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Tese de Doutorado
Documento
Autor
Nome completo
Adriana Chaves Borges Homrich
E-mail
Unidade da USP
Área do Conhecimento
Data de Defesa
Imprenta
São Paulo, 2008
Orientador
Banca examinadora
Migliavacca, Eva Maria (Presidente)
Campos, Elisa Maria Parahyba
Gavião, Ana Clara Duarte
Semer, Norma Lottenberg
Vieira, Claudia Maria Sodré
Título em português
O conceito de superego na teoria freudiana
Palavras-chave em português
Complexo de Édipo
Consciência
Ego
Humor
Identificação (psicanálise)
Moral
Narcisismo
Pulsão de morte
Superego
Teoria psicanalítica
Resumo em português
Este trabalho trata da trajetória do conceito de superego na teoria freudiana desde o momento que os primeiros indícios de sua existência emergiram na clínica da histeria em 1892 até a segunda tópica em 1923, quando esta noção foi formalmente inserida na psicanálise, constituindo um dos pilares do aparelho psíquico ao lado do id e do ego. Para tanto a autora percorreu 1) as experiências pessoais e auto-analíticas de Freud descritas por seus biógrafos e por ele mesmo em sua extensa correspondência com Fliess, e também ao longo de seu livro A interpretação dos sonhos, que na verdade é uma valiosa peça autobiográfica; 2) a percepção de Freud dos fenômenos superegóicos relatados em alguns de seus casos clínicos desde a pré-história da psicanálise; e 3) a teoria psicanalítica, sendo que o foco principal foi o período de investigação conduzido por Freud entre os anos de 1892 e 1923. Ao longo deste estudo foram ressaltados os principais atributos, a natureza, as origens e as funções que o superego desempenha no psiquismo humano e concluiu-se que o superego, por conta de seu vínculo com a pulsão de morte, de sua militância no id e de sua ascendência nos conflitos incestuosos e parricidas do complexo de Édipo, é uma estrutura psíquica por natureza violenta e cruel. Uma vez que a participação do superego é estrutural na organização psíquica, cabe ao ego controlar sua fúria, defendendo o psiquismo de seus ataques destrutivos.
Título em inglês
The concept of superego in Freuds theory
Palavras-chave em inglês
Conscience
Death instinct
Ego
Humor
Identification (psychoanalysis)
Moral
Narcissism
Oedipus complex
Psychoanalytic theory
Superego
Resumo em inglês
This paper follows the trajectory of the concept of the superego in Freudian theory from the first signs of its development in 1892 trough hysteria clinic, to the point in 1923 when it was formally incorporated in his psychoanalysis, forming one of the pillars of the psychical apparatus next to the ego and the id. To achieve this objective, the author examined 1) Freuds personal and auto-analytical experiences as described by his biographers and by himself in both his book The Interpretation of Dreams and in the long and intense correspondence with Wilhelm Fliess; 2) Freuds perceptions of the superegos role in the human psyche as described in some of his clinical cases; and 3) psychoanalytic theory, focused mainly on Freuds work between 1892 and 1923. The author aimed to highlight the main features, the nature, the origins and the functions that the superego performs in the human psyche and concluded that the superego, because of its close link with the death drive, its confrontational relationship with the id and its emergence in the incestuous and parricidal conflicts of the Oedipus complex, is by nature a cruel and violent psychical structure. Given the superegos structural participation in the psychical mechanism, it is up to the ego to control its wrath, defending itself from the destructive assault of the superego.
 
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Data de Publicação
2009-12-01
 
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