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Dissertação de Mestrado
DOI
10.11606/D.22.2012.tde-15012013-113218
Documento
Autor
Nome completo
Jael Bernardes da Silva
E-mail
Unidade da USP
Área do Conhecimento
Data de Defesa
Imprenta
Ribeirão Preto, 2012
Orientador
Banca examinadora
Matumoto, Silvia (Presidente)
Barros, Nelson Filice de
Ogata, Márcia Niituma
Título em português
As práticas de uso de plantas medicinais e fitoterápicos por trabalhadores de saúde na atenção básica
Palavras-chave em português
Fitoterapia
Plantas medicinais
Profissionais de saúde
Programa de Saúde da Família
Trabalho
Resumo em português
O objeto deste estudo centrou-se nas práticas de uso de plantas medicinais e fitoterápicos por trabalhadores de uma equipe de saúde da família. O uso de plantas pela população é tradicionalmente disseminado e oficialmente reconhecido pela OMS e pelo Ministério da Saúde. O processo de trabalho em saúde e as ações de cuidado efetivamente empreendidas pelos trabalhadores são influenciados pelas práticas de saúde, que são práticas sociais e que se conformam a partir de um contexto sócio-histórico-econômico-político. As práticas de uso de fitoterápicos, prática de saúde, são convergentes com os propósitos da estratégia saúde da família, uma vez que o projeto que deu origem ao Programa estudado foi proposto como instrumento para ampliar as ações de saúde, a fim de disponibilizar ao usuário um cuidado integral à sua saúde e promover o resgate e o fortalecimento do conhecimento popular. Assim, a fitoterapia emergiu como uma prática anti-hegemônica e encontra respaldo a nível federal na atual Política Nacional de Plantas Medicinais e Fitoterápicos e no Programa Nacional de Plantas Medicinais e Fitoterápicos. O objetivo deste estudo foi analisar as práticas dos trabalhadores de saúde, relacionadas a políticas e programas que oferecem plantas medicinais e fitoterápicos no SUS com ênfase nos seus sentidos, significados e conhecimentos. A abordagem adotada foi qualitativa, com caráter exploratório-descritivo. Utilizaram-se várias técnicas de pesquisa e fontes de dados. A análise documental, entrevistas e observação participante foram os instrumentos que permitiram acessar o universo desejado. As fontes de dados documentais foram documentos municipais sobre o processo de implantação do Programa e instrumentos de gestão. A fase da observação participante envolveu 10 trabalhadores da equipe de saúde da família. As entrevistas semiestruturadas foram realizadas com três informantes-chave e oito trabalhadores. A coleta se deu no período de janeiro a junho de 2012. Os documentos e os registros das observações e das entrevistas foram submetidos à análise de conteúdo separadamente e, após esse momento, agrupados, o que levou a quatro temas: 1. O Programa de Fitoterapia em Campinas; 2. Os elementos que viabilizam a inclusão de fitoterápicos no processo de trabalho; 3. As práticas de uso de fitoterápicos e plantas medicinais: a população usuária e os trabalhadores e 4. Os sentidos e os significados do uso de plantas medicinais e fitoterápicos na percepção dos trabalhadores. Retomado o contexto em que a fitoterapia foi implantada e como atualmente vem sendo desenvolvida, foi possível perceber que a fitoterapia não faz parte da produção de cuidado realizada pelos trabalhadores da unidade pesquisada. No estudo, alguns possíveis motivos são elencados para entender essa situação, no entanto, entende-se que novos estudos devem ser realizados a fim de se aprofundarem as questões que envolvem a capilarização da fitoterapia entre os trabalhadores. Acredita-se que o esforço de continuar investindo no Programa de Fitoterapia e ainda a ampliação de suas ações no sentido de instrumentalizar os trabalhadores para a prática repercutirão como benefícios tanto para a comunidade quanto para o fortalecimento da rede em si e do programa
Título em inglês
The practices of use of medicinal plants and phytotherapics by health workers in primary care
Palavras-chave em inglês
Family Health Program
Health Personnel
Medicinal
Phytotherapy
Plants
Work
Resumo em inglês
The object of this study focused on the practical use of medicinal plants and phytotherapics by workers of a family health team. The use of plants by population is traditionally disseminated and officially recognized by WHO and Ministry of Health. The work process in health and care actions effectively undertaken by workers are influenced by health practices, which are social practices that conform from a socio-economic-political-historical context. The practice of phytotherapics using, health practice, are convergent with the purposes of the family health strategy, since the project which led to the studied program was proposed as a tool to expand health actions in order to provide for the user an integral care for their health and promote the recovery and strengthening of popular knowledge. Thus, phytotherapy has emerged as an anti-hegemonic practice and finds support at the federal level in the current National Policy on Medicinal Plants and Phytotherapics and the Medicinal Plants and Phytotherapics National Program. The aim of this study was to analyze the practices of health workers, related to policies and programs that offer medicinal plants and phytotherapics in SUS with emphasis on their senses, meanings and knowledge. Was adopted a qualitative approach, with an exploratory-descriptive character. Various techniques for research and data sources have been used. The document analysis, interviews and participant observation were the instruments that enabled to access the desired universe. The documental data sources were county documents about the process of implementation of the Program and management tools. The phase of participant observation involved 10 workers of family health team. The semi-structured interviews were conducted with three key informants and eight workers. The collection took place from January to June 2012. The documents and records of observations and interviews were subjected to content analysis separately and, after that moment, grouped, which led to four themes: 1. The Phytotherapy Program in Campinas, 2. The elements that enable the inclusion of phytotherapics in the work process, 3. The practice of use of phytotherapics and medicinal plants: the user population and workers 4. Senses and meanings of the use of medicinal plants and phytotherapics on the workers perceptions. Retaking the context that phytotherapics has been deployed and how come developing actually, was possible to perceive that phytotherapics is not part of the production of care performed by workers of the unit searched. In the study, some possible reasons are listed to understand this situation, however, it is understood that further studies should be conducted to deepen the issues surrounding the capillarization of phytotherapy among workers. It is believed that the effort to continue investing in the Phytotherapy Program and further expanding its actions to equip workers to practice reverberate as benefits to the community and to strengthen the network and the program itself
 
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Data de Publicação
2013-02-01
 
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