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Tesis Doctoral
DOI
10.11606/T.98.2012.tde-07122012-113447
Documento
Autor
Nombre completo
Eduardo de Souza Pimenta
Dirección Electrónica
Instituto/Escuela/Facultad
Área de Conocimiento
Fecha de Defensa
Publicación
São Paulo, 2012
Director
Tribunal
Batlouni, Michel (Presidente)
Amato, Vivian Lerner
Bertolami, Marcelo Chiara
Moreno Junior, Heitor
Póvoa, Rui Manoel dos Santos
Título en portugués
Apneia obstrutiva do sono em pacientes com hipertensão arterial refratária: avaliação da prevalência, intensidade e possíveis mecanismos fisiopatológicos.
Palabras clave en portugués
Aldosterona
Apneia obstrutiva do sono
Hiperal-dosteronismo
Hipertensão
Resumen en portugués
Apneia obstrutiva do sono (AOS) é um fator de risco independente para o desenvolvimento de hipertensão arterial sistêmica, principalmente hipertensão arterial resistente, e doenças cardiovasculares. Hipertensão arterial resistente está associada à AOS, níveis elevados de aldosterona e dieta rica em sal. O objetivo do presente estudo foi determinar se a quantidade de sal na dieta e os níveis de aldosterona estão associados com a intensidade da AOS em pacientes com hipertensão arterial resistente. Noventa e sete pacientes com hipertensão arterial resistente foram avaliados com polissonografia noturna assistida e dosagem de aldosterona e sódio em urina coletada por 24h durante a dieta habitual. Hiperaldosteronismo foi definido como atividade da renina plasmática < 1 ng/mL/h e aldosterona urinária >= 12 ?g/24h. Na população total estudada, a média de idade foi 55±9 anos e 47,4% dos pacientes eram do sexo masculino. Em média, os pacientes estavam em uso de 4,3±1,1 medicamentos anti-hipertensivos e a pressão arterial foi 156,3±22,4/88,9±13,3 mmHg. A prevalência de AOS foi de 77,3% na população total estudada. Vinte e oito (28,9%) pacientes foram diagnosticados como portadores de hiperaldosteronismo. A prevalência de AOS foi maior nos pacientes com do que nos pacientes sem hiper-aldosteronismo (82,1% vs 75,4%), mas sem significância estatística. A análise univariada na população total demonstrou que o índice de apneia-hipopneia correlacionou-se positiva e significantemente com a circunferência do pescoço (rho=0,4362, p<0,0001) e com o sódio urinário (rho=0,2269, p=0,0254). Sexo masculino, circunferência do pescoço e sódio urinário estiveram positiva e significantemente associados ao índice de apneia-hipopneia em pacientes com hiperaldosteronismo. Nenhuma das variáveis selecionadas se associou com o índice de apneia-hipopneia entre os pacien-tes sem hiperaldosteronismo. Em conclusão, níveis elevados de aldosterona e dieta com sal estão associados com a severidade da AOS em pacientes com hipertensão arterial resistente. Esses achados sugerem que a restrição de sal na dieta pode ser uma estratégia terapêutica para a redução da severidade da AOS em pacientes com hipertensão arterial resistente e hiperaldosteronismo.
Título en inglés
Obstructive sleep apnea in patients with resistant hypertension: prevalence, severity and Possible pathophysiological mechanisms.
Palabras clave en inglés
Aldosterone
Hyperal-dosteronism
Hypertension
Obstructive sleep apnea
Resumen en inglés
Obstructive sleep apnea is a strong and independent risk factor for the development of hypertension, particularly resistant hypertension, and cardiovascular diseases. Patients with resistant hypertension have a high prevalence of obstructive sleep apnea in association with elevated aldosterone levels and high salt intake. The objective was to determine if dietary salt and aldosterone levels are associated with severity of obstructive sleep apnea in patients with resistant hypertension. Ninety-seven patients with resistant hypertension were evaluated by overnight polysomnography and 24-hour urinary sodium excretion and aldosterone while ingesting their usual diet. Hyperaldosteronism was defined as plasma renin activity <1 ng/mL/h and urinary aldosterone >= 12 ?g/24 h. Overall, mean age was 55±9 years and 47.4% were males. Mean clinic blood pressure was 156.3±22.4/88.9±13.3 mmHg on an average 4.3±1.1 antihypertensive medications. Prevalence of obstructive sleep apnea was 77.3% within the entire population. Twenty-eight (28.9%) of patients were diagnosed with hyperaldosteronism. The prevalence of obstructive sleep apnea tended to be higher in patients with than without (82.1% vs 75.4%) hyperaldosteronism, but the difference did not reach statistical significance. In the univariate analysis among all patients, apnea-hypopnea index correlated significantly with neck circumference (rho=0.4362, p<0.0001) and urinary sodium excretion (rho=0.2269, p=0.0254). Gender, neck circumference and urinary sodium excretion were positively and significantly associated with apnea-hypopnea index in patients with hyperaldosteronism. None of the selected variables were associated with apnea-hypopnea index in patients without hyperaldosteronism. In conclusion, the current findings suggest that both aldosterone and dietary salt are related to severity of obstructive sleep apnea in patients with resistant hypertension. Our results support dietary salt restriction as a treatment strategy for reduction of obstructive sleep apnea severity in patients with resistant hypertension and hyperaldosteronism.
 
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TeseEduardoPimenta.pdf (308.99 Kbytes)
Fecha de Publicación
2013-01-09
 
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