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Tese de Doutorado
DOI
https://doi.org/10.11606/T.8.2020.tde-13062020-134440
Documento
Autor
Nome completo
Sandra Gazzoni
E-mail
Unidade da USP
Área do Conhecimento
Data de Defesa
Imprenta
São Paulo, 2020
Orientador
Banca examinadora
Maggio, Giliola (Presidente)
Coluccia, Chiara
Meurer, César Fernando
Viale, Matteo
Título em italino
Corpus in fabula: imperativi benefattivi come azioni congiunte
Palavras-chave em italino
Attenuazione linguistica
Comunicazione interculturale
Dativo benefattivo
Embodied Cognition
Empatia
Resumo em italino
Corpus in fabula. Imperativi benefattivi come azioni congiunte è uno studio cross-linguistico interdisciplinare che mette a confronto alcuni modi di formulare richieste facendo uso dell'imperativo in italiano (I), in portoghese brasiliano (PB) e in castigliano andino ecuadoriano (CAE). In particolare, vengono prese in esame tre modalità (una per ogni lingua) che, nonostante le differenti strutture grammaticali, presentano la peculiarità di utilizzare l'imperativo accompagnato da un pronome dativo benefattivo, esempio: I - Chiudimi la porta; PB - Feche a porta pra mim; CAE - Dame cerrando la puerta. La nostra ipotesi è che il pronome dativo benefattivo (+ il verbo DAR, nel caso del CAE) conferisca un valore attenuato alla richiesta in quanto, evocando la presenza di un'altra persona al posto o a beneficio della quale si svolge l'azione espressa dal verbo, introdurrebbe un elemento di interazione più o meno esplicito e aggiungerebbe un valore affettivo, di solidarietà, all'azione stessa. Dal punto di vista empirico, l'indagine ha previsto due fasi: nella prima, tre questionari online (uno per ogni lingua) sono stati sottoposti a parlanti nativi per valutare principalmente il valore attenuativo e interazionale delle forme imperative oggetto di analisi. I questionari sono stati costruiti in modo da risultare propedeutici (studio pilota) alla seconda parte empirica della ricerca, la quale si fonda sulla teoria della simulazione incarnata (embodied simulation) applicata al linguaggio. Secondo tale approccio teorico, la comprensione di frasi che esprimono azioni attiva la simulazione, a livello sensorimotorio, di quelle azioni. In base a ciò e anche in base a numerosi esperimenti realizzati nell'ambito del linguaggio e della cognizione incarnata (embodied cognition), è stato proposto (abbozzato in via teorica, ma non implementato) uno studio comportamentale dal quale dovrebbe emergere la diversa organizzazione dell'azione evocata dalle forme linguistiche con l'imperativo standard (senza pronome) e con l'imperativo benefattivo (con il pronome dativo benefattivo) in I, PB e CAE. I risultati della prima parte della ricerca hanno messo in luce che, per i rispondenti italiani, l'imperativo benefattivo non attenua le richieste verbali; al contrario, i dati relativi sia ai rispondenti brasiliani che a quelli ecuadoriani (andini) dimostrano che l'imperativo benefattivo è considerato un attenuatore. Lanalisi statistica, inoltre, ha messo in evidenza che l'imperativo benefattivo, rispetto all'imperativo standard, evoca maggiore interazione in tutti e tre i campioni/lingue oggetto di studio e ciò anche quando, dal punto di vista pragmatico, non funziona come un attenuatore (è il caso dellitaliano). Questi elementi supportano la possibilità, a livello teorico, che la simulazione elicitata nello studio comportamentale, se presente, si manifesterà in modo diverso nei due tipi di imperativo.
Título em português
Corpus in fabula: imperativos benefactivos como ações conjuntas
Palavras-chave em português
Atenuação linguística
Comunicação intercultural
Dativo benefactivo
Embodied Cognition
Empatia
Resumo em português
Corpus in fabula. Imperativos benefactivos como ações conjuntas é um estudo cross-linguístico interdisciplinar que examina algumas maneiras de verbalizar pedidos utilizando o modo imperativo em italiano (I), português brasileiro (PB) e castelhano andino equatoriano (CAE). Em particular, são analisadas três formas (uma para cada idioma) que, apesar das diferentes estruturas gramaticais, apresentam a peculiaridade de fazerem uso do imperativo acompanhado por um pronome benefactivo (ou dativo de interesse), exemplo: I - Chiudimi la porta; PB - Feche a porta pra mim; CAE - Dame cerrando la puerta. A nossa hipótese é que o dativo benefactivo (+ o verbo DAR, no caso do CAE) confira um valor atenuado à solicitação porque, evocando a presença de outra pessoa em lugar ou em benefício da qual é realizada a ação expressada pelo verbo, traduziria um elemento de interação mais ou menos explícito e acrescentaria um valor afetivo, de solidariedade, à ação como um todo. Do ponto de vista empírico, a primeira parte da pesquisa traduziu-se em três questionários on-line (um para cada língua) destinados a falantes nativos, cujo objetivo principal era avaliar o valor atenuativo e interacional das construções objeto de análise. Os questionários foram organizados de maneira a serem propedêuticos (estudo piloto) à segunda parte empírica da pesquisa, a qual baseia-se na teoria da simulação corporificada (embodied simulation) aplicada à linguagem. Segundo essa abordagem, a compreensão de frases que expressam ações ativa a simulação, em nível sensório-motor, dessas mesmas ações. Com base neste arcabouço teórico e também em vários experimentos realizados na área da linguagem e da cognição corporificada (embodied cognition), foi proposto (esboçado teoricamente, mas nao realizado) um estudo comportamental que deveria destacar a diferente organização da ação evocada pelas formas linguística com o imperativo standard (sem pronome algum) e com o imperativo benefactivo (com pronome dativo benefactivo) em I, PB e CAE. Os resultados da primeira parte da pesquisa revelaram que, para os respondentes italianos, o imperativo benefactivo não atenua os pedidos verbais; pelo contrário, os dados referentes seja aos respondentes brasileiros seja aos equatorianos (andinos) demostram que o imperativo benefactivo é um atenuador. Ademais, a análise estatística realizada evidenciou que o imperativo benefactivo, em comparação com o imperativo standard, evoca maior interação nas três amostras/línguas objetos de estudo e isso se dá mesmo quando, do ponto de vista pragmático, não funciona com um atenuador (caso do italiano). Esses elementos suportam a possibilidade, a nível teórico, que a simulação eliciada no estudo comportamental, se houver, se dará de forma diferente para os dois tipos de imperativos.
 
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Data de Publicação
2020-06-15
 
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