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Tese de Doutorado
DOI
10.11606/T.12.2012.tde-15032013-163013
Documento
Autor
Nome completo
Paula Carvalho Pereda
E-mail
Unidade da USP
Área do Conhecimento
Data de Defesa
Imprenta
São Paulo, 2012
Orientador
Banca examinadora
Alves, Denisard Cneio de Oliveira (Presidente)
Feres, José Gustavo
Giovannetti, Bruno Cara
Haddad, Eduardo Amaral
Oliveira Filho, Gesner Jose de
Título em inglês
Long-and short-run climate impacts on Brazil: theory and evidence for agriculture and health
Palavras-chave em inglês
Agricultural economics
Econometrics
Environmental economics
Health economics
Microeconomics
Resumo em inglês
Climate has relevant impacts on economic activities and human well-being. This study aims to contribute to the identification and measurement of these impacts on the agricultural markets and health. With regard to health, dengue fever - a climate-sensitive disease - is analyzed, as it affects thousands of Brazilians every year, generating large costs in both private and public markets (approximately US$800 million in Brazil in 2011). Thus, chapter 2 addresses the impact of climate on the risk of dengue fever in Brazil, modeling dengue incidence as a risk function estimated using count data models applied to the outbreak of dengue epidemics in 2010 and controlling for likely endogeneities. The results corroborate the relevance of climate variables in explaining dengue incidence in Brazil. Moreover, if climate change occurs as expected, the results suggest a potential added risk for central-southern areas in Brazil and a risk reduction for northern areas of the country. Short-term deviations from normal rainfall conditions in summer also seem to increase the risk of dengue when compared to normal rainfall conditions. Other results suggest the non-effectiveness of local expenditures for epidemiological surveillance and the need of integrated actions to control the disease. When it comes to agricultural markets, two important hypotheses are tested: i) farmers only observe the average climate conditions of their region when deciding the type and amount of crop/animal to grow/raise (Chapter 3); ii) weather diversions from normal climate conditions might deviate farmers from their optimal profits, causing inefficiencies (Chapter 4). Both hypotheses are not rejected by the data. The modeling approach used is the translog profit frontier approach. The results indicated that if the climate change forecasts are confirmed, almost all the agricultural products in Brazil will be negatively affected, especially production of cattle products (beef and milk), coffee and maize. The only product that shows a positive effect is soybeans, probably due to its current high adaptability to different climate patterns. Use of irrigation is the main compensation instrument to reduce the expected climate change impacts. However, technological instruments such as use of transgenic seeds, cattle confinement, along with the increase in tillage, are also important adaptation measures to climate change. The analysis of the determinants of the efficiencies calculated suggests that droughts and cold stresses cause harmful effects to agriculture in Brazil. In 2006, the estimated loss from rainfall anomalies is approximately 15 billion dollars (in 2011 values). The southern and midwestern regions are slightly more vulnerable than the other regions. Assuming the extreme hypothesis of drought and cold stress occurrence overall in Brazil, the total profit loss is about 81 and 35 billion dollars, respectively. These losses can be mainly mitigated by the intense use of an insurance instrument, but the participation of farmers in the agricultural insurance market in Brazil is still very low.
Título em português
Impactos de curto e longo prazo do clima no Brasil: teoria e evidência para agricultura e saúde
Palavras-chave em português
Econometria
Economia agrícola
Economia ambiental
Economia da saúde
Microeconomia
Resumo em português
O clima impacta diversas atividades econômicas e humanas. Esta tese tem o objetivo de contribuir para a identificação e mensuração de alguns destes impactos, com foco nos mercados agrícolas e na saúde. Com relação à saúde, o dengue, que é uma doença sensível ao clima, é analisado uma vez que afeta milhares de brasileiros todos os anos e causa expressivas perdas para os mercados privados e para a saúde pública (cerca de US$800 milhões no ano de 2011 para o Brasil). Desta forma, o Capítulo 2 busca entender o impacto do clima no risco de dengue no país por meio da modelagem e estimação do risco de dengue usando dados da epidemia de 2010 e modelos de dados de contagem com controle das endogeneidades detectadas. Os resultados corroboram a relevância das variáveis climáticas na explicação da incidência de dengue no Brasil. Ademais, se as mudanças climáticas ocorrerem da forma esperada, os resultados sugerem um aumento do risco na região do Centro-Sul brasileiro e redução do risco no Norte-Nordeste. Desvios de curto prazo da precipitação no verão também parecem potencializar o risco da doença, quando comparado ao risco em condições pluviométricas normais. Outros resultados sugerem que as despesas municipais com vigilância epidemiológica não são efetivas no combate ao dengue e ações integradas são necessárias para o controle da doença no curto-prazo. Com relação aos mercados agrícolas, duas importantes hipóteses são testadas: i) fazendeiros apenas observam as condições climáticas médias de suas regiões no momento em que decidem o que e quanto produzir (Capítulo 3); ii) desvios climáticos de curto prazo podem afastar os fazendeiros de seus lucros ótimos, causando ineficiências (Capítulo 4). Ambas as hipóteses não são rejeitadas pelos dados. Para tal teste, estimou-se uma equação de fronteira de lucro com a especificação translog. Os resultados indicaram que, se confirmadas as mudanças climáticas, praticamente todos os produtos agrícolas serão negativamente afetados, especialmente a produção de leite, carne bovina, café e milho. O único produto positivamente impactado seria a soja, provavelmente devido à sua adaptabilidade a diferentes climas. O uso de técnicas de irrigação parece ser um importante instrumento de adaptação a tais mudanças. Todavia, outros instrumentos tecnológicos, tais como o uso de sementes transgênicas, confinamento de gado, assim como o uso de plantio direto, também se mostraram importantes técnicas de adaptação à evolução esperada do clima. A análise dos determinantes da eficiência agrícola sugere que secas e ondas de frio impactam negativamente a agricultura no Brasil. Em 2006, a perda agrícola estimada relacionada à falta de chuvas foi de aproximadamente 15 bilhões de dólares (em valores de 2011). As regiões Sul e Centro-oeste são sensivelmente mais vulneráveis do que as demais regiões. Assumindo a hipótese extrema de ocorrência de seca e onda de frio em todo o país, as perdas estimadas de tais eventos são da ordem de 81 e 35 bilhões de dólares, respectivamente. Essas perdas podem ser mitigadas pelo uso de seguros agrícolas, porém a participação de fazendeiros no mercado de seguro rural no Brasil é ainda muito baixa.
 
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Data de Publicação
2013-03-27
 
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