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Dissertação de Mestrado
DOI
https://doi.org/10.11606/D.84.2019.tde-17122019-153041
Documento
Autor
Nome completo
Paola Claudia Carolina Estrada Camargo
E-mail
Unidade da USP
Área do Conhecimento
Data de Defesa
Imprenta
São Paulo, 2019
Orientador
Banca examinadora
Suzuki, Julio Cesar (Presidente)
Cruz, Sebastiao Carlos Velasco e
Vitte, Claudete de Castro Silva
Título em português
Neogolpismo na América Latina: uma análise comparativa do Paraguai (2012) e do Brasil (2016)
Palavras-chave em português
América Latina
Brasil
Golpe de estado
Neogolpismo
Paraguai
Resumo em português
O termo Neogolpismo tem sido crescentemente utilizado para caracterizar os Golpes de Estado da América Latina no século XXI, em comparação com os Golpes militares ocorridos nas décadas de 1960 e 1970. Desde o ano de 2002, foram ao menos sete tentativas contra governos progressistas, três frustradas Venezuela (2002), Bolívia (2008) e Equador (2010) e quatro exitosas Haiti (2004), Honduras (2009), Paraguai (2012) e Brasil (2016). Todos os casos possuem características, motivações e procedimentos muito similares entre si, que conformam um novo fenômeno a ser estudado. Nesse sentido, o objetivo principal desta pesquisa foi aprofundar a caracterização do Neogolpismo na América Latina através da comparação entre o caso do Paraguai e do Brasil. A metodologia foi baseada em pesquisa bibliográfica, documental e entrevistas. Identificaram-se os seguintes traços comuns nos dois casos: foram antecedidos por conflitos entre classes e frações de classe dos dois países; foram liderados por civis, que instrumentalizaram instituições do Estado, tal como o poder legislativo, para conferir aparência de legalidade às destituições arbitrárias; contaram com participação ativa de grandes empresas de comunicação; contaram com participação ativa de grupos de direita locais (tradicionais ou renovados) em conflito com grupos progressistas ou de esquerda; ambos tiveram uma dimensão internacional em comum, com aparente ausência de participação de uma grande potência internacional, ainda que ficou evidente que os governos posteriores aos Golpes promoveram um realinhamento de suas políticas externas aos interesses dos EUA para a América Latina.
Título em espanhol
Neogolpismo en América Latina: un análisis comparativo de Paraguay (2012) y Brasil (2016)
Palavras-chave em espanhol
América Latina
Brasil
Golpe de estado
Neogolpismo
Paraguay
Resumo em espanhol
El término neogolpismo ha sido crecientemente utilizado para caracterizar a los golpes de Estado en América Latina en el siglo XXI, en comparación con los golpes militares ocurridos en las décadas de 1960 y 1970. Desde 2002, hubo al menos siete tentativas contra gobiernos progresistas, tres frustradas: Venezuela (2002), Bolivia (2008) y Ecuador (2010) y cuatro exitosas: Haití (2004), Honduras (2009), Paraguay (2012) y Brasil (2016). Todos los casos poseen características, motivaciones y procedimientos muy similares entre sí, lo que conforma un nuevo fenómeno a ser estudiado. En este sentido, el objetivo principal de esta investigación fue profundizar la caracterización del neogolpismo en América Latina a través de la comparación entre los casos de Paraguay y Brasil. La metodología se basó en investigación bibliográfica, documental y entrevistas. Se identificaron los siguientes rasgos comunes en los dos casos: fueron antecedidos por conflictos entre clases y fracciones de clase de los dos países; fueron liderados por civiles que instrumentalizaron instituciones estatales tales como el poder legislativo, para otorgar una apariencia de legalidad a destituciones arbitrarias; contaron con la participación activa de grandes empresas de comunicación y de grupos de derecha locales (tradicionales o renovados) en conflicto con grupos progresistas o de izquierda. Además, ambos tuvieron una dimensión internacional en común, la aparente ausencia de participación de una gran potencia internacional, aunque luego fue muy evidente que los gobiernos posteriores a los golpes promovieron un claro realineamiento de su política exterior a los intereses de EE. UU. en la región.
 
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Data de Publicação
2019-12-17
 
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