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Dissertação de Mestrado
DOI
10.11606/D.9.2012.tde-07032013-100506
Documento
Autor
Nome completo
Lara Lombardi
E-mail
Unidade da USP
Área do Conhecimento
Data de Defesa
Imprenta
São Paulo, 2012
Orientador
Banca examinadora
Moreau, Regina Lucia de Moraes (Presidente)
Duarte, Cristina Bichels Hebeda
Paula, Viviane Ferraz de
Título em português
Efeitos da meta-clorofenilpiperazina (mCPP) sobre mecanismo da mobilização leucocitária: estudos in vivo e in vitro
Palavras-chave em português
Inflamação
mCPP
Neutrófilo
Resumo em português
A meta-clorofenilpiperazina (1-(3-clorofenil)piperazina; mCPP) é uma piperazina sintética que vem sendo apreendida de forma crescente no mercado de drogas ilícitas, primeiro na Europa e, a partir de 2006, também no Brasil. Recentemente há relatos de aumento significativo da apreensão de comprimidos vendidos como ecstasy e que na realidade contêm mCPP, porém estudos sobre potenciais riscos dessa utilização à saúde ainda são escassos. O papel da mCPP como agonista de receptores serotoninérgicos já está bem descrito na literatura, razão pela qual esta substância é amplamente empregada em trabalhos científicos, principalmente psiquiátricos. No entanto, poucos são os trabalhos realizados com o intuito de investigar mais profundamente as ações desencadeadas no organismo pela substância em si. É sabido que a serotonina é um neurotransmissor liberado por plaquetas no local de inflamação e que exerce papel imunomodulatório importante sobre as células imune Assim, considerando (1) a relevância atual da mCPP no contexto de apreensão de drogas de abuso, (2) a necessidade de estudos sobre efeitos das drogas de abuso no organismo, (3) escassez de avaliações dos efeitos da mCPP sobre o sistema imunológico e (4) sua provável correlação com este sistema a partir de suas ações em receptores serotoninérgicos, o presente trabalho pretendeu iniciar investigações acerca da atividade da mCPP sobre as respostas imune inatas e sobre os mecanismos da mobilização leucocitária. Para tanto, ratos Wistar machos foram tratados com mCPP (1mg/kg, v.o.) e foram realizadas quantificações de leucócitos na medula óssea, no compartimento circulante e no foco inflamatório (peritônio), em presença ou ausência de estímulo inflamatório (LPS, 1 mg/mL, i.p.), como também da mieloperoxidase presente em tecido hepático, pulmonar e do baço. Complementando os estudos in vivo, ainda foi quantificada a cortisona plasmática em animais que receberam tal tratamento tendo seus receptores de glicocorticoides previamente antagonizados (RU38486). Neutrófilos coletados do exsudato peritoneal foram incubados nas concentrações de 10 µM, 100 µM e 1000 µM in vitro e investigados a migração neutrofílica, a expressão das moléculas de adesão na superfície neutrofílica, a quantificação de mediadores inflamatórios no sobrenadante de cultura de neutrófilos e o processo de adesão neutrófilo-endotélio, com células endoteliais coletados a partir do cremáster. Os resultados demonstram que a mCPP diminuiu a quantificação de leucócitos no exsudato peritoneal e, concomitantemente, aumentou o influxo de PMN para o tecido pulmonar, em vigência de estímulo inflamatório. Ainda, in vivo, não foi possível observar diferenças na concentração de cortisona sérica entre animais cujos receptores de glicocorticóides foram antagonizados e aqueles cujos receptores em questão encontravam-se normais. In vitro, a mCPP, nas três concentrações empregadas, e tanto na vigência quanto na ausência de estímulo (LPS ou fMLP), causou alterações na migração dos neutrófilos, na adesão deste tipo celular ao endotélio, na expressão de moléculas de adesão (Lselectina, β2-integrina e PECAM-1) na superfície neutrofílica e na quantificação das concentrações de mediadores inflamatórios (NO, IL-1β, IL-10, TNF-α) no sobrenadante de cultura de neutrófilos. Os resultados obtidos sugerem, em conjunto, que a mCPP exerce atividade pró-inflamatória no que se refere à atividade neutrofílica, bem como sugerem que o fármaco seja capaz de amplificar a resposta inflamatória em modelo animal de rato, tanto in vivo quanto in vitro.
Título em inglês
Effects of the meta-chlorophenylpiperazine (mCPP) over the leukocyte mobilization mechanisms: in vivo and in vitro studies
Palavras-chave em inglês
Inflammation
mCPP
Neutrophils
Resumo em inglês
The meta-chlorophenylpiperazine is a synthetic piperazine which has been seized increasingly in the illicit drug market, primarily in Europe and after 2006, in Brazil. Recently, there has been a significant increase on the apprehension of tablets sold as ecstasy but that in reality contain mCPP. Despite its importance, studies over its potential health risks are few. The mCPP role as serotonergic receptor agonist is well known in the literature, reason why this substance is widely employed in scientific research, particularly in psychiatric studies. But there are few reports that aim to investigate thoroughly the actions that this substance triggers in the organisms. It is also known that serotonin is a neurotransmitter released by platelets at the site of inflammation and plays important immunomodulatory role on immune cells. Therefore, considering (1) the relevance of mCPP in the drug abuse context nowadays, (2) the necessity of researching the effects of the drug abuse in the organisms, (3) the lack of studies containing analysis of the mCPP effects over the immune system and (4) the probable correlation between mCPP and this system, through its activity in serotoninergic receptors, this report intended to lead investigations about the mCPP activity over the innate immune response and over the leukocyte mobilization mechanisms. For this purpose, Wistar male rats were treated with mCPP (1mg/kg, v.o.), their leukocytes were measured in the bone marrow, in the circulating compartment and in the inflammatory foci (peritoneum) in the presence or absence of inflammatory stimuli (LPS, 1 mg/mL, i.p.) and the myeloperoxidase present in liver tissue, lung and spleen was also quantified. In addition to in vivo studies, the cortisone plasma was quantified in animals receiving such treatment with glucocorticoid receptors antagonized previously (RU38486). Neutrophils collected from the peritoneal exudate were incubated at concentrations of 10 mM, 100 mM and 1000 mM in vitro. It was then investigated the neutrophil migration and the expression of adhesion molecules on the surface of neutrophils as well as the quantification of inflammatory mediators in the culture supernatant. The process of neutrophil-neutrophil adhesion to endothelium was also analyzed and endothelial cells were collected from the cremaster. Results reflect that mCPP decreased the amount of leukocytes at the peritoneal exudate and, concomitantly, increased the influx of PMN into the lung tissue during an inflammatory stimulus. Also, in vivo, it was possible to observe differences in the concentration of serum from animals which cortisone glucocorticoid receptors were previously antagonized and those in which the receptors in question were normal. In vitro, mCPP in three concentrations employed, and both in the presence or absence of stimulus (LPS or fMLP) caused changes in the migration of neutrophils, in the cell adhesion to the endothelium, in the expression of adhesion molecules (L-selectin, integrin-β2 and PECAM-1), on the surface of neutrophils and in the concentrations of inflammatory mediators (NO, IL-1β, IL-10, TNF-α) in the culture supernatant of neutrophils. The results suggest that, together, mCPP exerts pro-inflammatory activity with respect to neutrophil activity. They also suggest that the drug is able to amplify the inflammatory response in an animal model rat both in vivo and in vitro.
 
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Data de Publicação
2013-04-05
 
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