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Dissertação de Mestrado
Documento
Autor
Nome completo
Leonardo Jamel Edim Falabella
E-mail
Unidade da USP
Área do Conhecimento
Data de Defesa
Imprenta
São Paulo, 2017
Orientador
Banca examinadora
Ribeiro, Pedro Feliú (Presidente)
Inácio, Magna Maria
Silva, Glauco Peres da
Título em inglês
Who gets the anti-establishment vote? Crisis, elections, and populism in Western Europe
Palavras-chave em inglês
Electoral success
Extreme right
Polarization
Populism
Radical left
Resumo em inglês
Why does the extreme right grow in some parts of Europe while the radical left rises in others? In studies about both party groups, the hypothesis that economic distress provides them with opportunity is frequently tested. Yet, little effort has been employed in comparing their performances under different economic conditions. This article fills this gap through panel data analysis, with disaggregated data from eight countries in election years between 2002 and 2011. It finds that voting for extreme right parties increases significantly after the financial crisis outbreak of 2008, with no corresponding evidence for radical left parties. Also, extreme right support has a positive link to regional GDP per capita and a negative link to unemployment rates. In contrast, radical left parties perform better where unemployment is higher. The results suggest that economic downturns are mostly beneficial to extreme right parties, but this effect is increasingly neutralized in regions of high unemployment.
Título em português
Para quem vai o voto anti-establishment? Crise, eleições e populismo na Europa Ocidental
Palavras-chave em português
Esquerda radical
Extrema direita
Polarização
Populismo
Sucesso eleitoral
Resumo em português
Por que a extrema direita cresce em alguns países europeus, ao passo que a esquerda radical cresce em outros? Em estudos sobre ambas as categorias de partido, testa-se frequentemente a hipótese segundo a qual eles têm janelas de oportunidade em crises. Ainda assim, pouco esforço vem sendo feito para comparar como eles se saem sob diferentes contextos econômicos. Este artigo preenche tal lacuna através de análise de dados em painel, com dados desagregados de oito países, em eleições entre 2002 e 2011. O artigo aponta que a votação da extrema direita aumenta significativamente com o desenrolar da crise de 2008, ao passo que não se encontram evidências correspondentes para a esquerda radical. Ademais, o apoio eleitoral à extrema direita é positivamente ligado a índices regionais de PIB per capita, e negativamente ligado a taxas de desemprego. Por contraste, partidos de esquerda radical se saem melhores onde o desemprego é alto. Os resultados sugerem que quedas na atividade econômica são majoritariamente benéficas à extrema direta, mas que tal efeito é crescentemente neutralizado em regiões de alto desemprego.
 
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Data de Publicação
2017-11-29
 
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