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Mémoire de Maîtrise
DOI
10.11606/D.8.2009.tde-05022010-135056
Document
Auteur
Nom complet
Julián Miguel Barbero Fuks
Adresse Mail
Unité de l'USP
Domain de Connaissance
Date de Soutenance
Editeur
São Paulo, 2009
Directeur
Jury
Olmos, Ana Cecilia Arias (Président)
Andrade, Fabio Rigatto de Souza
Gárate, Miriam Viviana
Titre en portugais
Juan José Saer e o paradoxo necessário ou uma poética da (i)mobilidade em Nadie nada nunca
Mots-clés en portugais
Crise do romance
Literatura argentina
Narrativa contemporânea
Ninguém nada nunca
Saer
Resumé en portugais
Esta dissertação promove uma leitura da obra Nadie nada nunca (1980), do escritor argentino Juan José Saer, em função das hipóteses sobre a morte do romance e a impossibilidade de narrar. Tomando o paradoxo como elemento fundamental de qualquer romance contemporâneo, identifica o paradoxo específico dessa obra na alternância entre impossibilidade de movimento e revolução contínua da matéria. Cada um desses preceitos assumidos pelo livro resulta em uma poética própria poética da imobilidade e poética da mobilidade ambas aliando-se para converter a obra em uma seqüência de enigmas e interrogações, prenhe de auto-referências e ambigüidades. Um universo próprio que se basta em sua infinidade complexa e obscura, e que desse modo ganha status de objeto autônomo do mundo, propondo uma possível resposta ao impasse em que se encontram a narrativa e a representação
Titre en anglais
Juan Jose Saer and the necessary paradox or A poetic of imobility in Nadie nada nunca
Mots-clés en anglais
Argentine literature
Contemporary narrative
Crisis of the novel
Nobody nothing never
Saer
Resumé en anglais
This dissertation suggests an interpretation of the novel Nadie nada nunca (1980), written by the Argentine Juan José Saer, according to the multiple hypotheses about the death of the novel and the impossibility of narrative. Taking paradox as an essential element of any contemporary novel, the dissertation identifies the specific paradox of this work in the alternation between the impossibility of movement and the continuous revolution of matter. Each of these precepts assumed by the book results in a poetics a poetics of immobility and a poetics of mobility both of which combine in order to convert the novel into a sequence of enigmas and inquisitions, filled with selfreferences and ambiguities. A universe of its own that is self-sufficient in its complex and obscure infinity, and therefore achieves a status of an autonomous object of the world, offering a possible answer to the impasse confronted by narrative and representation
 
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Date de Publication
2010-02-19
 
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