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Tese de Doutorado
DOI
10.11606/T.9.2012.tde-12062013-161221
Documento
Autor
Nome completo
Cristiane Rocha de Farias
E-mail
Unidade da USP
Área do Conhecimento
Data de Defesa
Imprenta
São Paulo, 2012
Orientador
Banca examinadora
Almeida, Sandro Rogerio de (Presidente)
Gruber, Arthur
Livramento, José Antonio
Sanchez, Maria Carmen Arroyo
Stephano, Marco Antonio
Título em português
Avaliação da imunidade protetora induzida com antígeno bruto e purificado de Taenia crassiceps contra cisticercose murina
Palavras-chave em português
Cisticercose
Proteção
Taenia crassiceps
Vacinação
Resumo em português
A neurocisticercose é a forma mais severa relacionada ao complexo teníase-cisticercose, causada pela Taenia solium. Diversas medidas de controle já foram propostas, ressaltando a profilaxia via hospedeiro intermediário com o desenvolvimento de vacinas contra a cisticercose suína, que podem ser previamente avaliadas em um modelo experimental intraperitoneal com cisticercos de Taenia crassiceps, em camundongos Balb/c, constituindo a cisticercose murina. No presente trabalho foram avaliados: a resposta imune humoral pela pesquisa de anticorpos IgG anti-T. crassiceps por teste ELISA e Imunoblot, relação IgG1/IgG2a e, análise dos índices de avidez; a resposta imune celular, de acordo com os resultados de proliferação celular, dosagem de citocinas e teste de hipersensibilidade tardia (HTT) e; o índice de proteção (IP) induzido por antígeno bruto (LV-total) e purificado (18/14) de T. crassiceps, com ou sem o auxílio de adjuvantes, sob protocolos de imunização ativa por via subcutânea e oral. Paralelamente à análise de imunização ativa, houve avaliação do protocolo de imunização passiva com anticorpos monoclonais (AcMo) anti-T. crassiceps. Foram analisados 19 grupos experimentais divididos em três protocolos de imunização ativa por via subcutânea. No protocolo I foram avaliados três grupos experimentais imunizados com 10µg de 18/14, uma dose, e auxílio dos adjuvantes PSS/DDA, Al(OH)3 ou sem o auxílio destes. Os grupos apresentaram IP entre 24,9% e 51,8%. No protocolo II foram analisados nove grupos imunizados com 5, 10 ou 20µg de 18/14 e diferentes esquemas de adjuvantes: DODAB (IP entre 90,3% e 100,0%), PSS/DDA (IP entre 63,6% e 70,1%) ou Al(OH)3 (IP entre 60,7% e 100,0%). Comparando as concentrações antigênicas, os grupos apresentaram maiores IP quando imunizados com 5 ou 10µg de 18/14. No protocolo III foram analisados sete grupos imunizados com 20, 40 e/ou 60µg de 18/14, com duas ou três doses, em diferentes esquemas de adjuvantes: PSS/DDA e Al(OH)3 ou sem adjuvantes, com IP entre 63,5% e 100,0%. A avaliação da resposta imune humoral dos grupos imunizados por via subcutânea demonstraram a presença de anticorpos IgG por teste ELISA em todos os grupos imunizados, sem correlação dos índices de reatividade (IR) com os IP. Por imunoblot, foram reconhecidas, pelo menos, as proteínas de 14 e 18 kDa após 15 (T15), 30 (T30) e/ou 60 (T60) dias contados a partir da 1ª dose de imunização. Os grupos imunizados por via subcutânea que apresentaram IP> 90,0% tiveram relação IgG1/IgG2a >1,0 no T30 e <1,0 no T60. Quanto à avaliação da resposta imune celular, 10 dos 12 grupos avaliados por ensaios de proliferação de células obtidas de linfonodos induzidas por 18/14 apresentaram índices de estimulação (IE) positivos, enquanto que o antígeno L-Vtotal demonstrou-se imunossupressor nestes experimentos. A análise de dois grupos imunizados de forma ativa, por via subcutânea, com IP=100%, mostrou o predomínio de citocinas com polarização Th1 (IFN-γ) no T60 e Th2 (IL-4) no T120. Não houve correlação dos IP com os resultados obtidos com HTT, porém, os resultados foram variáveis de acordo com o perfil antigênico e o adjuvante utilizado pela via subcutânea. Sequencialmente foram analisados seis grupos imunizados de forma ativa, por via oral, com 10, 20 ou 30µg de LV-total, uma ou duas doses, com o auxílio de Al(OH)3 que apresentaram IP entre 48,3% e 100,0%, sem diferença significativa entre os grupos, exceto com o grupo imunizado com duas doses de 30µg, o qual apresentou 100,0% de IP. No T15 e T30 os IR obtidos em teste ELISA para pesquisa de anticorpos IgG anti-T. crassiceps foram entre 0,9 e 2,4, enquanto que no T60 entre 2,6 e 5,1. Por Imunoblot, foram reconhecidas as proteínas de 14, 18, 30 e >40kDa no T60. A relação IgG1/IgG2a foi <1,0 no T30 e no T60, enquanto que HTT foi apresentado <40,0% no T30 e T60. Adicionalmente aos ensaios de imunização ativa, seis grupos de camundongos Balb/c imunizados de forma passiva com anticorpos monoclonais anti-T. crassiceps apresentaram IP até 93,0%. De acordo com os resultados obtidos, antígenos bruto e purificado de T. crassiceps foram considerados promissores para imunização murina, principalmente o 18/14 quando utilizado com DODAB ou hidróxido de alumínio pela via subcutânea. Os mecanismos protetores não foram totalmente elucidados, porém, demonstram polarização para resposta Th1 e proteção parcial dependente de IgG, demonstrada pelos ensaios de imunização passiva.
