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Tese de Doutorado
DOI
10.11606/T.46.1996.tde-08042008-154647
Documento
Autor
Nome completo
Ligia Ferreira Gomes
E-mail
Unidade da USP
Área do Conhecimento
Data de Defesa
Imprenta
São Paulo, 1996
Orientador
Banca examinadora
Augusto, Ohara (Presidente)
Bechara, Etelvino JosÉ Henriques
Caballero, Nelson Eduardo Duran
Di Mascio, Paolo
Monteiro, Hugo Pequeno
Título em português
Participação de radicais livres centrados em átomos de carbono na toxicidade de hidrazina
Palavras-chave em português
8-metilguanina
Adutos de DNA
EPR
Hidrazina
Radicais de carbono
Radicais livres
Resumo em português
A produção de radicais de carbono "in vivo" durante a biotransformação da hidrazina foi demonstrada por ressonância para magnética eletrônica, utilizando o método do captador de spin. Eritrócitos de rato também oxidaram a hidrazina, formando radicais de carbono e nitrogênio, além de espécies reativas de oxigênio. Todas estas espécies, possivelmente formadas "in vivo", são potencialmente causadoras de dano a macromoléculas. Podem, por exemplo, iniciar reações secundárias formando radicais de componentes celulares, como ocorreu com a hemoglobina que foi oxidada a radicais tiil-hemoglobina em eritrócitos tratados com hídrazina. Radicais de carbono formados durante a biotransformação da hidrazina em animais expostos provêm necessariamente de substâncias endógenas e podem ser direta ou indiretamente responsáveis pela modificação ( alquilação ) de bases no DNA "in vivo". A hidrazona do formaldeído é descrita na literatura como um intermediário da alquilação induzida por hidrazina "in vivo". Células L 1210, catalase ou oxihemoglobina de rato foram capazes de formar radicais de carbono durante a oxidação da hidrazona do formaldeído. A oxidação da hidrazona do formaldeído pela catalase foi estudada "in vítro" e os radicais de carbono formados, identificados como radicais metila. A base modificada C8 -metil-guanina foi formada em animais expostos, como demonstrado por cromatografia líquida de alta eficiência associada à detecção eletroquímica, sugerindo que ocorreu alquilação do DNA por radicais metila durante a biotransformação da hidrazina "in vivo".
Título em inglês
Carbon-centered free radicals participation in hydrazine toxicity
Palavras-chave em inglês
8-methylguanine
Carbon-centered radicals
DNA adducts
EPR
Free radicals
Hydrazine
Resumo em inglês
The production of carbon-centered radicais during hydrazine biotransformation "in vivo" was demonstrated by electron paramagnetic resonance ( EPR ) spin trapping technique. Rat red blood cells also oxidized hydrazine, forming carbon and nitrogen centered radicais, besides oxygen reactive speties. Ali these species, possibly formed "in vivo", are potentially harmful to macromolecules. For example, they can initiate secondary reactions in which the radicais from cell components are formed, as it occurred with hemoglobin, forming thiyl-hemoglobin radicais in the red blood cells treated with hydrazine. Carbon-centered radicais produced during the biotransformation of hydrazine in exposed animais must be derived from endogenous sources and may be directly or indirectly responsible for the modificaton ( alkylation ) of DNA bases "in vivo". The formaldehyde hydrazone is reported in the literature as an intermediate of hydrazine-induced alkylation "in vivo". L1210 cells, catalase and rat hemoglobin were able to produce carbon-centered radicais during the oxidation of the formaldehyde hydrazone. The oxidation of formaldehyde hydrazone by catalase was studied "in vitro" and the generated carbon-centered radicais were identified as methyl radicais. The modified base C8 -methylguanine was formed in exposed animais, as demonstrated by high performance liquid chromatography with electrochemical detection, suggesting that DNA alkylation by methyl radicais occurred during hydrazine biotransformation "in vivo."
 
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LigiaFGomes_tese.pdf (38.00 Mbytes)
Data de Publicação
2008-04-16
 
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