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Tese de Doutorado
Documento
Autor
Nome completo
David Lucas Desiderio
Unidade da USP
Área do Conhecimento
Data de Defesa
Imprenta
Bauru, 2017
Orientador
Banca examinadora
Buzalaf, Marilia Afonso Rabelo (Presidente)
Faria, Flavio Augusto Cardoso de
Guerrini, Ivan Amaral
Lara, Vanessa Soares
Pereira, Heloisa Aparecida Barbosa da Silva
Título em português
Efeito de campos magnéticos estáticos e compensados na proliferação celular in vitro
Palavras-chave em português
Campos magnéticos
Proliferação de células
Proteômica
Resumo em português
Inserido no paradigma da transdisciplinaridade, o presente trabalho foi desenvolvido em etapas, com os seguintes objetivos: a) Construir um dispositivo com base de metal não magnético para ímãs permanentes, visando à geração de um Campo Magnético Estático (CME) ou de um Campo Magnético Compensado (CMC); b) Expor culturas de células mesenquimais a um CME e a um CMC, ou a nenhum campo (controle); c) Analisar a influência destes campos na viabilidade e proliferação celular e nos casos em que houve alteração em pelo menos um destes parâmetros, utilizar a análise proteômica como ferramenta para a compreensão dos mecanismos envolvidos. O dispositivo foi construído utilizando aço inoxidável, capaz de gerar dois tipos de Campos Magnéticos: Compensado (CMC) com intensidade de aproximadamente 0 mT e Estático (CME) com intensidade média de 165 mT. Estes campos foram aplicados a culturas de células mesenquimais de medula óssea de camundongos AJ (MSC/AJ), nos períodos de 0, 24, 48, 72 e 96 h (CMC) e 24 h (CME). Os efeitos sobre a proliferação e a viabilidade foram avaliados por método de contagem manual de células com marcação por azul de tripan. A análise proteômica foi realizada para os experimentos com CMC, com o objetivo de descrever as proteínas envolvidas nas alterações encontradas. A exposição ao CMC tendeu a reduzir a proliferação das células de medula óssea MSC/AJ em relação ao controle em 96 h, porém sem diferença significativa, o que poderia estar relacionado a proteínas que inibem a transcrição, como a Forkhead box protein P2 Foxp2. Este mesmo campo aumentou a viabilidade celular em relação ao baseline para todos os tempos experimentais, o que poderia estar relacionado a proteínas relacionadas à ligação ao Ca+2. Esses mecanismos, entretanto, precisam ser estudados mais profundamente para que possam ser comprovados ou não. Já a exposição ao CME levou a uma tendência à diminuição da proliferação e viabilidade celular em relação ao grupo controle, embora sem diferenças significativas, provavelmente por conta do tamanho amostral e tempo de avaliação (24 h).
Título em inglês
Proteomics of the effect of compensated and static magnetic fields on cell proliferation in vitro
Palavras-chave em inglês
Cell proliferation
Magnetic fields
Proteomics
Resumo em inglês
Inserted in the transdisciplinarity paradigm, the present work was developed by steps with the following aims: a) To build a device of non-magnetic metal to hold permanent magnets for the generation of a Static Magnetic Field (SMF) or a Compensated Magnetic Field (CMF); b) To expose mesenchimal cells to the SMF and to CMF or to none of the fields (control); c) To analyze the influence of these fields on cell viability and cell proliferation and in the case where it occurred alteration in at least one of these parameters, to use proteomics as a tool for the comprehension of the involved mechanisms. The device was built in stainless steel, able to generate two kinds of Magnetic Fields: Compesated (CMF) with an intensity of nearly zero mT and Static (SMF) with a mean intensity of 165 mT. These fields were applied to bone marrow mesenchimal cell cultures from AJ mice (MSC/AJ), for 0, 24, 48, 72 and 96 h (CMF) and 24 h (SMF) periods. The effects on the proliferation and viability were assessed by tripan blue dying and manual counting of the cells. Proteomics was done for the experiments with CMF, aiming to describe the involved proteins on found alterations. The exposition to CMF tends to reduce the bone marrow cell proliferation of MSC/AJ in relation to control in 96 h, but with no significant difference, which may be related to proteins that inhibit the transcription, like Forkhead box protein P2 Foxp2. This very field raised the cell viability in relation to the baseline for all the experimental times that could be related to proteins connected to Ca2+ binding. However, these mechanisms need more experiments, so they can be confirmed or not. The exposition to the SMF tends to decrease both cell proliferation and viability in relation to the control group, although with no significant difference, probably because of the sample number and the exposition time (24h).
 
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Data de Publicação
2017-10-03
 
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