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Dissertação de Mestrado
Documento
Autor
Nome completo
Giseli Rebechi
E-mail
Unidade da USP
Área do Conhecimento
Data de Defesa
Imprenta
Ribeirão Preto, 2018
Orientador
Banca examinadora
Tamashiro, Edwin (Presidente)
Martins, Regina Helena Garcia
Ricz, Hilton Marcos Alves
Valera, Fabiana Cardoso Pereira
Título em português
Avaliação da histocompatibilidade do implante de ácido glicólico/ácido lático (PLGA) na laringe de coelhos
Palavras-chave em português
Colágeno; Histologia; Implante; Laringe
Resumo em português
Introdução: Diversas afecções laríngeas exigem o uso de enxertos para correção de insuficiências anatômicas ou de múltipla aplicação de fármacos para controle da doença. Alguns bioimplantes, especialmente aqueles com propriedades de liberação controlada de drogas, podem ser úteis no tratamento dessas afecções laríngeas, como a papilomatose laríngea. O poli ácido lático-co-glicólico (PLGA), tem sido bastante testado em aplicações intraoculares e topicamente na cavidade nasal, com resultados bastante promissores. No entanto, um implante de PLGA nunca foi avaliado quanto à sua biocompatibilidade em tecidos laríngeos. Objetivo: Avaliar as alterações histológicas decorrentes da aplicação de PLGA em laringes de coelhos. Materiais e Métodos: Grupos de sete a oito coelhos foram sacrificados em diferentes tempos pós-manipulação cirúrgica (1, 2, 4 e 8 semanas), comparando o lado implantado com PLGA e o lado sham-operado. Os achados histopatológicos foram comparados entre os dois grupos em cada tempo cirúrgico, assim como foi avaliada a diferença comparada a laringes não manipuladas. Resultados: A implantação de PLGA promoveu maior infiltração de células inflamatórias, indução de fibrose e neovascularização até a 4ª semana pós-operatória avaliada. No entanto, após oito semanas de evolução, as hemilaringes implantadas com PLGA se apresentaram semelhantes às laringes sham-operadas, ou mesmo não manipuladas cirurgicamente, com retorno quase que completo às condições basais. Por outro lado, não houve diferença da quantidade de depósito de colágeno tipo I e III nas hemilaringes implantadas com PLGA, em nenhum dos tempos avaliados. Conclusão: O implante de PLGA parece ser seguro para aplicações intralaríngeas, produzindo reações inflamatórias nas quatro primeiras semanas, mas que são reversíveis em oito semanas.
Título em inglês
Evaluation of histocompatibility of poly lactic-glycolic acid graft in rabbit larinx
Palavras-chave em inglês
Collagen; Histology; Implant; Larynx
Resumo em inglês
Introduction: Several laryngeal affections require the use of grafts to correct anatomical insufficiencies or multiple application of drugs to control the disease. Some bioimplants, especially those with controlled drug release properties, may be useful in the treatment of such laryngeal conditions, such as laryngeal papillomatosis. Poly (lactic acid-co-glycolic acid), PLGA, has been widely tested in intraocular and nasal cavity applications, with very promising results. However, a PLGA implant has never been assessed for its biocompatibility in laryngeal tissues. Aim: To evaluate the histological changes resulting from the application of PLGA in rabbit larynx. Materials and Methods: Groups of 7-8 rabbits were sacrificed at different postsurgical times (1, 2, 4, and 8 weeks), comparing the implanted side with PLGA and the sham-operated side. Histopathological findings were compared between the two groups at each surgical time, as was the difference compared to the non-surgically manipulated larynx. Results: PLGA implantation promoted a higher infiltration of inflammatory cells, induction of fibrosis and neovascularization until the 4th postoperative week evaluated. However, after 8 weeks of evolution, PLGA implanted hemilarynx were similar to sham-operated or even non-surgically manipulated larynx, with a complete return to baseline conditions. On the other hand, there was no difference in the amount of collagen deposition type I and III in the hemilarynx implanted with PLGA, in none of the evaluated times. Conclusion: The PLGA implant appears to be safe for intralaryngeal applications, producing inflammatory reactions in the first 4 weeks, but which are reversible within 8 weeks.
 
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GISELIREBECHI.pdf (1.57 Mbytes)
Data de Publicação
2018-06-13
 
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