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Tese de Doutorado
DOI
10.11606/T.22.2014.tde-08052015-135817
Documento
Autor
Nome completo
Patrícia Costa dos Santos da Silva
E-mail
Unidade da USP
Área do Conhecimento
Data de Defesa
Imprenta
Ribeirão Preto, 2014
Orientador
Banca examinadora
Veiga, Eugenia Velludo (Presidente)
Bezerra, Simone Maria Muniz da Silva
Cesarino, Evandro José
Fava, Silvana Maria Coêlho Leite
Ferreira, Paulo Alexandre Carvalho
Título em português
Qualidade de vida relacionada à saúde entre pessoas com hipertensão arterial sistêmica em uma unidade de estratégia de saúde da família do Sul de Minas Gerais
Palavras-chave em português
Atenção primária à saúde
Hipertensão
Qualidade de vida
Resumo em português
O estudo teve com objetivo avaliar a qualidade de vida relacionada à saúde (QVRS) de pessoas com hipertensão arterial sistêmica (HAS) de um município do Sul do Estado de Minas Gerais. Trata-se de um estudo descritivo, de corte transversal, de abordagem quantitativa, desenvolvido com uma amostra composta de 397 pessoas. A coleta de dados ocorreu no primeiro semestre do ano de 2013, após a aprovação do Comitê de Ética em Pesquisa. Para essa etapa, utilizou-se um instrumento composto por quatro escalas e um instrumento semiestruturado com variáveis socioedomográficas: Alcohol Use Disorders Identification Test, International Physical Activity Questionnaire, questionário proposto pelo Guia Alimentar do Ministério da Saúde e o Miniquestionário de qualidade de vida em hipertensão arterial. Após a coleta os dados, foram tabulados em programa estatístico, para análise descritiva e inferencial. Como resultado, constatou-se que houve predomínio das mulheres, com idade média de 64,1 anos, casados, com a maioria apresentando o ensino fundamental incompleto, com renda mensal de 1.765,92, com uma média de 3 pessoas morando na mesma casa e com 26,4% desempenhando atividades remuneradas. Em relação ao tempo de diagnóstico de HAS, houve uma média de 12,1 anos; 98,5% e 98,2% mencionaram que já haviam feito dosagem de glicose e de triglicérides respectivamente. A obesidade foi observada em 35,5%, a circunferência do braço direito e esquerdo apresentaram a média de 31,4 cm. Constatou-se em relação ao valor médio da pressão arterial (PA) entre as pessoas com HAS, um valor médio de PAS de 140,4 mmHg e um valor médio de PAD de 78,9 mmHg. Referente aos antecedentes familiares: 72,3% possuíam antecedentes de HAS; 47,6% possuíam de diabetes mellitus (DM); 34,5% de infarto agudo do miocárdio/angina (IAM); 34,5% de acidente vascular encefálico e 20,2% de morte súbita. Observou-se que 97,2% fazem uso de medicamentos e 36% ingerem mais de um medicamento por dia; a classe farmacológica mais utilizada são os anti- hipertensivos. Quanto à QVRS, verificou-se para o domínio estado mental um valor médio de 4,2 e no domínio manifestações somáticas de 3,4. A maioria apresentou alimentação parcialmente adequada e 67,8% mencionaram não terem recebido orientação ou tratamento para perda de peso e 15,1% mencionaram que realizam dieta hipossódica; 14,9% eram tabagistas e 94,5% apresentaram consumo de baixo risco. Notou-se que 41,1% foram classificados como ativos e 10,3% como muito ativos. Conclui-se que na análise multivariada permaneceram associadas ao domínio estado mental, as variáveis: sexo, "sabe escrever", "fez exame de colesterol", diagnóstico de IAM e história familiar de DM e no domínio manifestações somáticas: índice de massa corpórea, escolaridade, diagnóstico de IAM e história familiar de DM; assim, neste domínio observou-se uma QVRS inferior entre pessoas obesas, com menor escolaridade, que foram diagnosticadas com IAM e que têm história familiar de DM
Título em inglês
Health-related quality of life among people with hypertension in a unit of the health strategy of the family of South Minas Gerais
Palavras-chave em inglês
Hypertension
Primary health care
Quality of life
Resumo em inglês
This study aimed to assess health-related quality of life (HRQOL) among people with hypertension in a town in southern Minas Gerais, Brazil. This is a descriptive study, cross-sectional, with a quantitative approach, conducted with a sample of 397 people. Data collection took place in the first half of 2013, after approval by the Research Ethics Committee. For this step, we used an instrument consisting of four scales and another semi-structured instrument with the sociodemographic variables: Alcohol Use Disorders Identification Test, International Physical Activity Questionnaire, questionnaire proposed by the Food Guide from the Ministry of Health, and mini-questionnaire on quality of life in hypertension. After collection, data were tabulated using a statistical software, for descriptive and inferential analysis. We found out that there was a predominance of women, mean age of 64.1 years, married individuals, and most of them had incomplete Elementary School, average monthly income of R$ 1.765,92, an average of 3 people living in the same household, and 26.4% perform paid work. Regarding the length of time being diagnosed with hypertension, we identified an average of 12.1 years, 98.5% and 98.2% reported they had already determined fasting glucose and triglycerides, respectively. Obesity was observed in 35.5% of individuals, the circumference of the right and left arm had an average of 31.4 cm. We found, concerning the mean value of blood pressure (BP) among people with hypertension, an average value for systolic blood pressure (SBP) of 140.4 mmHg and a mean value for diastolic blood pressure (DBP) of 78.9 mmHg. Considering family history: 72.3% had a history of hypertension, 47.6% of diabetes mellitus (DM), 34.5% of acute myocardial infarction (AMI) or angina, 34.5% of stroke, and 20.2% of sudden death. We observed that 97.2% use medicines and 36% take more than one medicine per day; the pharmacological class most frequently used is that of anti-hypertensive drugs. As for HRQOL, we observed an average value of 4.2 for the domain mental state and 3.4 for the domain somatic manifestations. Most individuals had a partially adequate diet and 67.8% reported not having received advice or treatment for weight loss; 15.1% reported following a low sodium diet, 14.9% were smokers, and 94.5% had low-risk consumption. We noticed that 41.1% were classified as active and 10.3% as very active. We conclude that, in multivariate analysis, the following variables remained associated with the domain mental state: gender, "knowing how to write", "undergoing a cholesterol test", being diagnosed with AMI, and family history of DM. And in the domain somatic manifestations we have: body mass index (BMI), educational level, diagnosed AMI, and family history of DM. Thus, in this domain, we observed lower HRQOL among people who are obese, have low educational level, are diagnosed with AMI, and those with a family history of DM
 
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Data de Publicação
2015-06-11
 
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