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Tese de Doutorado
DOI
10.11606/T.17.2008.tde-11072008-143956
Documento
Autor
Nome completo
Raquel Alves dos Santos
E-mail
Unidade da USP
Área do Conhecimento
Data de Defesa
Imprenta
Ribeirão Preto, 2008
Orientador
Banca examinadora
Takahashi, Catarina Satie (Presidente)
Carrara, Helio Humberto Angotti
Martelli, Lucia Regina
Ribeiro, Lucia Regina
Salvadori, Daisy Maria Fávero
Título em português
Polimorfismos nos Genes CYP17, CYP1B1, CYP1A1 e COMT e as Lesões Genômicas Espontâneas em Pacientes com Câncer de Mama
Palavras-chave em português
Câncer De Mama
Instabilidade no DNA
Polimorfismos
Resumo em português
O Câncer de Mama (CM) é o segundo tipo mais freqüente de câncer no mundo e a doença maligna mais comum entre as mulheres. Apesar do câncer ser considerado uma típica doença do envelhecimento, o CM apresenta algumas características distintas no que diz respeito às taxas de incidência. Os fatores de risco para o CM incluem idade da menarca precoce e menopausa tardia, terapias hormonais, exposição aos poluentes ambientais, tabagismo e etilismo, no entanto, a exposição prolongada aos estrógenos representa o fator de risco mais importante. A biossíntese e a metabolização dos estrógenos requerem um grande número de vias que são reguladas por uma série de genes cujos polimorfismos têm sido descritos em associação com o CM. Também se sabe que os estrógenos podem danificar a molécula de DNA por aumentar a formação de aductos ou ainda por induzir a 8-hidroxilação de purinas e as quebras de fita simples e duplas do DNA. Dessa forma, o objetivo do presente do presente trabalho foi investigar os níveis de danos no DNA de pacientes com CM antes da quimioterapia ou da radioterapia, a possível associação entre os polimorfismos dos genes metabolizadores de estrógeno CYP17, CYP1B1, CYP1A1 and COMT e o risco ao CM e também a possível influência desses polimorfismos nos níveis espontâneos de danos no DNA. Os linfócitos do sangue periférico de 45 mulheres com diagnóstico para Carcinoma Ductal "in situ" ou invasorl e 85 mulheres sadias (controles) foram utilizados para avaliação de danos espontâneos no DNA pelo teste do micronúcleo e Ensaio Cometa. Os resultados mostraram que as freqüências de micronúcleos (MNs) e os danos no DNA detectados pelo Ensaio Cometa foram significativamente maiores no grupo de pacientes do CM do que no grupo controle. Os níveis de danos no DNA foram similares entre fumantes e não-fumantes e a idade não influenciou as freqüências de MNs observadas em pacientes com CM e controles. Para a abordagem molecular a casuística foi de 131 mulheres controles saudáveis e 104 mulheres também com diagnóstico para Carcinoma ductal "in situ" ou invasor. A comparação da ocorrência dos polimorfismos estudados nos genes CYP17, CYP1A1 e COMT não mostrou diferenças estatisticamente significativas entre pacientes e controles. Contudo, o genótipo Leu/Leu para o gene CYP1B1 aumentou em três vezes o risco para o CM entre não-fumantes (P = 0,04, OR = 3; 95% intervalo de confiança: 1,1-8,2). Os polimorfismos estudados nos genes citados acima não tiveram associação com a idade da menarca ou da menopausa em pacientes com CM e controles. A possível associação dos polimorfismos nos genes CYP17, CYP1B1, CYP1A1 e COMT sobre os níveis de danos no DNA também foi avaliada e, enquanto o CYP17 e CYP1A1 não afetaram as freqüências de MNs ou os danos no DNA observados pelo Ensaio Cometa nem em pacientes com CM nem no grupo controle, o alelo Leu do CYP1B1 esteve significativamente associado com altos níveis de danos no DNA do grupo controle, mas não interferiu nos danos do DNA detectados no grupo com CM. Em contrapartida, no grupo controle, o indivíduos portadores do alelo Met do gene COMT exibiram níveis mais baixos de danos no DNA quando comparados com o homozigoto selvagem, mas no grupo com CM os indivíduos polimórficos homozigotos (Met/Met) apresentaram níveis de danos no DNA mais elevados do que os seu correspondentes homozigotos selvagens e heterozigotos. Concluindo, este trabalho demonstrou que mulheres com CM apresentam uma instabilidade genômica importante e sugere que os polimorfismos nos genes metabolizadores de estrógenos podem modificar os níveis de danos no DNA tanto em mulheres sadias quanto em mulheres com CM.
