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Tese de Doutorado
DOI
10.11606/T.22.2008.tde-28032008-082907
Documento
Autor
Nome completo
Paula Hino
E-mail
Unidade da USP
Área do Conhecimento
Data de Defesa
Imprenta
Ribeirão Preto, 2008
Orientador
Banca examinadora
Santos, Claudia Benedita dos (Presidente)
Bertolozzi, Maria Rita
Costa Junior, Moacyr Lobo da
Ruffino Netto, Antonio
Villa, Tereza Cristina Scatena
Título em português
Padrões espaciais da tuberculose associados ao indicador adaptado de condição de vida no município de Ribeirão Preto
Palavras-chave em português
condições sociais
distribuição espacial da população
epidemiologia
iniqüidade social
tuberculose
Resumo em português
Considerada um problema social, a Tuberculose é uma doença que ultrapassa as barreiras biológicas sendo fundamental compreender sua ocorrência no contexto das condições de vida da população e do espaço que a envolve. O presente estudo com delineamento híbrido, ecológico e de tendência temporal (retrospectivo e longitudinal), teve como objetivos estudar a relação do Indicador Adaptado de Condição de Vida e a distribuição espacial da ocorrência da Tb no ano de 2000 e obter a correlação espacial da ocorrência dos casos, segundo endereço de notificação, ao longo dos anos 2000 a 2006, no município de Ribeirão Preto. Os dados referentes à Tuberculose foram coletados no banco de dados Epi-Tb e as informações que compuseram o Indicador Adaptado de Condição de Vida, do Censo Demográfico de 2000. A unidade de análise foi o setor censitário. Os mapas temáticos foram realizados com auxílio do software MapInfo 7.5 e a análise estatística espacial, por meio do Spring 4.3. Para os demais cálculos (Análise Fatorial, teste Qui-quadrado, Razão de Chances), utilizou-se o SPSS 10.0. O perfil dos casos novos de Tuberculose encontrado foi: caso novo (85%), forma pulmonar (74,5%), sexo masculino (71,7%), faixa etária de 20-49 anos, com ênfase no grupo de 30-39 anos, a média das idades oscilou entre 38,9 a 42 anos. A cobertura do Tratamento Supervisionado atingiu 76% dos doentes no ano de 2006, a co-infecção TB/Hiv foi de 27%, o teste anti-Hiv não foi realizado em 12,9% dos doentes. Em relação ao resultado de tratamento, a média de cura foi de 72,3%, abandono (43%) e óbito por Tuberculose (3,9%). O coeficiente de incidência variou de 26,8/100.000 habitantes (2006) a 38,9/100.000 habitantes (2001). O percentual de geocodificação foi superior a 86% para todos os anos do estudo, mostrando uma concentração de casos em 3 regiões do município, que se intercalaram durante os anos. Quanto aos indicadores que compuseram o Indicador Sintético de Condição de Vida, os que apresentaram as maiores cargas fatoriais foram chefes de família com renda menor ou igual a 2 salários mínimos e menos de 3 anos de estudo, seguido de densidade intradormitório e população de 10-14 anos analfabeta. O município foi classificado em 3 clusters: alta, intermediária e baixa condição de vida. A comparação dos mapas de condições de vida e Tuberculose evidenciou relação entre a doença e áreas mais carentes do município, visto que o coeficiente de incidência no cluster de baixa condição de vida foi de 49,9/100.000 habitantes. A Razão de Chances bruto, considerando-se o cluster de alta condição de vida como referência, comprovou a associação entre Tuberculose e condição de vida, sendo, para o cluster de intermediária condição de vida igual a 2,27 (RC= 2,27; IC 95%: 1,46-3,45) e para o de baixa condição de vida igual a 3,30 (RC= 3,30; IC 95%: 1,90-5,70). Por outro lado, seu valor não foi significativo quando comparados os clusters de condição de vida intermediária e pobreza (RC=1,45; IC 95%: 0,92-2,29). A estratificação do município segundo condições de vida e ocorrência da Tuberculose permitiu a identificação de áreas de risco, fornecendo subsídios para o Programa de Controle da Tuberculose local.
Título em inglês
Spatial patterns of Tuberculosis associated with the Adapted Living Condition Index in Ribeirão Preto.
Palavras-chave em inglês
epidemiology
residence characteristics
social conditions
social inequality
tuberculosis
Resumo em inglês
Considered as a social problem, Tuberculosis is a disease that goes beyond biological barriers. Therefore, it is fundamental to understand its occurrence in the context of the population's living conditions and the space involved. This study, with a hybrid, ecological and time-tendency (retrospective and longitudinal) design, aimed to study the relation between the Adapted Living Condition Index and the spatial distribution in the occurrence of Tb in the year 2000 and to obtain the spatial correlation in case occurrence according to the notification address, in Ribeirão Preto, between 2000 and 2006. Tuberculosis data were collected from the Epi-Tb database, while information for the Adapted Living Condition Index was obtained from the 2000 Demographic Census. The analysis unit was the census sector. The thematic maps were elaborated with the help of MapInfo 7.5 software and spatial statistical analysis using Spring 4.3. For further calculations (Factor Analysis, Chi-square test, Chance Ratio), SPSS 10.0 was used. The following profile was found for new Tuberculosis cases: new case (85%), pulmonary form (74.5%), male gender (71.7%), age range from 20 to 49 years, particularly the group from 30 to 39 years, with the mean age ranging from 38.9 to 42 years. Supervised Treatment coverage reached 76% of the patients in 2006, TB/Hiv coinfection corresponded to 27%, the anti-Hiv test was not performed in 12.9% of patients. As to treatment result, the mean cure rate was 72.3%, abandonment occurred in 43% and death by Tuberculosis in 3.9%. The incidence rate ranged from 26.8/100,000 inhabitants (2006) to 38.9/100,000 inhabitants (2001). The geocoding percentage exceeded 86% for all study years, showing a concentration of cases in 3 regions in the city, which interchanged during this period. As to the indices that made up the Synthetic Living Conditions Index, the indices with the highest factor load were family heads gaining 2 minimum wages or less and with less than 3 years of education, followed by intra-dormitory density and illiterate population between 10 and 14 years. The city was classified in three 3 clusters: high, intermediary and low living condition. The comparison of the living condition and Tuberculosis maps evidenced a relation between Tuberculosis and poorer areas in the city, as the incidence rate in the cluster with the low living condition was 49.9/100,000 inhabitants. The gross Chance Ratio, considering the cluster with the high living conditions as a reference, proved the association between Tuberculosis and living condition and equaled 2.27 for the intermediary living condition cluster (CR= 2.27; CI 95%: 1.46-3.45) and 3.30 for the low living condition cluster (CR= 3.30; CI 95%: 1.90-5.70). On the other hand, its value was not significant when comparing the intermediary living condition and poverty clusters (CR=1.45; CI 95%: 0.92-2.29). The city's layering according to living conditions and occurrence of Tuberculosis allowed for the identification of risk areas, supporting the local Tuberculosis Control Program.
 
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PaulaHino.pdf (2.38 Mbytes)
Data de Publicação
2008-03-31
 
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