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Dissertação de Mestrado
DOI
10.11606/D.10.2006.tde-15062007-165924
Documento
Autor
Nome completo
Fernanda Cavallini Cyrillo
E-mail
Unidade da USP
Área do Conhecimento
Data de Defesa
Imprenta
São Paulo, 2006
Orientador
Banca examinadora
Benesi, Fernando José (Presidente)
Pinheiro, Sônia Regina
Roxo, Eliana
Título em português
Padronização do alergoteste da tuberculina em ovinos (Ovis aries)
Palavras-chave em português
Ovinos
Tuberculina PPD
Tuberculose
Resumo em português
A inexistência de padrões nacionais para a realização e interpretação da prova de tuberculina em ovinos motivou o presente trabalho, pois apesar da tuberculose não estar incluída em Plano Nacional de Controle e Erradicação em pequenos ruminantes, estabelece a legislação vigente que é obrigatório o sacrifício de animais com essa zoonose, sendo o diagnóstico firmado nesses animais principalmente através do alergoteste tuberculínico. Assim, esta pesquisa visou além de avaliar reações clínicas provocadas pela resposta imuno-alérgica intradérmica à tuberculina, estabelecer valores de referência para a interpretação da reação em ovinos experimentalmente inoculados com antígenos de cepas padrões de Mycobacterium bovis e Mycobacterium avium. Utilizou-se 30 ovinos, clinicamente sadios, negativos à prova de tuberculina cervical comparativa (TCC), segundo critérios estabelecidos pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) através do Plano Nacional de Controle e Erradicação da Brucelose e Tuberculose (PNCEBT) em bovinos e bubalinos, distribuídos por três grupos de 10 animais cada, a saber: A - sensibilizados com M. avium; B - sensibilizados com M. bovis e C (Controle) - que receberam injeção de solução fisiológica. Os ovinos foram monitorados através de exames físicos e complementares semanais. Após 45 dias da sensibilização, realizou-se a prova de TCC com reação medida pela variação da espessura da pele com cutímetro de mola, nos seguintes momentos: antes da aplicação das tuberculinas (PPDs); 12h, 24h, 48h, 72h e 96h após a aplicação das mesmas. Em relação à reação ao PPD bovino, no teste cervical simples, lido às 72 horas (± 6 horas) pós-tuberculinização (p. t.), considerou-se uma reação como positiva, quando o aumento da espessura da pele foi igual ou maior que 2,49 mm; como inconclusiva, com as medidas de aumento entre 1,00 e 2,48 mm, e como reação negativa, aumentos da espessura da pele inferiores a 1,00 mm, sendo estes valores propostos como padrão para o teste intradérmico simples na região cervical. A análise dos resultados da leitura do teste cervical comparativo, realizada às 72 horas (± 6 horas) p. t., permitiu concluir-se que o animal poderá ser considerado com resposta: positiva, quando a reação ao PPD bovino superar aquela ao aviário em pelo menos 2,00 mm; inconclusiva, quando a reação ao PPD bovino for maior que aquela ao aviário, com diferença entre 1,00 e 1,99 mm, e negativa quando a reação bovina for menor que a aviária ou > em até 0,99 mm. Na avaliação histológica das respostas tuberculínicas homólogas, 96 horas após a injeção do PPD, constatou-se a presença de moderado a intenso infiltrado inflamatória, constituído, preferencialmente, por células mononucleares.
Título em inglês
Standardization of tuberculin skin reaction in sheep (Ovis aries)
Palavras-chave em inglês
Sheep
Tuberculin (PPD)
Tuberculosis
Resumo em inglês
The inexistence of national patterns for the realization and interpretation of tuberculin test in sheep motivated this research. Although tuberculosis is not included in the National Plan for the Control and Eradication in small ruminants, the current legislation has made it mandatory the sacrifice of animals with this zoonosis, where diagnosis is confirmed principally by the usage of the tuberculin skin reaction. Therefore, this study evaluated the clinical manifestations induced by the intradermic immune-allergic response to tuberculin, and established the reference values for the interpretation of this reaction in sheep experimentally inoculated with antigens of recognized strains of Mycobacterium bovis and Mycobacterium avium. Thirty healthy sheep negative to the Comparative Cervical Tuberculin Test (CCT) based on criteria established by the Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) in the National Plan for the Control and Eradication of Brucellosis and Tuberculosis in cattle and buffalos were used during this experiment. Animals were separated in three groups: A) sensitized with M. avium, n=10; B) sensitized with M. bovis, n=10; and C) control, n=10, which were injected with saline solution. Sheep were monitored by weekly clinical and complementary exams. After 45 days of inoculation the CCT was evaluated by the variation of dermal thickness determined by a pakimeter realized in the following moments: before the administration of tuberculin (PPD); and 12, 48, 72, and 96 hours after administration of inoculation. Relative to the bovine PPD, the simple cervical test, observed at 72 hours (± 6 hours) post-tuberculinization (p.t.) was considered as: positive, when skin fold thickness was equal or greater than 2.49 mm; inconclusive, skin fold thickness between 1 and 2,48 mm; and negative, when thickness was lower than 1 mm; these values being proposed as reference values for the simple intradermic cervical test. Analyses of the results of the comparative cervical tests realized 72 hr (± 6 hr) p.t. concluded that the animal was considered as: positive, when the bovine PPD reaction was greater than that of the avian by at least 2 mm; and negative, when the bovine reaction was less than the avian or > by 0.99 mm. Histological evaluation of the homologous tuberculin response 96 hr after PPD injection, revealed a moderate to intense inflammatory cellular influx, constituted preferentially, of mononuclear cells.
 
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Data de Publicação
2007-06-19
 
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