Título em inglês
CYP17, CYP1B1, CYP1A1 and COMT Polymorphisms and the Spontaneous Genomic Lesions in Breast Cancer Women
Palavras-chave em inglês
Breast Cancer
Instability in DNA
Polymorphisms
Resumo em inglês
Breast cancer (BC) is the second most frequent kind of cancer in worldwide and the most common malignant disease among women. Although cancer is considered a typical aging disease, BC is presenting some distinctive features concerning age-specific incidence rates. Risk factors for breast cancer include early age of menarche and late menopause, hormonal therapies, exposure to environmental pollutants, smoking and alcohol habits, however, increased or prolonged estrogen exposure is the most important risk factor. Estrogen biosynthesis and metabolism requires a great number of enzymatic pathways regulated by different genes with polymorphisms that has been described in association with BC and is well known that estrogens can damage the DNA by increasing the formation of DNA adducts and by inducing 8-hidroxilation of purine bases and breaks in DNA strand. Thus, the aim of the present work was to investigate the levels of DNA damage in BC patients prior chemotherapy or radiotherapy, the possible association of the estrogen metabolizing genes CYP17, CYP1B1, CYP1A1 and COMT polymorphisms on breast cancer risk and also the possible influence of these polymorphisms on the spontaneous levels of DNA damage. Micronucleus test and Comet assay was performed to detect spontaneous DNA damage, using peripheral blood lymphocytes from 45 women diagnosed for Ductal "in situ" or invasive breast carcinoma and 85 healthy control women. The results showed that the micronucleus (MNs) frequencies and DNA damage detected by Comet assay were significantly higher in BC group than in controls. The levels of DNA damage were similar in smokers and non-smokers and aging did not influence the frequencies of MNs observed BC patients and in controls. For molecular approach the casuistic comprised of 131 healthy control women and 104 women also diagnosed for Ductal "in situ" or invasive breast carcinoma. Comparison of the occurrence of the polymorphisms in CYP17, CYP1A1 and COMT was not statistically different between patients and controls. However, the risk for BC is three-fold increased in non-smokers Leu/Leu group for CYP1B1 (P = 0,04, OR = 3; 95% confidence intervals: 1,1-8,2). The polymorphisms studied in the above mentioned genes did not influence the age of menarche or menopause differently in BC and controls. The influence of CYP17, CYP1B1, CYP1A1 and COMT polymorphisms on the levels of DNA damage was also analyzed and while CYP17 and CYP1A1 did not affect the MNs frequencies or the DNA damage observed by Comet assay in neither in BC nor in control group, the Leu allele of CYP1B1 was significantly associated with the higher levels of DNA damage in control group, but did not interfere on DNA damage detected in BC group. On the other hand in the control group, individuals carrying the Met allele of COMT exhibited lower levels of DNA damage when compared to wild type homozygous, but in BC group the polymorphic homozygous individuals (Met/Met) presented higher levels of DNA than their wild type homozygous or heterozygous counterparts. In conclusion, the present work demonstrated that BC women present an important genomic instability and suggests that estrogens metabolizing polymorphisms may modify the levels of DNA damage in healthy and in BC women.
 
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Data de Publicação
2008-07-15
 
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