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Dissertação de Mestrado
Documento
Autor
Nome completo
Gabriel Godinho Ramos Ribeiro
E-mail
Unidade da USP
Área do Conhecimento
Data de Defesa
Imprenta
São Paulo, 2017
Orientador
Banca examinadora
Mattos, Laura Valladão de (Presidente)
Bianchi, Ana Maria Afonso Ferreira
Coutinho, Mauricio Chalfin
Muramatsu, Roberta
Título em português
Caridade nos clássicos britânicos
Palavras-chave em português
Altruísmo
Filantropia
História do pensamento econômico
Resumo em português
A dissertação aborda o tema da caridade privada e da assistência pública aos pobres em três autores do período clássico da Economia Política britânica: Adam Smith, Thomas Malthus e Jeremy Bentham. Argumenta-se que a questão está intimamente conectada à visão de natureza humana de cada um destes autores, bem como ao contexto histórico marcado pelas legislações conhecidas como "Leis dos Pobres" na Inglaterra. Smith aborda o assunto com ênfase em aspectos psicológicos e morais do homem, indicando que existem sérios obstáculos à realização da caridade direcionada aos mais necessitados, principalmente devido a menor propensão humana de simpatizar com o pobre, se comparada à propensão de simpatizar com pessoas mais afortunadas. Entretanto, para Smith, uma sociedade livre seria capaz de reduzir a pobreza extrema através da grande geração de riquezas consequente da divisão do trabalho e acumulação de capital, reduzindo a miséria e a necessidade da caridade. Na obra de Malthus, apresenta-se a visão de natureza humana partindo dos princípios da busca pela sobrevivência e reprodução, que teriam como consequência um aumento populacional sempre que a miséria fosse aliviada. A caridade, neste contexto malthusiano, deveria ser reservada a indivíduos merecedores, com "freio moral", e as Leis dos Pobres deveriam ser abolidas. Já a abordagem de Bentham tem base em seu princípio da utilidade, bem como em sua perspectiva de que as motivações humanas são governadas pela busca do prazer e fuga da dor. A partir daí, Bentham evidencia a impossibilidade de que a caridade privada venha a suprir toda a demanda de caridade por indigentes. Para que se resolva o problema, o autor propõe o estabelecimento de uma instituição privada, a National Charity Company, que com subsídio público, se responsabilize pela eliminação da indigência através do encarceramento, auxílio e trabalho compulsório de todos indigentes capazes de realizá-lo. Defende-se que os três autores possuem abordagens diferenciadas, contudo, constata-se que são suas premissas comportamentais - melhor compreendidas como a "natureza humana" em suas teorias - que fundamentam muitas de suas conclusões sobre os temas da caridade e Leis dos Pobres.
Título em inglês
Charity in the British classics
Palavras-chave em inglês
Altruism
History of economic thought
Philantropy
Resumo em inglês
This dissertation adresses the theme of private charity and public relief to the poor by looking into the work of three authors from the classical period of Political Economy in Britain: Adam Smith, Thomas Malthus and Jeremy Bentham. The argument is that this matter is intimately linked to the conception of human nature of each author, as well as to the historic context related to the legislations known as the "Poor Laws" in England. Smith's approach is focused on psychological and moral aspects of men, indicating that there are serious obstacles to the offer of charity directed to people in need, mainly due to the lower propensity to sympathize with poor compared to the propensity to sympathize with more with people in better conditions. Nevertheless, to Smtih, a free society would be capable of reducing extreme poverty through the creation of wealth that results from the division of labour and capital accumulation, reducing misery and the need for charity. In Malthus' work, we find that his view of human nature starts from the principles of survival and reproduction, which have as a consequence a population increase whenever misery is alleviated. Charity, in this malthusian context, should be reserved to individuals that are deserving of receiving it, the ones with "moral restraint", and the Poor Laws should be abolished. Bentham's approach, on the other hand, starts from both his principle of utility and his perspective that human motivations are governed by the search of pleasure and avoidance of pain. From these ideas, Bentham argues that it is evident the impossibility of private charity being enough to supply for all the demand for charity from indigents. To solve the problem, the author proposes the establishment of a private institution, the National Charity Company, which would, with public subsidies, be responsible for the elimination of indigence through incarceration, relief and compulsory work of all capable indigents in need. It is argued that despite the different approaches from the three authors, in all of them it is possible to see that their behavioral premises (better comprehended as "human nature") are the basis of many conclusions on charity and Poor Laws.
 
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CorrigidaGabriel.pdf (1.66 Mbytes)
Data de Publicação
2017-12-01
 
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