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Dissertação de Mestrado
DOI
https://doi.org/10.11606/D.8.2019.tde-02122019-152750
Documento
Autor
Nome completo
Ricardo do Ó Plácido
E-mail
Unidade da USP
Área do Conhecimento
Data de Defesa
Imprenta
São Paulo, 2019
Orientador
Banca examinadora
Carvalho, Francione Oliveira (Presidente)
Azevedo, Amailton Magno
Silva, Salomão Jovino da
Wissenbach, Maria Cristina Cortez
Título em português
Territórios negros: cartografias e etnicidades na experiência do Rap paulistano (1970-1990)
Palavras-chave em português
Espaço urbano
Etnicidades
Identidade
Rap paulistano
Territórios negros
Resumo em português
Inerente a experiência do rap paulistano, a presente dissertação evidencia de que modo a cultura hip hop se apropria do espaço urbano. Em meio a um processo histórico e geográfico, denota-se nesse contexto como atores sociais oriundos das regiões periféricas por meio de estratégias de negociação e enfrentamento, principalmente com o poder público, conseguem produzir, no final do milênio, uma autêntica cultura de rua. Para tanto, evidencia-se cronologicamente movimentos culturais presentes na cidade de São Paulo no período da pós abolição que, do mesmo modo, criaram formas de resistência e etnicidade mediante políticas públicas eugênicas e racistas. Dessa maneira, é imprescindível compreender como afro-paulistanos a partir de organizações e coletivos, tais como irmandades, cordões de carnaval, times de futebol e associações configuram territórios negros, sobretudo próximos da região central. Importante destacar que, em seguida, a conformação das periferias a partir da segunda metade do século, assim como a efetivação dos bailes blacks espraiados pela metrópole nos anos 70, se faz justamente perante esse legado geográfico. Convém pontuar que, além das ruas, são nos espaços das equipes de som nos anos 80 que a cultura hip hop, assim como o gênero rap, começam a ter visibilidade. Não por acaso, as primeiras produções discográficas da música rap foram patrocinadas por equipes de baile, como Chic Show, Zimbabwe, Black Mad, Kaskatas e etc. Já na década de 90, auxiliados pelo movimento negro através do Instituto da Mulher Negra Geledés, além da influência norte americana no tocante a questão étnica, nesse momento é a temática racial que pauta as letras dos jovens rappers de São Paulo. Frente ao mito da democracia racial, há uma relação de conflito, ora com os meios hegemônicos de comunicação, ora com a polícia. Por outro lado, é nessa época que o rap paulistano se estrutura e se constitui como a voz da periferia e da comunidade negra. Posto isso, o auxílio de fontes como jornais, discos, fotografias, documentários, periódicos, cartografias, relatos e outros materiais colaboram de forma imprescindível para a realização desse projeto. Vale lembrar que é a partir dessa documentação, além das memórias envolvidas dentro da experiência, que se almeja um possível entendimento no que tange ações relativas tanto à cultura hip hop como essencialmente ao elemento rap.
Título em inglês
Black Territories: cartography and ethnicities in São Paulo Rap Experience (1970-1990)
Palavras-chave em inglês
Black territories
Ethnicities
Identity
Rap music paulistan
Urban space
Resumo em inglês
Inherent in the São Paulo rap experience, the present dissertation shows how hip hop culture appropriates urban space. In the midst of a historical and geographical process, in this context, social actors from peripheral regions, through negotiation and coping strategies, especially with the public power, succeed in producing an authentic street culture at the end of the millennium. In order to do so, cultural movements present in the city of São Paulo during the post-abolition period can be seen chronologically, which in turn created forms of resistance and ethnicity through eugenic and racist public policies. In this way it is imperative to understand how Afropaulistanos from organizations and collectives such as brotherhoods, carnival cords, football teams, associations constitute black territories mainly near the central region. It is important to emphasize that the conformation of the peripheries since the second half of the century, as well as the implementation of the blacks dances sprinkled by the metropolis in the 1970s, is precisely in the face of this geographical legacy. It is worth pointing out that in addition to the streets in the spaces of these teams of sound in the 80s that the hip hop culture as well as the rap genre begin to have visibility. Not surprisingly, the first recordings of rap music were sponsored by dance teams like Chic Show, Zimbabwe, Black Mad, Kaskata's, and so on. Already in the 90s, aided by the black movement through the Institute of the Black Woman - Geledés beyond the North American influence on the ethnic issue, at that moment is the racial theme that guides the lyrics of the young rappers of São Paulo. Faced with the myth of racial democracy, hence the relation of conflict with the hegemonic means of communication with the police. Otherwise it is at this time that the São Paulo rap structure and constitutes itself as the voice of the periphery and the black community. With the help of sources such as newspapers, discs, photographs, documentaries, periodicals, cartographies, reports and other materials, it collaborates in an essential way for the realization of this project. It is worth remembering that it is from this documentation beyond the memories involved within the experience that a possible understanding is sought regarding actions concerning both hip hop culture and essentially the rap element.
 
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Data de Publicação
2019-12-02
 
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