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Dissertação de Mestrado
DOI
10.11606/D.22.2008.tde-03092008-112645
Documento
Autor
Nome completo
Rafaela Thaís Colombo Canalli
E-mail
Unidade da USP
Área do Conhecimento
Data de Defesa
Imprenta
Ribeirão Preto, 2008
Orientador
Banca examinadora
Moriya, Tokico Murakawa (Presidente)
Costa, Joao Carlos da
Hayashida, Miyeko
Título em português
Acidentes com material biológico entre estudantes de enfermagem de um município do interior paulista
Palavras-chave em português
Biossegurança
Estudantes de enfermagem
Riscos Ocupacionais
Resumo em português
Trata-se de um estudo descritivo, exploratório, com abordagem de análise quantitativa, cujo objetivo foi verificar os acidentes com material biológico potencialmente contaminado, ocorridos entre acadêmicos de enfermagem de três instituições de ensino de um município do interior paulista. Para a coleta de dados aplicou-se um questionário com questões abertas e fechadas, após a observação dos aspectos ético-legais. Participaram do estudo 355 alunos que estavam presentes em sala de aula por ocasião da coleta de dados e que já realizavam atividades de ensino-aprendizagem. Os dados foram analisados em Epi Info versão 3.4.3. Verificou-se que, 44 (12,4%) estudantes referiram ter sofrido exposição acidental a material biológico. A maioria era do sexo feminino (93,1%), tinha entre 22 a 25 anos (56,8%), cursava o quarto ano do curso de enfermagem (68,1%), em período integral (75%). O número de acidentes mencionados pelos alunos totalizou 55. Quanto ao tipo de exposição, a de pele íntegra foi a mais freqüente (70,9%), seguida de acidente percutâneo (25,5%), exposição em mucosa (1,8%) e pele lesada (1,8%). As topografias mais afetadas nesses acidentes foram os dedos e as mãos (74,6%). As agulhas foram citadas como o objeto causador de 64,3% dos acidentes percutâneos e o sangue foi o material biológico envolvido em 72,7% do total de acidentes. O maior número de acidentes ocorreu na retirada da punção venosa/soro (18,2%), ao puncionar ou coletar sangue (16,4%) e ao aspirar paciente (12,7%). Os alunos não utilizavam Equipamento de Proteção Individual em 49,1 % dos acidentes, embora em mais de 80% das atividades seria recomendado ao menos o uso das luvas de procedimento. Os alunos lavaram o local do acidente em 92,7% dos casos e dois alunos espremeram a área lesada após acidente percutâneo. Em 40% dos acidentes, os estudantes não notificaram a ocorrência aos docentes supervisores; em 38,2% das exposições os alunos não tomaram nenhuma conduta, não notificaram e não procuraram atendimento médico. A maioria dos docentes, quando notificados, orientou seus alunos quanto às condutas corretas e os encaminharam para avaliação médica; um docente, apesar de notificado, ignorou o fato. As situações mais apontadas pelos alunos como as que favoreceram a exposição acidental foram não utilizar Equipamento de Proteção Individual (49,1%) e a desatenção (45,5%). Como sugestões para prevenir e controlar acidentes com material biológico entre alunos, 21,4% referiu a educação permanente/continuada e 19,7% a utilização de Equipamento de Proteção Individual e a conscientização quanto ao uso. Para minimização de acidentes com material biológico potencialmente contaminado, entre alunos de enfermagem, nota-se a necessidade de envolver não apenas os alunos, mas também docentes e profissionais dos campos de ensino-aprendizagem, num programa efetivo de prevenção e controle dos acidentes.
Título em inglês
Accidents involving biological material among nursing students in a city in São Paulo State.
Palavras-chave em inglês
Biosafety
Nursing students
Occupational risks
Resumo em inglês
This is a descriptive and exploratory study with a quantitative analytic approach. The aim was to verify the occurrence of accidents involving potentially contaminated biological material among nursing students from three teaching institutions in an interior city of São Paulo State, Brazil. After observing ethical-legal aspects, a questionnaire with open and closed questions was applied for data collection. Study participants were 355 students present in the classroom at the moment of data collection and who had already been involved in practical teachinglearning activities. Data were analyzed in Epi Info version 3.4.3. Forty-four (12.4%) students indicated accidental exposure to biological material. Most of them were female (93.1%), between 22 and 25 years old (56.8%), taking the forth year of the nursing course (68.1%) and studying full-time (75%). The students mentioned 55 accidents. As to the type of exposure, intact skin exposure was the most frequent (70.9%), followed by percutaneous accident (25.5%), mucous membrane exposure (1.8%) and injured skin (1.8%). The most affected topographic areas during these accidents were fingers and hands (74.6%). Needles were mentioned as the causal object in 64.3% of percutaneous accidents and blood was the biological material involved in 72.7% of all accidents. The largest number of accidents occurred when removing venipuncture/serum (18.2%), while puncturing or collecting blood (16.4%) and while aspirating a patient (12.7%). The students were not using Individual Protection Equipment in 49.1% of the accidents, although at least the use of procedure gloves would be recommended in more than 80% of activities. The students washed the accident site in 92.7% of cases and two students squeezed the injured area after a percutaneous accident. In 40% of the accidents, the students did not notify the occurrence to the supervising faculty members; in 38.2% of the exposures, the students did not take any action and neither notified nor looked for medical help. When notified, most faculty members advised their students about correct conducts and referred them for medical evaluation; despite the notification, one faculty member ignored the fact. The situations students most indicated as favoring accidental exposure were not using Individual Protection Equipment (49.1%) and lack of attention (45.5%). As suggestions to prevent and control accidents involving biological material among students, 21.4% mentioned permanent/continuing education and 19.7% the use of Individual Protection Equipment and creating awareness about the use. To minimize accidents with potentially contaminated biological material among nursing students, the need to involve not only students is observed, but also faculty members and professionals from teaching-learning areas, as part of an effective accident prevention and control program.
 
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Data de Publicação
2008-09-15
 
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