Título em inglês
Evaluation of protective immunity induced by crude and purified antigens of Taenia crassiceps against murine cysticercosis
Palavras-chave em inglês
Cysticercosis
Immunization
Protection
Taenia crassiceps
Resumo em inglês
Neurocysticercosis is the most severe form of infection related to the complex taeniasis-cysticercosis, caused by Taenia solium. Several control measures have been proposed, emphasizing the prophylaxis via intermediate host through the development of vaccines against porcine cysticercosis, which may be previously evaluated in an intraperitoneal experimental model using cysticercus of Taenia crassiceps, in Balb/c mice, constituting the murine cysticercosis. In this study were evaluated: the humoral immune response by search of anti-T. crassiceps IgG antibody by ELISA and Immunoblot assays, IgG1/IgG2a ratio and, analysis of avidity indices; the cellular immune response by proliferation assay, cytokine maeasurements and delayed hypersensitivity assay (DHA) and; protection index (PI) induced by crude antigen (total-VF) and purified (18/14) of T. crassiceps, with or without adjuvants, through active immunization protocols by subcutaneous and oral administration. In parallel to the active immunization was performed the evaluation of passive immunization protocol with anti-T. crassiceps monoclonal antibodies (AcMo). Were analyzed 19 experimental groups, divided into three active immunization protocols by subcutaneous via. In I Protocol were evaluated three experimental groups which were immunized with 10µg of 18/14 antigen, one dose, with or without PSS/DDA, Al(OH)3 adjuvants. These groups showed PI between 24,9% and 51,8%. In II Protocol were evaluated nine experimental groups which were immunized with 5, 10 or 20µg of 18/14 antigen, using different schemes of adjuvants: DODAB (PI between 90,3% and 100,0%), PSS/DDA (PI between 63,6% and 70,1%) or Al(OH)3 (PI between 60,7% and 100,0%). Comparing the concentrations antigenic, groups had higher IP when immunized with 5 or 10µg of 18/14 antigen. In III Protocol were evaluated seven groups immunized with 20, 40 and/or 60µg of 18/14 antigen, with two or three doses, using also different schemes of adjuvants: PSS/DDA and Al(OH)3 adjuvants or without them, showing PI between 63,5% and 100,0%. The evaluation of humoral immune response of all subcutaneous immunizated groups demonstrated the presence of IgG antibodies by ELISA in all immunized groups, without correlation between reactivity indices (RI) and PI. By immunoblot, were recognized at least the 14 and 18 kDa proteins after 15 (T15), 30 (T30) and/or 60 (T60) days from the first dose immunization. The groups immunized subcutaneously that showed PI > 90,0% had IgG1/IgG2a ratio >1,0 in T30 and <1,0 at T60. About the cellular immune response evaluation, 10 among 12 groups evaluated by proliferation assays using lymphonodes stimulated with 18/14 antigen showed indices of stimulation (IS) positive, while the VF-total antigen was shown immunosuppressive in these experiments. The analysis of two groups actively immunized subcutaneously with PI equal to 100%, showed predominance of cytokines tending to Th1 (IFN-γ) in T60 time and Th2 (IL-4) in T120 time. There was no correlation between PI indices and the results obtained from the DHA, however, the results varied according to the antigenic profile and the adjuvant subcutaneously used. Sequentially were analyzed six groups actively immunized by oral via, with 10, 20 or 30µg of LV-total, one or two doses, supported by Al(OH)3 adjuvant which showed PI between 48,3% and 100,0%, with no significant difference between the groups, except the group immunized with two doses of 30µg, which had PI of 100,0%. In T15 and T30 times the reactivity indices obtained by ELISA test for the detection of IgG anti-T. crassiceps antibodies were between 0,9 and 2,4, while in T60 time they were between 2,6 and 5,1. By Immunoblot, were recognized the 14, 18, 30 and > 40kDa proteins in T60 time. The IgG1/IgG2a ratio was <1,0 in T30 and T60 time, while DHA was presented <40,0% in T30 and T60. In addition to the active immunization assays, groups of six Balb/c mice were passively immunized with anti-T. crassiceps monoclonal antibodies and they showed PI up to 93,0%. According to the obtained results, crude and purified antigens of T. crassiceps were considered promising for murine immunization, especially when 18/14 antigen was used together with DODAB or aluminum hydroxide subcutaneously. The protective mechanisms have not been fully elucidated, however, showed trend towards Th1 response and dependent partial protection of IgG, as demonstrated by passive immunization assays.
 
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Data de Publicação
2013-07-04
 
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