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Tese de Doutorado
DOI
Documento
Autor
Nome completo
Vilma Aparecida Galhego
E-mail
Unidade da USP
Área do Conhecimento
Data de Defesa
Imprenta
São Paulo, 2019
Orientador
Banca examinadora
Gomes, Simone Caputo (Presidente)
Cunha, Maria Zilda da
Lugarinho, Mário César
Nuñez, Carlinda Fragale Pate
Pereira, Érica Antunes
Título em português
A poética de Arménio Vieira: labirinto, trânsito, rizoma
Palavras-chave em português
Arménio Vieira
Literatura Cabo-verdiana
Poesia Contemporânea
Resumo em português
Esta pesquisa tem como objetivo ler, à luz do comparativismo, a obra poética de Arménio Vieira, compreendendo o seguinte corpus: Poemas (1981), MITOgrafias (2006), O poema, a viagem, o sonho (2010) , O Brumário(2013a), Derivações do Brumário (2013b), Sequelas do Brumário(2014), Fantasmas e fantasias do Brumário(2015).Os poemas, revestidos de camadas e de diálogos polifônicos, oferecem-se como escritura rizomática e labiríntica aos olhos do leitor. Por isso, compreender o espaço de representação da escritura armeniana demanda a leitura atenta da intertextualidade, geradora das perguntas que o escritor impõe a si mesmo e, por extensão, ao leitor. Outro ponto a ser destacado na pesquisa é aquele que diz respeito à desconstrução, já que tal procedimento viabiliza a desmontagem do texto, convertendo-o num objeto de múltiplas leituras, vinculando as palavras aos princípios que as formam e, ao mesmo tempo, aos pontos que as deslocam. Igualmente relevante é a noção de jogo, seja como tema ou como procedimento autoral, desvelando as diversas possibilidades de entrada e saída no texto, estendendo-o num constante movimento e devir: o do jogar e o do ler. O tema da morte é incontornável por apresentar-se como ponto de fuga, espaço alegórico da finitude e do inferno, sendo que, este, como metáfora do fazer literário e da própria escritura, performatiza a substância do jogo e a do jogar. A pesquisa ancorou-se, principalmente, nos estudos de Marc Augé (1989, 1994, 1998, 2003, 2006, 2015),Gaston Bachelard (1996), Roland Barthes (1987, 1994, 2001, 2004, 2007), Maurice Blanchot (1987, 2005, 2011), Gilles Deleuze e Félix Guattari (1995, 2000a e 2000b), Jacques Derrida (1972, 1973, 1975, 1978, 1979,1987),Michel Foucault (1994,1999, 2001, 2009), Hans-Georg Gadamer (1985, 1991, 1999), Johan Huizinga (2014), Agustín Fernández Mallo (2009).
Título em espanhol
La poética de Arménio Vieira: laberinto, trânsito, rizoma
Palavras-chave em espanhol
Arménio Vieira
Literatura Cabo-verdiana
Poesía Contemporánea
Resumo em espanhol
Esta investigación tiene como objetivo leer, a la luz del comparativismo, la obra poética de Arménio Vieira, comprendiendo el siguiente corpus: Poemas (1981), MITOgrafías(2006), O poema, a viagem, o sonho (2010),O Brumário(2013a), Derivaçoes do Brumário(2013b), Sequelas do Brumário(2014), Fantasmas e fantasias do Brumário(2015). Los poemas, revestidos de capas y de diálogos polifónicos, se muestran como escritura rizomática y laberíntica a los ojos del lector. Por eso, comprender el espacio de representación de la escritura armeniana hace necesaria la lectura atenta de la intertextualidad, generadora de las preguntas que el escritor se impone a si mismo y, por extensión, al lector. Otro punto a ser destacado en la investigación es aquel que se refiere a la deconstrucción, ya que tal procedimiento hace viable el desmontaje del texto, convirtiéndolo en un objeto de múltiples lecturas, vinculando las palabras a los principios que las forman y, al mismo tiempo, a los puntos que las dislocan. Igualmente relevante es la noción de juego, sea como tema o como procedimiento autoral, desvelando las diversas posibilidades de entrada y de salida en el texto, extendiéndolo en un constante movimiento y devenir: o de jugar o de leer. El tema de la muerte es inevitable por presentarse como punto de fuga, espacio alegórico de la finitud y del infierno, siendo que éste como metáfora del hacer literario y de la propia escritura,performatiza la sustancia del juego y la de jugar. La investigación se basa, principalmente, en los estudios de Marc Augé (1989, 1994, 1998, 2003, 2006, 2015),Gaston Bachelard (1996), Roland Barthes (1987, 1994, 2001, 2004, 2007), Maurice Blanchot (1987, 2005, 2011), Gilles Deleuze e Félix Guattari (1995, 2000a e 2000b), Jacques Derrida (1972, 1973, 1975, 1978, 1979,1987),Michel Foucault (1994,1999, 2001, 2009), Hans-Georg Gadamer (1985, 1991, 1999), Johan Huizinga (2014), Agustín Fernández Mallo (2009).
 
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Data de Publicação
2019-08-01
 
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