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Tese de Doutorado
Documento
Autor
Nome completo
Ricardo Drews
E-mail
Unidade da USP
Área do Conhecimento
Data de Defesa
Imprenta
São Paulo, 2017
Orientador
Banca examinadora
Tani, Go (Presidente)
Barela, José Angelo
Correa, Umberto Cesar
Freudenheim, Andrea Michele
Meira Junior, Cassio de Miranda
Título em português
Efeitos de diferentes frequências de feedback autocontrolado na aprendizagem de uma tarefa de timing coincidente
Palavras-chave em português
Aprendizagem motora
Autocontrole
Conhecimento de resultados
Informação
Motivação
Resumo em português
Nas últimas décadas, um número considerável de pesquisadores tem direcionado seus esforços na compreensão do papel do autocontrole (liberdade de escolha) do aprendiz em relação ao fornecimento de feedback, mais especificamente o conhecimento de resultados (CR), na aquisição de habilidades motoras. Os resultados, em sua grande maioria, têm revelado benefícios comparativamente à aprendizagem em condições de prática externamente controladas (yoked). No entanto, um grande desafio continua a ser a explicação dos mecanismos e processos que estão à retaguarda dos benefícios observados. Nesse contexto, uma variável que merece atenção diz respeito à frequência de CR solicitado pelo aprendiz. Apesar de ter sido, historicamente, objeto de intensas pesquisas em condições externamente controladas, os efeitos das distintas frequências de CR em condições autocontroladas não têm sido levados em consideração pela justificativa de que a possibilidade de escolha, por si só, garante ganhos na aprendizagem motora. Diante desse cenário, o presente trabalho teve como objetivo investigar os efeitos do CR autocontrolado na aprendizagem de uma tarefa de timing coincidente, com enfoque na frequência e no momento de sua solicitação. Para isso, foi inicialmente realizado um experimento para construir um banco de dados a ser explorado posteriormente por meio de perguntas específicas que deram origem a quatro estudos. Participaram 96 adultos de ambos os sexos, sem experiência prévia na tarefa utilizada que consistiu em sincronizar o click de um botão à chegada de um alvo móvel - em desaceleração constante e ocluído na porção final do deslocamento - a um alvo fixo na tela de um computador. Eles realizaram 90 tentativas na fase de aquisição, sendo que os na condição autocontrolada tinham a possibilidade de escolha de CR a cada tentativa e os na condição yoked tiveram seu fornecimento pareado em frequência e momento à condição autocontrolada. Após 24 horas, foram realizados os testes de retenção e transferência (maior tempo de oclusão visual do alvo móvel), com vinte tentativas cada, sem fornecimento de CR. O Estudo 1 teve como objetivo investigar os efeitos de diferentes frequências de CR autocontrolado. Foram analisados grupos autocontrolados (n = 12) com maior (GA Mais; média = 97%), menor (GA Menos; média = 32,5%) e intermediária (GA Intermediário; média = 74%) frequência de solicitações na fase de aquisição. Os resultados revelaram que os grupos com frequências reduzidas foram superiores nos testes de aprendizagem, em comparação ao GA Mais. O Estudo 2 teve como objetivo investigar os efeitos das frequências de CR, numa condição externamente controlada, pareadas a uma condição autocontrolada. Os resultados mostraram que os três grupos yoked com frequências de CR pareadas aos dos participantes do Estudo 1 não diferiram nos testes de aprendizagem. O Estudo 3 comparou as diferentes frequências de solicitação de CR em condição autocontrolada e externamente controlada. A Análise 1, referente aos grupos com maior frequência de CR, revelou superioridade do grupo yoked nos testes de aprendizagem, em comparação ao grupo autocontrolado. A Análise 2, relativa aos grupos com menor frequência de CR, não mostrou diferenças nos testes de aprendizagem. A Análise 3, referente aos grupos intermediários, encontrou superioridade do grupo autocontrolado nos testes de aprendizagem em relação ao seu yoked. O Estudo 4 teve como objetivo investigar o comportamento individual dos participantes numa condição autocontrolada, com foco na magnitude do erro das tentativas solicitadas. Os resultados mostraram que os grupos autocontrolados solicitaram CR após seus melhores e piores desempenhos indiferenciadamente, visto que as estratégias de solicitação indicaram nem sempre estar relacionadas à magnitude do erro. O conjunto dos estudos permite concluir que as escolhas realizadas, e não somente a possibilidade de escolher, parece definir os benefícios do autocontrole de CR na aprendizagem motora
Título em inglês
Effects of different frequencies of self-controlled feedback on the learning of a coincident timing task
Palavras-chave em inglês
Information
Knowledge of results
Motivation
Motor learning
Self-control
Resumo em inglês
In the last decades, a considerable number of researchers have focused their efforts on understanding the role of learner's self-control in requesting feedback, more specifically knowledge of results (KR), in motor skills acquisition. The results, for the most part, have shown benefits compared to learning in externally controlled practice conditions (yoked). However, a major challenge, still, is the explanation of the mechanisms and processes underlying the observed benefits. In this context, a variable that deserves attention is the frequency of KR requested by the learner. Although, historically, it has been the object of intense research under externally controlled conditions, the effects of different KR frequencies in self-controlled conditions have not been considered provided that the possibility of choice, on its own, ensures gains in motor learning. Given this scenario, the present work had as objective to investigate the effects of the self-controlled KR on the learning of a coincident timing task, focusing on the frequency and the moment of its request. For this, an experiment was conducted to construct a database to be explored later through specific questions. This resulted in four studies. Ninety-six adults of both sexes, with no prior experience in the task that consisted of pressing a button in coincidence to the arrival of a moving target to a fixed target on the screen of a computer. The moving target moved with constant deceleration and was occluded in the final portion of the displacement. The participants performed 90 trials in the acquisition phase. Participants in the self-controlled condition could choose, at each trial, whether they would observe the KR while those in the yoked condition had their paired supply in frequency and moment to the self-controlled condition. After 24 hours, the retention and transfer tests (greater time of visual occlusion of the moving target) were performed, with 20 trials each, without KR supply. Study 1 had the objective to investigate the effects of different frequencies of self-controlled KR. Selfcontrolled groups (n = 12) were analyzed by frequency of requests higher (GA More, average = 97%), lower (GA Less, average = 32.5%) and intermediate (GA Intermediate, average = 74%) in the acquisition phase. The results showed that GA Less and GA Intermediate performed better in the learning tests, compared to GA More. Study 2 aimed to investigate the effects of KR frequencies, in an externally controlled condition, paired with a self-controlled condition. The results showed that the three yoked groups with KR frequencies did not differ in the learning tests. Study 3 compared the different frequencies of KR request in a selfcontrolled and externally controlled condition. Analysis 1, referring to the groups with the higher KR frequency, revealed the superiority of the yoked group in the learning tests, compared to the self-controlled group. Analysis 2, concerning groups with lower KR frequency, did not show differences in the learning tests. Analysis 3, referring to the intermediate groups, found superiority of the self-controlled group in the learning tests in relation to their yoked. Study 4 aimed to investigate the individual behavior of the participants in a self-controlled condition, focusing on the magnitude of the error of the requested trials. The results showed that the self-controlled groups requested KR after their best and worst performances indifferently, since the solicitation strategies indicated were not always related to the magnitude of the error. This set of studies allows us to conclude that the choices made, and not only the possibility to choose, seems to define the benefits of self-control KR in motor learning
 
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Data de Publicação
2017-09-06
 
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