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Tese de Doutorado
DOI
10.11606/T.22.2008.tde-19122008-161100
Documento
Autor
Nome completo
Simone Teresinha Protti
E-mail
Unidade da USP
Área do Conhecimento
Data de Defesa
Imprenta
Ribeirão Preto, 2008
Orientador
Banca examinadora
Palha, Pedro Fredemir (Presidente)
Ruffino Netto, Antonio
Sá, Lenilde Duarte de
Vendramini, Silvia Helena Figueiredo
Villa, Tereza Cristina Scatena
Título em português
A visão dos gerentes das unidades básicas de saúde sobre a tuberculose na agenda municipal, em um município do Estado de São Paulo
Palavras-chave em português
Gerência
Planejamento em Saúde
Sistemas de saúde
Tuberculose
Resumo em português
Nesta investigação analisamos a visão dos gerentes das Unidades Básicas de Saúde (UBS) a cerca da problemática da Tuberculose (TB) em um município do interior do Estado de São Paulo. Participaram do estudo 14 gerentes de UBS, sendo a coleta dos dados realizada por meio de entrevista que enfocava a TB na agenda municipal, foi aplicado um questionário fechado e ao final deste uma questão aberta, que permitiu aos sujeitos manifestarem livremente as dificuldades no controle da TB no âmbito da gerência local. A entrevista se deu após o consentimento livre e esclarecido. Para o tratamento dos dados utilizamos o Programa Statística 8.0 da Statsoft, e, por meio deste, elaboramos tabelas de freqüência simples e para os dados qualitativos, utilizamos a técnica de análise de conteúdo, modalidade temática, surgindo três categorias temáticas: 1) A gerência da UBS no controle da TB: um campo de desafios; 2) Ações gerenciais do controle da TB na Atenção Básica (AB): potencialidades e limites; 3) O Controle da TB na AB: a visão gerencial. Os sujeitos do estudo atuam a mais de cinco anos na função de gerentes e a maioria deles toma a TB como uma doença prioritária no quadro sanitário local, de forma que, 81,3% deles a considera como doença prioritária no quadro sanitário do município, e apenas 12,5% expõem que, às vezes, a consideram prioritária. Quanto à participação deles na discussão e definição de ações para o controle da TB no município mais de 50% participam às vezes ou quase nunca, nos permitindo refletir o quão estes gerentes estão imbuídos desta temática. Observamos que há pontualidade do enfoque da TB na AB, ou seja, nas campanhas e semana da TB. Essa característica de focalização das ações, presente nas falas dos sujeitos remete a cultura presente na organização dos sistemas locais de saúde, refletindo no campo do planejamento. A demora no diagnóstico foi relatada pelos gerentes, fazendo com que o doente retorne várias vezes à unidade de saúde em busca de uma solução para seus sintomas. Somado à demora o estigma é algo aparece na fala dos sujeitos e necessita ser trabalhado, uma vez que ambos implicam diretamente no planejamento e organização das ações do controle da TB na AB. Os dados nos mostram que 50% dos gestores não participam e/ou não sabem em relação à definição de linhas específicas para a TB, no repasse de recursos para o município. A subnotificação é uma preocupação apontada pelos gerentes que possuem pouco conhecimento do Programa de Controle da Tuberculose (PCT), bem como, dos casos de TB de sua área de abrangência. Nos seus depoimentos fica explícito uma gerência técnico-burocrática, com debilidades nas dimensões do planejamento e na organização das atividades da UBS que gerenciam. Assim, os gerentes assistenciais do contexto sanitário estudado necessitam recompor aspectos da gerência, como o planejamento e a organização como formas de viabilizar a política de controle da TB, de acordo com os preceitos jurídico-legais e as normatizações inerentes ao PCT.
Título em inglês
The view of Basic Health Unit managers about Tuberculosis in the Municipal Agenda of a city in the state of São Paulo.
Palavras-chave em inglês
Health planning
Health systems
Management
Tuberculosis
Resumo em inglês
In this study we analyzed the view of Basic Health Unit (BHU) managers about the Tuberculosis (TB) issue in a city in the interior of São Paulo state. Fourteen BHU managers participated in the study. Data collection took place through interviews that focused on TB in the municipal agenda. A closed questionnaire was administered, and, at the end, an open question was also applied, which allowed for subjects to freely express the difficulties to control TB in the scope of local management. The interview was carried out after obtaining free and informed consent. Data analysis was performed using the Statsoft software Statística 8.0, which was also used to create simple frequency tables, and thematic content analysis was used for the qualitative data. Thus, three thematic categories emerged: 1) Managing the BHU in TB control: a field of challenges; 2) Managerial actions for TB control in Primary Care (PC); strengths and limits; 3) TB Control in PC: the managerial view. The study subjects have worked as managers for over five years and most consider TB a priority disease in the local health setting. In fact, 81.3% of them consider it a priority disease in the municipal health setting, and only 12.5% state that they sometimes consider it a priority. As to their participation in the discussion and definition oft TB control actions in the city, over 50% sometimes or almost never participate. This shows how deep these managers are imbued with this theme. We observed that TB is strongly focused in PC, i.e., in the campaigns and TB week. This characteristic of focusing on actions, present in the subjects statements, recalls the present culture of the local health system organization, having an effect on the field of planning. Managers reported there is a delay in diagnosis, which implies that the patient comes back several times to the health unit searching for a solution to his or her symptoms. In addition to that delay, subjects also state the stigma, which also needs to be solved since both have a direct effect on the planning and organization of TB control actions in PC. The data show that 50% of the managers do not participate and/or do not know about the definition of specific lines for TB, in terms of transferring resources in the municipality. Underreported cases are a concern pointed out by managers who have little knowledge about the Tuberculosis Control Program (TCP), as well as TB cases in their area. Their statements clearly state a technicalbureaucratic management, deficient in the activity planning and organization dimensions at the BHU they manage. Hence, health care managers in the studied context need to recompose management aspects like planning and organization as ways to make the TB control policy feasible according to the legal precepts and regulations inherent in the TCP.
 
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Data de Publicação
2009-01-12
 
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