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Tese de Doutorado
DOI
10.11606/T.12.2011.tde-17012012-153429
Documento
Autor
Nome completo
José Paulo Guedes Pinto
E-mail
Unidade da USP
Área do Conhecimento
Data de Defesa
Imprenta
São Paulo, 2011
Orientador
Banca examinadora
Prado, Eleuterio Fernando da Silva (Presidente)
Dias, Marcia Regina Tosta
Paulani, Leda Maria
Santos, Raul Cristovao dos
Vicente, Eduardo
Título em português
No ritmo do capital: indústria fonográfica e subsunção do trabalho criativo antes e depois do MP3
Palavras-chave em português
Capital (Economia)
Indústria fonográfica
Marxismo
Neoliberalismo
Resumo em português
O objetivo deste trabalho é analisar criticamente as transformações pelas quais o sistema capi-talista vem passando nas relações de produção com a emergência das novas tecnologias de informação e comunicação. A apresentação leva em consideração o fato de que hoje o capital subordina a produção com uma intensidade nova e de um modo novíssimo ligado à emergên-cia do conhecimento-capital. Apoiado na tese da desmedida do valor de Prado (2005), este trabalho retoma as formas de subsunção do trabalho ao capital (formal, material e real) deriva-das d'O Capital de Karl Marx, procurando delinear uma sequência lógica e histórica para a gênese de uma nova forma, qual seja, a subsunção intelectual do trabalho ao capital, que seria típica de um período de produção pós-grande industrial. Para explicitar mais esses processos de mudança, toma como objeto de estudo a indústria fonográfica. Esta, por depender em última instância do trabalho criativo (uma vez que é intensiva em conhecimento e inovações), vem sofrendo os efeitos da emergência das novas tecnologias de uma forma bastante negativa do ponto de vista do capital e de uma forma, talvez, muito positiva no que tange à produção e à distribuição de mercadorias de forma autônoma e independente do capital. Através de estu-dos de caso e evidências empíricas, procura demonstrar como as descontinuidades que estão presentes na indústria fonográfica, principalmente as que emergiram no século XXI, mudaram de uma vez por todas os modelos de negócios tradicionais desta indústria. Ao final demostra que, apesar de hoje em dia existir cada vez mais a possibilidade da criação de música de forma autônoma e independente, a produção de música ainda é realizada por trabalhadores que, no limite, estão subsumidos intelectualmente à relação de capital.
Título em inglês
In the rhythm of capital: recording industry and subsumption of creative labour before and after MP3
Palavras-chave em inglês
Capital
Neoliberalism
Recording industry
Subsumption of intellectual labor
Resumo em inglês
The aim of this work is to critically analyze the transformations that the capitalist system has experienced in the relations of production with the emergence of the new information and communication technologies. The presentation will take into account the fact that capital now subordinates production with a new intensity and in a brand new way that is linked to the emergence of knowledge-capital. Supported by Prado's (2005) thesis of the desmeasure of value, this work reapproaches the forms of subsumption of labor to capital (formal, material and real) derived from Karl Marx's Capital, trying to delineate a logical and historical sequence to the genesis of a new form, namely, the intellectual subsumption of labor to capital, which would be typical of a period of post-large-scale industry. Looking to further explain these processes of change, the recording industry is taken as object of study. As it depends mostly on the creative work (because it is knowledge- and innovation-intensive) it has been suffering the effects of the emergence of new technologies in a very negative perspective from capital's point of view, and in a way, perhaps, very positive regarding the production and distribution of goods in an autonomous and independent way. Through case studies and empirical evidence, it strives to show how the discontinuities that are present in the music industry, especially those that emerged in the twenty-first century, changed once and for all the recording industry's traditional business models. At the end it demonstrates that, although today there is an increasing possibility of creating music in an autonomous and independent way, music production is still undertaken by workers who, ultimately, are intellectually subsumed to the capital's relations.
 
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Data de Publicação
2012-04-18
 
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