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Tese de Doutorado
DOI
10.11606/T.23.2014.tde-18032015-165134
Documento
Autor
Nome completo
Maria Aparecida da Silva
E-mail
Unidade da USP
Área do Conhecimento
Data de Defesa
Imprenta
São Paulo, 2014
Orientador
Banca examinadora
Vieira, Glauco Fioranelli (Presidente)
Cordeiro Júnior, Quirino
Haddad, Ana Estela
Jorge, Waldyr Antônio
Vilibor, Renata Hydee Hasue
Título em português
Investigação de Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH) entre estudantes de odontologia e suas repercussões na destreza manual e desempenho cognitivo
Palavras-chave em português
Desempenho acadêmico
Destreza manual
Transtorno de déficit de atenção e hiperatividade
Universitários
Resumo em português
O Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH) é caracterizado por caracterizado por desconcentração frequente, falta de controle dos impulsos e comportamento hiperativo iniciados na infância que permanecem por toda a vida em até 75% dos casos. O transtorno está associado a adversidades como baixo desempenho escolar e outras condições comórbidas, como ansiedade, depressão, uso de substâncias psicoativas e problemas de coordenação motora, principalmente destreza manual, este último mais descrito na infância e nomeado por Transtorno do Desenvolvimento da Coordenação (TDC). O presente estudo teve duas fases: na primeira, o objetivo foi investigar a frequência de autorrelato de sintomas de TDAH em uma população de estudantes de Odontologia; na segunda, confirmar clinicamente o diagnóstico desse transtorno, avaliar história pregressa de problemas motores (se presença do TDC) e aplicar instrumentos para avaliar destreza manual e aspectos psicossociais. Material e Métodos. Foram incluídos 408 estudantes do curso de Odontologia da Universidade de São Paulo na primeira fase, com idade média de 22± 4,06 anos, aplicada a escala de autorrelato para sintomas de TDAH - Adult Self Report Scale (ASRS). Na segunda fase, foram identificados os casos considerados risco para TDAH (47 estudantes) e convocados para entrevista clínica para avaliação de diagnóstico do TDAH e de Transtorno do Desenvolvimento da Coordenação, conforme critérios do Manual de Diagnóstico e Estatística para Transtornos Mentais quarta edição (DSM-IV). Foram incluídos 10 estudantes com TDAH e 19 controles sem TDAH, pareado para gênero e idade. Houve um estudante com diagnóstico de TDAH+TDC. Instrumentos aplicados: escala de Beck-ansiedade, Escala de Beck-depressão, ASSIST, WHOQOL-bref, teste Grooved- Pegboard e Pick-up teste de Moberg. Foi formado um grupo controle sem diagnóstico de TDAH, pareado para gênero e idade. A estimativa de TDAH foi baseada na proporção de casos com escores elevados na escala ASRS; para o estudo de caso controle, foram feitas análises utilizando testes não paramétricos (Qui-quadrado, Wilcox, Mann-Whitney). O nível de significância considerado foi <5%. Resultados: para a primeira fase, 11,5% tiveram altos escores para sintomas de TDAH; na segunda fase, diagnóstico clínico em 10 sujeitos e 19 controles. Houve um estudante com diagnóstico de TDAH+TDC. O grupo TDAH apresentou-se diferente do controle para as seguintes variáveis: autorrelato de sintomas depressivos (p=0,027), desempenho acadêmico (p= 0,009), destreza manual (p=0,017) e qualidade de vida no domínio físico (p=0,01). Conclusão: Universitários com TDAH apresentam mais adversidades em relação a seus pares não TDAH, como mais sintomas depressivos, mais prejuízo acadêmico e pior qualidade de vida, assim como pior destreza manual.
Título em inglês
Attention Deficit Hyperactivity Disorder (ADHD) among dental students and its effects on manual dexterity and cognitive performance
Palavras-chave em inglês
Academic performance
Attention Deficit hyperactivity disorder
College students
Manual dexterity
Resumo em inglês
Attention Deficit Hyperactivity Disorder (ADHD) is characterized by difficulties in concentration, by hyperactivity and impulsive control, which remain throughout life by up to 75% of cases. The ADHD is associated with many adversities such as poor school performance and other comorbidities, including anxiety, depression, substance abuse, and motor coordination problems (predominantly manual dexterity). The latter is more common in childhood and is called Developmental Coordination Disorder (DCD). The present study consisted of two phases: the first phase investigated the frequency of self-reported ADHD symptoms in a population of college students; the second phase aimed to clinically confirm the diagnosis of ADHD and to evaluate the past history of motor coordination problems (when the presence of TDC). Material and Methods: 408 students of the School of Dentistry of the University of São Paulo were included in the first phase, with a mean age of 22 ± 4.06 years and the scale of self-reported ADHD symptoms was applied - Adult Self Report Scale (ASRS). In the second phase, the cases considered at risk for ADHD (47 students) were identified and called for a clinical interview for the diagnostic assessment of ADHD and Developmental Coordination Disorder (DCD). Ten students were clinically diagnosed with ADHD and 19 controls. Only one student was diagnosed with ADHD + DCD. In cases in which ADHD and DCD were confirmed, according to criteria of the Diagnostic and Statistical Manual of Mental Disorders fourth edition (DSM-IV), instruments were applied: Beck Scale-anxiety, depression-Beck scale, ASSIST, WHOQOL-BREF, Grooved-Pegboard test and Pick-up Moberg Test. A control group consisting of individuals without diagnosis of ADHD, matched for sex and age, was formed. Estimation of ADHD was based on the proportion of cases with high scores on the ASRS scale; for case-control analyses using nonparametric tests (chi-square, Wilcox, Mann-Whitney). The significance level was set at 5%. Results: In the first phase, including 408 students, 11.5% presented high scores for symptoms of ADHD. The group that received a clinical diagnosis of ADHD showed greater psychosocial impairment compared with the control group, as the worst quality of life in the physical domain (p = 0.01), more depressive symptoms (p = 0.027), greater impairment in academic performance (p = 0.009) and worst quality manual dexterity related to task performance (p = 0.017). Conclusion: College students with ADHD have more adversities in relation to their non-ADHD peers, as more depressive symptoms, poor school performance and poor quality of life and manual dexterity, which can be even more impactful because the Dentistry course requires great dexterity of its students.
 
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Data de Publicação
2015-04-16
 
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