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Tese de Doutorado
DOI
10.11606/T.39.2018.tde-20062018-095440
Documento
Autor
Nome completo
Roberto Casanova Dinato
E-mail
Unidade da USP
Área do Conhecimento
Data de Defesa
Imprenta
São Paulo, 2018
Orientador
Banca examinadora
Bertuzzi, Rômulo Cássio de Moraes (Presidente)
Rico, Janina Manzieri Prado
Araujo, Gustavo Gomes de
Silva, Adriano Eduardo Lima da
Título em português
A influência de diferentes sistemas de amortecimento do calçado esportivo na economia de corrida e no desempenho
Palavras-chave em português
Biomecânica
Calçado esportivo
Corrida
Custo energético
Resumo em português
O objetivo geral do estudo foi investigar o impacto do calçado minimalista e dos calçados esportivos com entressola de termoplástico Poliuretano expandido (TPE) sobre os parâmetros fisiológicos e o desempenho durante a corrida. O estudo 1 comparou o calçado minimalista e o calçado com TPE na economia de corrida (EC) e o desempenho. Doze corredores homens foram submetidos aos seguintes testes: a) teste progressivo até a exaustão para caracterização da amostra; b) duas corridas contrarrelógio de 3 km em uma pista de atletismo de 400 m e ao final dos testes responderam uma avaliação de conforto. c) quatro testes de corrida submáxima de 6 minutos em uma esteira para determinar a EC, o custo de oxigênio (CTO2) e a componente vertical da força reação do solo. Houve uma maior EC (~2,4%) (P = 0,01), aumento do primeiro pico (~15,8%) (P = 0,01) e diminuição da taxa de propulsão (~15,9%) (P = 0,01) no TPE em comparação ao calçado minimalista. No entanto, não houve diferenças significativas entre TPE e minimalistas para CTO2 (P = 0,61) e desempenho total de corrida (P = 0,61). Essas descobertas revelaram que o calçado TPE produz uma EC maior e uma taxa de propulsão mais baixa em comparação com calçados minimalistas, mas essas melhorias não foram acompanhadas por mudanças no CTO2 e, consequentemente, no desempenho na corrida. O estudo 2 comparou 3 calçados com diferenças percentuais de TPE inserido na entressola. As principais diferenças metodológicas foram a análise da EMG e o teste de corrida de 10 km. Não houve diferença estatística entre os calçados para as variáveis EC, componente vertical da força reação do solo (FRS), EMG e desempenho. A análise de regressão revelou que 96% do desempenho em uma prova de 10 km podem ser explicados pelas variáveis altura do arco e controle médio-lateral para o modelo de calçado TPE 55%. Nenhuma variável biomecânica analisada neste estudo foi capaz de identificar alguma diferença que pudesse estabelecer uma diferença entre os calçados que repercutisse em desempenho ou EC. Os resultados práticos dos estudos revelaram que correr com calçado TPE melhora a EC em comparação ao calçado minimalista. No entanto, a melhora na EC não se refletiu em desempenho no teste de corrida de 3 km. Diferentes porcentagens de TPE inseridos na entressola do calçado não produziram diferenças na EC e desempenho em uma prova de 10km. Desta forma, ainda não é possível dizer qual calçado é capaz de reduzir o tempo gasto em uma prova de corrida de curta ou longa duração
Título em inglês
The influence of different cushioning systems of sports shoes on running economy and performance
Palavras-chave em inglês
Biomechanics
Energy cost
Running
Sports shoes
Resumo em inglês
The overall objective of the study was to investigate the impact of minimalist footwear and sports shoes with midsole thermoplastic expanded polyurethane (TPE) on physiological parameters and performance during running. Study 1 compared minimalist shoes and TPE shoes in running economy and performance. Twelve male distance runners performed the following tests: a) a maximal incremental test to characterize the sample; b) two 3-km time-trials on an outdoor 400 m track and at the end of tests answered an evaluation of comfort. c) four 6-min submaximal running tests on a treadmill to determine the RE, energetic cost (CTO2) of 3 km running time-trial and ground reaction force parameters. The athletes performed the sub-maximal running tests and 3-km time trials using the TPE and minimalist shoes. There was a higher RE (~2.4%) (P = 0.01), increased first peak (~15.8%) (P = 0.01), and decrease push-off rate (~15.9%) (P = 0.01) in TPU compared with minimalist shoes. However, there were not significant differences TPU and minimalist shoes for CTO2 (P = 0.61) and overall running performance (P = 0.61). These findings revealed that TPU produces a higher RE and a lower push-off rate when compared to minimalist shoes, but these improvements were not accompanied by changes in CTO2 and, consequently in running performance. Study 2 compared 3 shoes with differences percentage TPE inserted in the midsole. The main methodological differences were the EMG analysis and the 10 km running time-trial. There was no statistical difference between shoes for the EC, vertical component of ground reaction force and EMG. Regression analysis revealed that 96% of the performance in a 10 km running time-trial can be explained by the variable height of the arch and medial-lateral control to the shoe model TPE 55%. No biomechanical variable analyzed in this study was able to identify any differences that could establish a difference between the shoes that had repercussions on RE or performance. The practical results of the studies have shown that running with TPE improves the RE compared to minimalist shoes. However, the improvement in RE was not reflected in performance in the 3-km running time-trial. Different percentages of TPE inserted in the shoe midsole did not produce differences in RE and performance in a 10km running time-trial. Thus, it is not possible to tell which shoes is able to reduce the time spent on a short or long running race
 
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Data de Publicação
2018-07-02
 
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