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Dissertação de Mestrado
DOI
10.11606/D.25.2018.tde-10052018-215926
Documento
Autor
Nome completo
Érika Beatriz Spada de Carvalho
Unidade da USP
Área do Conhecimento
Data de Defesa
Imprenta
Bauru, 2017
Orientador
Banca examinadora
Rezende, Maria Lucia Rubo de (Presidente)
Macarini, Valmir Campos
Salmeron, Samira
Sant Ana, Adriana Campos Passanezi
Título em português
Efeito da desmineralização óssea superficial na consolidação de enxertos ósseos autógenos: estudo histomorfométrico e imunohistoquímico em calvária de ratos
Palavras-chave em português
Ácido cítrico
Desmineralização
Imuno-histoquímica
Tetraciclina
Resumo em português
Dados recentes apontam que a desmineralização óssea pode promover a consolidação de enxertos e a proliferação e diferenciação de pré-osteoblastos, mas os mecanismos biológicos envolvidos nesse processo precisam ser esclarecidos. Neste estudo foram investigados, em calvária de 126 ratos Wistar, os efeitos da desmineralização óssea sobre o reparo de enxertos ósseos em bloco cujas superfícies de contato foram desmineralizadas por tetraciclina hidroclorada (TCN) na concentração de 50mg/ml ou ácido cítrico (AC) a 10% (pH=1) por 15, 30 ou 60 segundos (n=6). Enxertos controle foram realizados sem desmineralização. Após 7, 30 e 60 dias, blocos teciduais contendo os enxertos foram removidos dos animais e processados histotecnicamente para coloração com hematoxilina e eosina. Os espécimes de 30 dias de pós-operatório também forneceram amostras para avaliação imunohistoquímica para osteocalcina (OCN) e fosfatase ácida tartarato resistente (TRAP), marcadores de formação e reabsorção óssea respectivamente. A análise qualitativa demonstrou estágios mais avançados no processo de reparo ósseo desde os 7 dias nos grupos desmineralizados em relação ao controle, com consolidação ocorrendo a partir dos 30 dias de pós-operatório, em especial nos espécimes desmineralizados com TCN por 60 segundos. A análise quantitativa demonstrou aumento significante da área de osso neoformado e de superfícies de consolidação óssea com o tempo (ANOVA a dois critérios, p<0,05). Maior porcentagem de área de osso neoformado ocorreu nos grupos AC15 e TCN60 quando comparados ao grupo controle em todos os períodos avaliados (p = 0,02). Aos 30 dias, o grupo C apresentou menor porcentagem de extensão de superfícies consolidadas em relação aos grupos TCN60, TCN30 e AC15 (p = 0,0015). Aos 60 dias, o grupo AC60 apresentou a totalidade das superfícies ósseas do enxerto e do leito consolidadas ao osso neoformado na interface com diferença em relação ao grupo controle (p = 0,0015), que também apresentou menores resultados em relação aos grupos AC15, TCN15 e TCN60. A análise imunohistoquímica foi inconclusiva para explicar os achados histomorfométricos. A relação OCN/TRAP foi maior nos grupos controle, AC30, TCN30 e TCN60, mas a localização da imunomarcação margeando as superfícies do osso neoformado e no interior dos espaços medulares sugere que a observação revela fenômenos de remodelação óssea normal, sem distinção entre os grupos. Concluiu-se que a desmineralização das superfícies ósseas de contato entre o enxerto ósseo e o leito receptor com AC ou TCN durante 15, 30 ou 60 segundos promoveu maior área de tecido ósseo neoformado na interface enxerto-leito do que a não desmineralização, principalmente nos períodos mais precoces de reparação. A consolidação do osso neoformado ao enxerto e ao leito receptor também foi maior em todos os grupos desmineralizados em relação ao controle. Os melhores resultados, entretanto foram apresentados pelos grupos AC15 e TCN60.
Título em inglês
Effect of superficial bone demineralization on the consolidation of autogenous bone grafts: histomorphometric and immunohistochemical study in calvaria of rats
Palavras-chave em inglês
Citric acid
Demineralization
Immunohistochemistry
Tetracycline
Resumo em inglês
Recent data suggest that bone demineralization may promote graft consolidation and proliferation as well as differentiation of pre-osteoblasts, but the biological mechanisms involved in this process need to be clarified. In this study, the effects of bone demineralization were studied on the repair of onlay bone grafts whose contact surfaces were demineralized by tetracycline hydrochloride (TCN) at a concentration of 50mg / ml or citric acid (AC) a 10% (pH = 1) for 15, 30 or 60 seconds (n = 6). Control grafts were performed without demineralization. After 7, 30 and 60 days, tissue blocks containing the grafts were removed from the animals and processed histotechnically for hematoxylin and eosin staining. The 30-day post-operative specimens also provided samples for immunohistochemical evaluation for osteocalcin (OCN) and tartrate resistant acid phosphatase (TRAP), markers of formation and bone resorption respectively. The qualitative analysis demonstrated more advanced stages of bone repair early in the 7 days evaluation in the demineralized groups in relation to the control. The quantitative analysis showed a significant increase in the area of newly formed bone and bone consolidation with time (two way ANOVA, p<0.05). A higher percentage area of newly formed bone occurred in the AC15 and TCN60 groups when compared to the control group in all the evaluated periods (p = 0.02). At 30 days, group C had lower percentage of consolidated surfaces than groups TCN60, TCN30 and AC15 (p = 0.0015). At 60 days, the AC60 group presented bone surfaces totally consolidated to the newly formed bone at the interface with difference in relation to the control group (p = 0.0015), which also presented lower results in relation to the AC15, TCN15 and TCN60. The immunohistochemical analysis was inconclusive to explain the histomorphometric findings. The OCN / TRAP ratio was higher in the control, AC30, TCN30 and TCN60 groups, but the localization of the immunostaining, lining the surfaces of the newly formed bone and within the medullary spaces, suggests that the observation reveals normal bone remodeling phenomena. It was concluded that the demineralization of the bone surfaces of contact between The bone graft and the receptor bed with AC or TCN for 15, 30 or 60 seconds promoted a greater area of newly formed bone tissue at the graft-bed interface than non-demineralization, especially in the earlier periods of healing. The consolidation of the newly formed bone to the graft and to the recipient bed was also higher in all the demineralized groups in relation to the control. The best results, however, were presented by groups AC15 and TCN60.
 
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Data de Publicação
2018-05-16
 
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