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Thèse de Doctorat
DOI
https://doi.org/10.11606/T.8.2020.tde-23092020-130036
Document
Auteur
Nom complet
Gabriel Nascimento dos Santos
Adresse Mail
Unité de l'USP
Domain de Connaissance
Date de Soutenance
Editeur
São Paulo, 2020
Directeur
Jury
Souza, Lynn Mario Trindade Menezes de (Président)
Ribeiro, Maria D'Ajuda Alomba
Silva, Andréa Antonieta Cotrim
Souza, Ana Lúcia Silva
Titre en portugais
Do limão faço uma limonada: estratégias de resistência de professores negros de língua inglesa
Mots-clés en portugais
Autobiografias
Autoetnografia
Professores negros de língua inglesa
Racismo
Resumé en portugais
A presente tese é composta de uma autoetnografia construída a partir de autobiografias de professores negros de língua inglesa, dentre os quais eu, o próprio pesquisador, com o objetivo de traçar as diversas formas de resistência desses professores ao processo de racialização através da língua. Tendo como ponto de partida de que há racialização no ensino de língua inglesa no país, e tendo como base a ideia de colonialidade do poder na América Latina, nesta tese compreendo a linguagem como zona do ser/não-ser que, a partir da racialização, influencia as trajetórias individuais e coletivas de professores de inglês através de práticas de racismo cordial, em que a língua negativa ou positivamente é construída como parte de um eterno questionamento de nossa competência como falante/professor. Os pontos de partida que orientam minha pesquisa são a ideia de heterogeneidade do negro, a visão de responsabilização do branco pelo racismo e a consequente desresponsabilização do negro, além da possibilidade da linguagem figurar como uma arma do falante/professor negro de língua inglesa como editor de sua própria agentividade no mundo. Entendo, assim, o negro como um signo que se pretende inicialmente instaurado pelo branco/colonialidade/racismo. Nesta tese defendo, no entanto, que o signo da raça é ressignificado pelo negro de maneira a resistir, de maneira que ele, o sujeito negro, o transforma em um signo duplo de opressão e resistência. Busco, portanto, teorizar racialização, raça e racismo de maneira a compreender seus sentidos para além do racialismo do século XIX e do culturalismo racialista do século XX. Entre os pressupostos linguísticos que dão um Sul a esta tese estão aqueles que consideram a língua como um regime metadiscursivo e analisam a relação entre o inglês, a colonialidade e o imperialismo, além daqueles que situam o racismo/racialização das políticas linguísticas e da própria área de ensino de línguas. A metodologia adotada mescla traços de uma História de vida, com narrativas autobiográficas de professoras/es negros de língua inglesa e uma autoetnografia de mim enquanto professor. Os resultados, escritos em torno de um capítulo literário, e apresentados através de narrativas autobiográficas, apontam para diversas estratégias de resistência desses professores na língua, como a resistência à língua como zona do não-ser, à raça como fantasia política e ao racismo como fantasma político, bem como a possibilidade de ressignificar o signo raça, de opressão à resistência. Ofereço, com esta pesquisa, a possibilidade de fortalecer um enegrecimento epistêmico de nossa área, em que se possa repensar criticamente as consequências do racismo estrutural e de suas facetas na formação de professores de língua inglesa, o enegrecimento da teoria decolonial e o combate ao racialismo e culturalismo racialista nas teorias raciais modernas tendo, como pano de fundo, um devir negro no ensino de línguas e a ideia de raça como signo duplo, de opressão, mas de resistência do negro/negra.
Titre en anglais
From lemon to lemonade: strategies arising from Black teachers in English Language Teaching
Mots-clés en anglais
Autobiographies
Autoethnography
Black English language teachers
Racism.
Resumé en anglais
This dissertation presents an autoethnography built on autobiographies of Black English language teachers, including me, as a participant-researcher. It aimed at describing the various forms of resistance these Black teachers used to resist racialization through/in language. Taking-for-granted there is racialization in English language teaching in my country, in addition to the assumptions about coloniality of power in Latin America, I also question language as the zone of being in racialization that manages to influence biographies of Black English teachers through color-blind practices informed by a friendly racism, in which language is negatively or positively constructed as part of downplaying the competence of Black English language teachers. My questions here draw on the idea of black heterogeneity, white accountability for racism, and the very possibility to understand language as a weapon for Black English language teachers to posit their own "agency" in the world. This said, I comprehend Black as a sign produced by whiteness / coloniality / racism. However, I also argue that race can be signified by Black people as sign to be signified in order to resist towards a double sign of oppression and resistance. I seek, therefore, to theorize race and racism for understanding their meanings beyond both racialism of the nineteenth century and twentieth century racialist/culturalist-based ideologies. Among the linguistic assumptions informing my dissertation are those that embrace language as a metadiscursive regime and analyze the interplay of English language, coloniality and imperialism, as well as those that situate racism / racialization in language policies and in language teaching. The methodology I chose stresses the aspects of a life story, with autobiographical narratives of Black English language teachers and my autoethnography as a teacher. The results, written through a literary chapter, and provided through autobiographical narratives, demonstrate several resistance aspects these Black teachers used in language, such as the resistance to language as a zone of non-being, to race as a political fantasy and to racism as ghost image as well as the way race as a sign can be signified, from oppression to resistance. I claim with this research the possibility to blacken the epistemic core values of our field, and I begin by rethinking critically the consequences of the structural racism and its multiple forms in the Black English language teachers' biographies that originated in Teacher Development Programs. I thus seek to blacken the decolonial theories and face racialist and racialist-culturalist-based ideologies in modern racial assumptions. All these endeavors are informed by both my desire toward a black becoming in language teaching and the idea of race as a double sign that means oppression, but also resistance.
 
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Date de Publication
2020-09-23
 
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