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Tese de Doutorado
DOI
https://doi.org/10.11606/T.8.2020.tde-10032020-151539
Documento
Autor
Nome completo
Edison Gomes Junior
E-mail
Unidade da USP
Área do Conhecimento
Data de Defesa
Imprenta
São Paulo, 2019
Orientador
Banca examinadora
Taille, Elizabeth Harkot de La (Presidente)
Bracchi, Daniela Nery
Machado, Irene de Araujo
Mancini, Renata Ciampone
Título em português
A adaptação cinematográfica do romance Paranoid Park: uma visada semiodiscursiva
Palavras-chave em português
Adaptação fílmica
O actante observador
Práxis enunciativa
Semiótica narrativo-discursiva
Tradução intersemiótica
Resumo em português
O objetivo do trabalho é o de analisar a adaptação fílmica do romance Paranoid Park a partir da teoria semiótica francesa, utilizando as noções do percurso gerativo, tensividade e práxis enunciativa, que não apenas oferecem um vasto arsenal analítico do texto e do discurso, mas também refletem sobre a fabricação discursiva do sentido como modo de interação humana, prática de conjuntos significantes, que podem ser mais utilitários ou mitopoéticos, conteúdos expressivos gerados a partir de vários tipos de relação com o mundo natural. De maneira geral, através do percurso gerativo, comparamos as estruturas semionarrativas e discursivas de ambos os textos envolvidos na adaptação, o texto fonte e o texto alvo (a quo e ad quem respectivamente, uma instância textual inferior e abstrata e uma superior e concreta), observando também as relações inter e intratextuais entre seus planos da expressão e do conteúdo, e operações de figurativização. A partir da tensividade, discutem-se os modos e as sintaxes tensivas dos textos, a noção de campo de presença, e operações de intensidade e extensidade. Do ponto de vista da práxis enunciativa, os textos são observados como atualizações de outros discursos, literários e fílmicos, sendo objetos compostos em relações de ascendências e decadências discursivas, mais ou menos assumidas ou reconhecidas por um sujeito da enunciação. Além da análise da adaptação, propriamente dita, tratamos de questões pertinentes à linguagem verbal, ao texto literário, sua expressão tipológica / topológica, e à linguagem audiovisual, entendidas como conjuntos significantes compostos a partir de uma macrossemiótica formada de línguas naturais e mundo natural. Por causa da diferença entre nossos objetos e a base teórica utilizada, não apenas procuramos entender a linguagem cinematográfica semiodiscursivamente, mas também tratamos da arbitrariedade e motivação entre os planos do sentido do texto verbal e plástico, questões figurativas do espaço e do movimento, e do actante observador, elemento importante para a enunciação verbal e não verbal. Em relação ao texto fílmico, que proporciona a ilusão de movimento, o observador será considerado a partir de semióticas proxêmicas, gestuais e plásticas, e a distância entre esse actante e o mundo diegético do filme será concebida como graduação tensiva e semântica que oscila entre enunciador, narrador e ator interlocutor, criando diferente subjetividades, inclusive a de um autor, e também diferentes afetos. A análise da adaptação mostra que enquanto a adaptação pode ser considerada fiel, e ambos os textos propõe um engajamento sensível com o enunciatário, o ator da enunciação Gus Vas Sant, que não apenas transpõe o texto fonte, mas cria novos sentidos no texto alvo, imprimindo-o com novos ritmos, revela um projeto enunciativo de tradução intersemiótica que recicla, ou atualiza, gêneros fílmicos relacionados à impressão subjetiva, propondo um texto-acontecimento audiovisual.
Título em inglês
The film adaptation of the novel Paranoid Park: a semio-discursive point of view
Palavras-chave em inglês
Enunciative praxis
Film adaptation
Intersemiotic translation
Narrative-discursive semiotics
The actant observer
Resumo em inglês
The aim of this paper is to analyze the filmic adaptation of the novel Paranoid Park departing from the French semiotic theory, and its notions of generative path, tensivity and enunciative praxis, which not only are powerful analytical text-tools, but also reflect on the discursive fabrication of meaning as a mode of human interaction, the practice of meaningful sets which may be more utilitarian or mitopoetic, and seen as expressive contents generated in the various types of relationship with the natural world. Through the greimasian generative path, we compare the semionarrative and discursive structures of both texts involved in the adaptation, the source text and the target text (a quo and ad quem respectively), paying attention to inter / intratextual relations between planes of expression and content, and figurative operations. From the tensive semiotics point of view, we discuss modes and syntaxes of both texts, the notion of presence field, and operations of intensity and extensity. Based on the enunciative praxis, both texts are observed as dynamic update operations of other discourses, literary and filmic, more or less assumed or recognized by a subject of enunciation. In addition to the adaptation analysis itself, issues pertaining to the verbal language, the literary text, its typological / topological expression, and the audiovisual language, understood as significant sets composed differently, are discussed. Because of the difference between the objects and the theoretical frame employed in the analysis, cinematographic language is treated semiotically, and questions about the arbitrariness and motivation of language, figurative issues of space and movement, and the observer, an important narrative actant in verbal and nonverbal enunciation, are investigated. Regarding the filmic text, which provides the plastic illusion of movement, the observer is considered from the proxemic, gestural and plastic semiotics, and the distance between this type of actant and the diegetic world of the film is conceived as a tensive and semantic gradation that oscillates between enunciator, narrator and interlocutor, creating not only different subjectivities, including that of an author, but also different affects. The analysis of the adaptation shows that while the target text can be considered faithful to the source text, and both propose a sensible engagement with the enunciator, the enunciation actor Gus Vas Sant creates new meanings in the target text, revealing an enunciative project of intersemiotic translation that recycles, or updates, filmic genres related to the subjective impression, proposing an audiovisual event text.
 
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Data de Publicação
2020-03-10
 
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