, teóricos, técnicos, práticos; e problematizar as contradições, conflitos e dúvidas decorrentes da prática são fundamentais na substituição de práticas antimanicomiais. Ao enfocar a contradição entre saberes e práticas do modelo psiquiátrico tradicional X modelo antimanicomial, analisou-se os conflitos de natureza objetiva e/ou subjetiva, emergentes no contexto de trabalho e relacionados principalmente à concepção de loucura, constituição da equipe multiprofissional e formação dos trabalhadores em saúde mental na construção de práticas inspiradas nos princípios antimanicomiais. Constatou-se que contradições ('loucura/doença mental x saúde mental’, ‘loucura/desrazão X razão’, ‘anormalidade/patologia x normalidade’, ‘saber x não saber’, ‘modelo médico x não médico’, ‘terapêutico x não terapêutico’) provenientes da quebra do modelo manicomial desencadeiam processos de indiscriminação, emergentes nas relações intersubjetivas, tendo como efeito a perda de limites (‘trabalhadores x usuários’, ‘técnicos x não técnicos’, ‘neurose x psicose’, ‘eficiência x ineficiência’ de técnicas, ‘público x privado). Assim, a construção destes novos modelos, ligada a desconstrução do manicômio, apresenta-se como uma tarefa complexa, cuja realização não se restringe ao âmbito das práticas, pois carrega consigo contradições inerentes ao sistema social do qual advém (burguesia X proletariado, movimentos sociais x Estado, sociedade global x instituição de saúde, instituição x trabalhadores, trabalhadores em saúde mental x usuário/familiares e usuários x familiares).
Título em inglês
The anti-asylum movement and the proposal of a new model for mental health care: the experience of the municipality of São Paulo (1989 - 1992).
Palavras-chave em inglês
mental disorders
mental health
mental health personnel
Pichon-Rivière Enrique 1907-
psychiatric hospitals
social movements
social psychology
Resumo em inglês
The aim of the present study is to analyse the performance of mental health workers in the implementation of a new model of mental health care is the municipality of São Paulo, in the years 1989 to 1992. This study is based on data collected from the observation of groups of clinical/institutional supervision and is guided by the contributions of the Social Psychology as proposed by Pichon-Rivière. These groups were part of a Project for Continued Education in Human Resources in the Mental Health Area, agreed between the Municipality of São Paulo and the University of São Paulo (PMSP/USP), through the Municipal Health Secretarial and the Institute of Psychology (SMS/PST-IPUSP). The Project was developed at the same time as a new model for mental health care was implemented. An analyses indicate that to substitute the asylum practice it’s essential to give a new meaning to conceptual, theoretical, technical and practical limits and to bring to discussion the contradictions, conflicts and doubts which emerge in action. Focusing the contradiction between knowledge and practice in the traditional psychiatric model and in the anti-asylum model, we analysed the objective/subjective conflict emerging in the context of work and related mainly to the conception of madnees, the building-up of a multiprofessional team and the education of mental health workers in the developement of a practice based on the anti-asylum principles. Our findings show that the contradictions (madness/mental illness X mental health, madness/unreason X reason, abnormality/pathology X normality, knowledge X non-knowledge, medical X non medical model, therapeutic X non therapeutic) that result from the break of the asylum model foster a process of indiscrimination emerging in the inter subjective relationship and have the effect of loss of limits (workers X users, technician X non-technician, neurosis X psychosis, efficiency X inefficiency of techiniques, public X private). Thus the construction of these new model, linked to the ‘disconstruction’ of an asylum model, is a complexe task that cannot be restricted to the bounds of practice, since it has contradiction which are inherente to the social system from which it derives (bourgeoisie X workers, social movements X state, global society X health institution, institution X workers, workers in mental health X users/family and users X family).
 
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dissertacao.pdf (738.67 Kbytes)
Data de Publicação
2006-03-06
 
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