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Tese de Doutorado
DOI
https://doi.org/10.11606/T.8.2020.tde-27022020-135733
Documento
Autor
Nome completo
Isabel Cristina Contro Castaldo
E-mail
Unidade da USP
Área do Conhecimento
Data de Defesa
Imprenta
São Paulo, 2019
Orientador
Banca examinadora
Gonzalez, Neide Therezinha Maia (Presidente)
Júnior, Benivaldo José de Araújo
Sebold, Maria Mercedes Riveiro Quintans
Yokota, Rosa
Título em espanhol
Las relativas especificativas en el español y en el portugués brasileño: al fin y al cabo ¿qué estrategias de relativización prefieren los hablantes nativos del español y no nativos brasileños aprendices de español como lengua extranjera?
Palavras-chave em espanhol
Relativas con hueco
Relativas con reasuntivo
Relativas cortadoras
Relativas en español
Relativas en portugués brasileño
Relativas estándar
Relativas no estándar
Relativas pied-piping
Resumo em espanhol
Este trabajo tiene como objetivo investigar las preferencias con relación a las estrategias de relativización en el español (ESP) y en el portugués de Brasil (PB) por brasileños adultos que tienen el ESP como lengua extranjera (LE) y observar si hay una eventual influencia de la lengua 1 (L1), en este caso el PB, en las preferencias en LE y qué papel cumple esa influencia. Para alcanzar este objetivo, hicimos, primeramente, un estudio comparado entre las estrategias de relativización presentes en el PB y en el ESP. En ese estudio, observamos especialmente las relativas del tipo estándar, con hueco y con preposición, las pied-piping, y a las relativas del tipo estándar con hueco sin preposición, además de las relativas del tipo no estándar con pronombres reasuntivos (BRUCART, 1999) y cortadoras (TARALLO, 1993), típicas del PB, y logramos constatar que, aunque el PB y el ESP poseen estrategias de formación de relativas semejantes, el uso de las relativas especificativas, que se clasifican habitualmente como no estándares, es diferente. Para observar las consecuencias que una posible influencia de la L1 podría ocasionar en la lengua no nativa de estudiantes brasileños aprendices de ESP como LE, aplicamos y, posteriormente, analizamos una prueba piloto y más cuatro pruebas experimentales, todas offline, dos de ellas de aceptabilidad, una de elección múltiple y una de elección forzosa. La última prueba tuvo el objetivo de analizar y cuestionar las relativas consideradas estándar en el PB actual. Las contribuciones que aporta este trabajo son las siguientes: ofrece datos significativos para los estudios descriptivos y comparados del ESP y del PB, no como objetos fijos, que no se transforman, sino como lenguas que presentan determinados cambios por diversas circunstancias que la teoría lingüística nos ayuda a determinar cuáles son; observa cuestiones importantes sobre las formas de clasificación de las relativas, una determinación de estándar y no estándar que no siempre considera lo que efectivamente ocurre en las lenguas, en diferentes circunstancias y por parte de una diversidad muy grande de hablantes, pero que ejerce una evidente presión sobre sus juicios a respecto de lo que se puede o no aceptar en ellas. Queda claro también que todo eso puede traer efectos importantes para la didáctica y para la formación de profesores, tanto del ESP como del PB, sea como LM/L1 o como L2/LE.
Título em português
As relativas restritivas no espanhol e no português brasileiro: afinal, que estratégias de relativização preferem os falantes nativos do espanhol e não nativos brasileiros aprendizes de espanhol como língua estrangera?
Palavras-chave em português
Relativas com lacuna
Relativas com resumptivo
Relativas cortadoras
Relativas não padrão
Relativas no espanhol
Relativas no português brasileiro
Relativas padrão
Relativas pied-piping
Resumo em português
Este trabalho teve como objetivo investigar as preferências em relação às estratégias de relativização em espanhol (ESP) e no português do Brasil (PB) por brasileiros adultos que têm o ESP como língua estrangeira (LE) e observar se há uma eventual influência da língua 1 (L1), neste caso o PB, nas preferências em LE e que papel cumpre essa influência. Para tanto, fizemos, primeiramente, um estudo comparado entre as estratégias de relativização presentes no PB e no ESP. Nesse estudo, demos especial atenção às relativas do tipo padrão com lacuna e com preposição, pied-piping, e com lacuna sem preposição e às relativas do tipo não padrão de resumptivo (BRUCART, 1999) e as chamadas relativas cortadoras (TARALLO, 1993), típicas do português brasileiro (PB) e conseguimos constatar que, ainda que o PB e o ESP tenham estratégias de formação de relativas semelhantes, o uso das relativas restritivas classificadas habitualmente como não padrão é diferente. Para observar as consequências que uma possível influência da L1 poderia ocasionar na língua não nativa de estudantes brasileiros aprendizes de ESP como LE, aplicamos e, posteriormente, analisamos uma prova piloto e mais quatro provas experimentais, todas elas off-line, sendo duas de aceitabilidade, uma de múltipla escolha e uma de escolha forçada. Esta última teve como objetivo analisar e questionar as construções relativas consideradas padrão no PB atual. As contribuições deste trabalho são: oferece dados significativos para o estudo descritivo do ESP e do PB, não como objetos estanques, mas sim como línguas que apresentam mudanças determinadas por diversas circunstâncias que a teoria linguística nos ajuda a determinar quais são, observa questões importantes sobre as formas de classificação das relativas, uma determinação de padrão e não padrão que nem sempre leva em consideração o que efetivamente ocorre nas línguas, em diferentes circunstâncias e por uma diversidade muito grande de falantes, mas que exerce uma evidente pressão sobre seus juízos a respeito do que se pode ou não aceitar nelas. Fica claro também que tudo isso pode trazer efeitos importantes para a didática e para a formação de professores, tanto do ESP como do PB, seja como LM/L1 ou como L2/LE.
 
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Data de Publicação
2020-02-27
 
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